Tribunal Regional Federal vai decidir nesta quinta se cinco deputados do Rio já presos viram réus em ação do MPF

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) decide nesta quinta-feira (23), a partir das 13h, se acolhe denúncia do Ministério Público Federal (MPF) por corrupção e organização criminosa contra cinco deputados estaduais do Rio de Janeiro. Se a 1ª Seção do TRF2 receber a denúncia, começa o processo penal contra André Corrêa (DEM), Chiquinho da Mangueira (PSC), Luiz Martins (PDT), Marcos Abrahão (Avante) e Marcus Vinicius “Neskau” (PTB), que a Justiça mantém presos preventivamente – Chiquinho da Mangueira está em prisão domiciliar, devido a condições de saúde.

O MPF na 2ª Região (RJ/ES) os investigou a partir da Operação Furna da Onça e os denunciou em dezembro com mais 24 pessoas, como o ex-governador Sérgio Cabral, ex-deputados e assessores da Assembleia Legislativa (Alerj), ex-secretários de Estado e ex-dirigentes da cúpula do Detran-RJ. Os denunciados sem prerrogativa de foro, incluindo os ex-deputados não reeleitos Coronel Jairo, Edson Albertassi, Jorge Picciani, Marcelo Simão e Paulo Melo, tiveram o processo desmembrado para a 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, que recebeu essa denúncia em fevereiro, tornando-os réus.

Polícia Civil faz operação simultânea em Magé, Guapimirim, São Pedro da Aldeia e Petrópolis um ano após a morte de Paulinho P9

Um ano e dois meses após o assassinato do suplente de vereador e influenciador digital Paulo Henrique Dourado Teixeira, o Paulinho P9, 33 – ocorrida em março de 2018 – agentes da Delegacia de Homicídio da Baixada, com apoio de outros núcleos da Polícia Civil, cumprem hoje (21) mandados de busca e apreensão em vários endereços nos municípios de Magé, Guapimirim, São Pedro da Aldeia e Petrópolis, um deles do deputado estadual Vandro Lopes Gonçalves, o Vandro Família.

A ação desta terça-feira é no âmbito que apura o crime. Batizada de P9, a operação visa cumprir 20 mandados emitidos pela Justiça com o objetivo de encontrar alguma coisa que possa ligar os alvos a um suposto grupo de extermínio.

Aperibé vai gastar o suficiente para comprar 1.800 botijões de gás, mas contratos não revelam a quantidade a ser entregue

Os três contratos somam pouco mais de R$ 118 mil, mas não revelam a quantidade que está sendo adquirida Depois de comprometer R$ 840 mil reais com a compra de pães, bolos, rosquinhas, salgadinhos, leite e manteiga em uma padaria da cidade, sem deixar claro a quantidade a ser adquirida, a Prefeitura de Aperibé volta a fazer o mesmo em relação ao fornecimento de gás de cozinha para algumas secretarias. Os três contratos firmados recentemente para esse objeto somam R$ 118.180,00, o suficiente para comprar mais de 1.800 botijões de 13 quilos em um ano, considerando o preço médio unitário de R$ 65.

Os contratos 048, 049 e 061 – com valores globais de R$ 7.684,00, R$ 45.686,00 e R$ 64.800,00 – foram firmados com a micro empresa Josiane Castilho Campos, mas em nenhum deles está definida a quantidade a ser entregue nos 12 meses de validade de cada. No contrato de menor valor, por exemplo,  consta que serão entregues cilindros de 45 quilos e botijões de 13 quilos para as secretarias de Educação, Agricultora, Obras e Administração, mas nada diz sobre a quantidade.

Previsões para o crescimento da economia estão cada vez menores

Estimativa de queda é de 0,68% no primeiro trimestre deste ano.

Com a tramitação da reforma da Previdência em ritmo menor do que o esperado, o mercado financeiro tem reduzido cada vez mais a previsão para o crescimento da economia este ano. O fraco desempenho da economia foi apontado na última semana pelo Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que apresentou queda de 0,68% no primeiro trimestre deste ano.