Encontro com Eduardo Paes

Empresários e profissionais liberais da Baixada Fluminense tem um encontro marcado na manhã desta sexta-feira com o pré-candidato ao governo do estado do Rio de Janeiro pelo DEM, Eduardo Paes (foto) e com o ex-secretário estadual de Saúde secretário de Saúde Luiz Antonio Teixeira Júnior, o Dr. Luizinho. Será às 8h no Hotel Mercure, em Nova Iguaçu, oportunidade na qual será discutido o panorama atual dos 13 municípios da região em setores como economia, saúde e desenvolvimento, e também apresentadas propostas das entidades de classe para o futuro da Baixada. 

 

Responsável por aumento de salário dos agentes políticos será o novo prefeito de Japeri: vice terá de governar no impedimento do titular

Quando, no dia 26 de junho de 2016, no topo da crise econômica, o então presidente da Câmara de Japeri, Cesar Melo (foto), apresentou mensagem aumentando em até 87% os salários do prefeito e do vice, além dos vencimentos dos vereadores e do primeiro escalão do governo para vigorar a partir de janeiro do ano passado, ele já sabia que seria o vice do prefeito Carlos Moraes Costa, preso na última sexta-feira. Sem bola de cristal ele não tinha certeza de que a chapa venceria as eleições e que seria beneficiado, mas não se pode dizer que não se deu bem nessa. Como atual vice ele ganha mais do que o anterior e o salário de agosto que vai cair em sua conta será maior que o antecessor de Carlos. É que a Justiça, ao decretar a prisão de Moraes também decidiu pela suspensão do exercício de função pública e, por conta disso, Cesar terá de assumir o governo interinamente até que a situação se resolva. Uma coisa é certa: como vice, Melo vai sair de um salário de R$ 19.500 para R$ 23.772 (42%) e terá 100% do Poder Executivo em suas mãos.

Como a decisão judicial prevalece e a prisão temporária do prefeito foi convertida em preventiva (sem prazo para ele ser solto), Cesar terá de ser empossado no cargo para governar temporariamente o município, o que, para evitar prejuízos administrativos para o município, espera-se que ocorra nessa segunda-feira, assim como o vereador conhecido na cidade como Pastor Alex – atual vice-presidente do Poder Legislativo – precisa assumir o comando da Câmara, já que o presidente Wesley George de Oliveira, o Miga, também teve a prisão e o afastamento decretado pela Justiça.

Apesar das apostas, Jorge Picciani não se comporta como um réu que estaria perto de fazer uma delação premiada

Quem está apostando que uma possível delação premiada do presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani (foto) aconteça antes da eleição e conta com isso para tentar tirar proveitos nas urnas, pode estar fazendo o lance errado no concorrido jogo da política. Pressionado pela prisão de um filho que sempre passou longe do poder e pelos graves problemas de saúde, Picciani, dizem os que estão ansiosos para ver o circo pegar fogo, já teria até adiantado os termos de sua colaboração com o Ministério Público Federal, mas não é isso que ele vem demonstrando aos mais chegados. Ontem (9), por exemplo, durante depoimento no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), Picciani mostrou-se como quem quer se defender e acredita na estratégia de defesa; não como quem estaria perto de por as cartas na mesa para livrar a própria cabeça e a do filho Felipe, preso junto com ele e os deputados Paulo Melo e Edson Albertassi durante a operação Cadeia Velha, em novembro do ano passado.

No depoimento prestado segunda-feira o deputado afastado negou ter recebido propina da Odebrecht e de empresários do setor de transportes. Falou até que não tinha uma relação próxima com o ex-governador Sergio Cabral, mesmo diante da afirmação do delator Carlos Miranda de que Picciani participava do esquema de propina desde a época em que Cabral comandava a Alerj e que, mesmo sem mandato teria recebido R$ 400 mil mensais entre 2011 e 2014.

Luizinho nega ter recebido convite para ser candidato a vice de Paes

O ex-secretário estadual de Saúde mantém pré-candidatura a deputado federal

"Tudo não passa de especulação. Não recebi nenhum convite nesse sentido. O Eduardo Paes nunca conversou comigo sobre isso". Foi o que disse hoje (19) o ex-secretário estadual de Saúde, Luiz Antonio Teixeira Junior, o Luizinho da Saúde (foto), em relação a uma notícia veiculada ontem (18), dando conta de que ele estaria sendo cotado ser o candidato a vice-governador numa chapa encabeçada pelo ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes. Luizinho se reuniu nesta terça-feira para um café da manhã com jornalistas em Nova Iguaçu, reunião na qual defendeu um maior entrosamento em favor da Baixada Fluminense. "Hoje se discute muita política na Baixada. O que precisamos fazer é discutir mais políticas para a nossa região", disse

Divulgação de pesquisa antes do prazo autorizado deve acirrar ainda mais, na Justiça, a disputa pela Prefeitura de Rio das Ostras

Feita por uma organização não-governamental sediada em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, uma pesquisa de intenção de votos deverá acirrar ainda mais, na Justiça, a disputa pela Prefeitura de Rio das Ostras, judicializada desde a abertura dos prazos para os partidos registrarem seus candidatos.  A consulta foi contratada a si mesma pela ONG Vida Brasil, teve o resultado avalizado pelo estatístico Ricardo da Costa Silva e custou apenas R$ 1.500,00, valor muito abaixo do preço cobrado no mercado, ainda mais que foi informado à Justiça Eleitoral que teriam sido ouvidos mil eleitores entre os dias 3 e 4 deste mês. A pesquisa consta como registrada no último dia 8, com divulgação autorizada para a próxima quinta-feira (14), daí o motivo de questionamento, pois o resultado foi veiculado nesta segunda-feira por uma emissora afiliada à Rede Record, que não respeitou o prazo legal de cinco dias a contar da data da concessão do registro, estabelecido pela Lei Eleitoral.

*Em respeito à legislação só divulgaremos os números apurados na próxima quinta-feira, uma vez que a Justiça estabeleceu o dia 14 de junho para publicação do resultado.