Vice de Itaguaí quer ser prefeito, mas diz que Mangaratiba é o município onde ele pretende “viver e morrer”

Abeilardinho discursou dizendo ter orgulho de morar em Mangaratiba Pré-candidato ao governo municipal nas eleições de 2020, o atual vice-prefeito de Itaguaí prefere morar em Mangaratiba, onde, assegura pretende "viver e morrer", pois foi o município que o acolheu.

A declaração de Abeilard Goulard de Souza Filho, o Abeilardinho (confira aqui), foi feita em agosto do ano passado, durante uma sessão da Câmara de Vereadores de Mangaratiba, na qual ele fora homenageado com uma moção pelo vereador Helder Rangel.

TSE cassa prefeito e vice eleitos em eleição suplementar

Novo pleito vai acontecer no dia 27 de outubro

José Jaydson estava inelegível por oito anos, mas mesmo assim concorreu na eleição suplementar realizada em junho de 2018 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou, na sessão plenária desta terça-feira (24), a cassação dos diplomas de José Jaydson Saraiva de Aguiar (PTB) e Mardes Ramos de Oliveira (PP), eleitos prefeito e vice-prefeito do município de Tianguá (CE) no pleito suplementar realizado em 3 de junho de 2018. A Corte Eleitoral determinou ainda a realização de nova eleição no município, no dia 27 de outubro.

Paulo de Frontin pode ter um nome novo na disputa pela Prefeitura

Opção de deverá ser pelo PTB

De olho no futuro, Maneko prega a união de forças As eleições municipais só vão acontecer no dia 4 de outubro do próximo ano, mas na pequenina Engenheiro Paulo de Frontin, no Centro Sul do estado do Rio de Janeiro, as mobilizações internas já começaram. De namoro com o PTB e com apoio de nomes importantes da política local, como o ex-prefeito Eduardo Paixão, um nome novo já ensaia sua pré-candidatura. Trata-se de José Emmanoel Rodrigues Artemenko, o Maneko Artemenko. Sua meta é unir forças, segundo ele, para aproveitar as vocações econômicas da região e concentrar esforços visando para o desenvolvimento sustentável.

Liberdade de imprensa ganha mais uma de Bolsonaro: TSE arquiva ação contra Folha de S. Paulo e Haddad

O ministro Jorge Mussi destacou o princípio da liberdade de imprensa (Foto: TSE/Divulgação) Por unanimidade, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou uma ação do presidente da República, Jair Bolsonaro, que pedia investigação contra Fernando Haddad, seu adversário político durante a campanha das Eleições 2018, e o jornal Folha de S. Paulo. O argumento de Bolsonaro, ainda candidato quando protocolou a ação, era que Haddad e sua vice, Manuela d’Ávila, teriam se aliado ao jornal para atacar sua campanha, principalmente com a reportagem que denunciou o impulsionamento de mensagens em massa pelo WhatsApp.

O relator da ação, ministro Jorge Mussi, votou pela improcedência dos argumentos e determinou o arquivamento do processo. Durante seu voto, Mussi destacou o princípio constitucional da liberdade de expressão e afirmou que a atuação da Justiça Eleitoral em situações que envolvem os meios de comunicação social deve ser realizada com a menor interferência possível, de modo a prevalecer a livre manifestação do pensamento e o direito de informação.

TSE cassa vereadores envolvidos em caso de candidaturas fraudulentas

Políticos foram condenados por lançar candidatas fictícias com o intuito de alcançar a cota de gênero de 30% prevista na Lei das Eleições

Por maioria de votos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu manter a cassação e a inelegibilidade de seis vereadores eleitos em 2016 na cidade de Valença do Piauí (PI). Eles foram acusados de se beneficiar de candidaturas fictícias de mulheres que não chegaram sequer a fazer campanha eleitoral. O julgamento, que teve início no dia 14 de março deste ano, foi retomado na sessão plenária desta terça-feira (17).

Retirada de microfones teria impedido sessão na Câmara de Belford Roxo: presidente estaria correndo risco de perder o cargo

Ao que parece não é só o reduto que o presidente da Câmara Municipal de Belford Roxo, Márcio Pagniez, o Marcinho Bombeiro (foto), estaria correndo risco de perder. Fonte ligada à Casa revelou agora há pouco que a sessão marcada para esta terça-feira (27), não ocorreu porque Márcio teria ordenado a retirada dos microfones. O que se comenta nos corredores do poder é que o presidente teria perdido o apoio da maioria dos vereadores e estaria correndo risco de ser destituído do cargo para que uma nova eleição aconteça, como ocorreu nessa mesma legislatura, quando Marco Aurélio de Almeida Gandra, o Marquinho Gandra, deixou a cadeira de presidente e Pagniez a assumiu.

Ainda de acordo com a fonte, a perda de apoio seria pelo fato de os vereadores entenderem que Marcinho – que foi eleito presidente com apoio do prefeito Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho – teria traído o prefeito. 

Fora do poder desde que teve prisão decretada, ex-presidente da Câmara de Japeri mira as eleições de 2020

Afastado da Câmara de Vereadores de Japeri há mais de um ano, sem sequer poder entrar na Casa que presidiu por 18 meses, Wesley George de Oliveira, o Miga está de olho nas eleições do próximo ano. Pelo menos é o que ele sugere nas redes sociais em imagem da campanha de 2016, com a hashtag  "2020 é logo ali". Ele foi preso sob acusação de associação para o tráfico de drogas junto com o prefeito Carlos Moraes Costa e o também vereador  e Claudio José da Silva, o Cacau, que permanecem encarcerados. Embora esteja afastado da Câmara desde o dia 30 de julho do ano passado, Miga continua ganhando como vereador, assim como Cacau.

Embora tenha sido afastado do cargo de presidente da Câmara e do mandato de vereador, Wesley George de Oliveira não tem ainda nenhum impedimento legal em relação a uma candidatura a cargo eletivo, e se tiver o afastamento suspenso pela Justiça poderá retornar ao Legislativo.

Grupo do prefeito cassado vence eleição suplementar em Paraty, repetindo o resultado apertado de 2016

Os eleitores de Paraty, cidade histórica do estado do Rio de Janeiro, voltaram às urnas neste domingo (4) para eleger, em pleito suplementar, o novo do prefeito. O escolhido é Luciano de Oliveira Vidal (MDB), vice na chapa encabeçada por Carlos José Miranda, o Casé, que venceu as eleições de 2016 e foi cassada nas três instancias da Justiça Eleitoral, sob a acusação de uso da máquina administrativa. Casé que tinha sido eleito em 2012, foi condenado por usar um programa social da Prefeitura, o Paraty, Minha Casa é Aqui para se reeleger. O resultado deste domingo mostrou a mesma disputa acirrada de 2016: Vidal foi eleito com 44,29% dos votos e o segundo colocado, José Carlos Porto Neto, o Zezé  (PTB) – o mesmo da eleição anulada – obteve 44,12%. No pleito de 2016 Casé somou 38,71% e Zezé 38.68%.

Montado na máquina administrativa – O prefeito reeleito em 2016 foi denunciado por distribuir títulos de propriedade de imóveis, cartão de alimentação e realização de obras em terreno particular. Carlos José Gama Miranda tinha derrotado o então prefeito José Carlos Porto Neto em 2012 e partiu para a reeleição montado na máquina administrativa. Venceu com apenas cinco votos de vantagem, mesmo tendo distribuído 210 títulos de propriedade há menos de um mês da eleição e beneficiado os servidores municipais com a redução da carga horária de trabalho, passando de 44 para 40 horas por semana.