Guapimirim já convocou 475 aprovados

Marcos Aurélio acabou de fazer a 10ª chamada do último concurso, mas Denis ignora até decisão judicial que determinou convocações de concursados O município é o mais rápido do estado até agora na conclusão de concursos públicos e Belford Roxo o mais lento, ainda registrando pendências referentes a dois certames já caducados

O município de Guapimirim é o mais ágil do estado do Rio de Janeiro na tramitação de processos seletivos, acelerando as convocações e as substituições de candidatos desistentes. Foi assim com o concurso público realizado em 2012 e com o certame promovido no ano passado, chamando sempre além do número de vagas oferecidas nos editais que sustentam juridicamente os concursos. Segundo dados da Secretaria de Administração, este ano já foram convocados 475 aprovados em 10 chamadas, sendo 132 além do número de vagas imediatas oferecidas no edital. De acordo com a administração municipal, novas convocações poderão acontecer dentro do prazo de validade do último concurso se houver vagas. O certame de 2012 já perdeu a validade e todas as vagas nele disponibilizadas foram preenchidas em menos de um ano, tendo ocorrido mais de 100 além das vagas disponibilizadas no edital. De acordo com levantamento feito pelo elizeupires.com, Belford Roxo é o município mais lento na tramitação e não preencheu a totalidade das vagas oferecidas nos dois últimos concursos - ambos já vencidos - mesmo com decisões judiciais determinando as convocações.

Ex-prefeito de Guapimirim e seis empresas poderão ter que devolver R$ 46 milhões aos cofres públicos

Para se livrar da condenação Junior vai ter que provar em sua defesa que os contratos foram efetivamente cumpridos O ex-prefeito de Guapimirim, Renato Costa de Mello Júnior, o Junior do Posto e as empresas Comércio de Produtos Alimentícios Beira Rio, Trena XV Comércio de Materiais de Construção e Serviços, CHM Construtora, Klauã Comércio de Produtos e Serviços, Marcterra Terraplanagem e Construções e Transportadora Unidos de Guapi, poderão ter que devolver R$ 46 milhões aos cofres públicos, por conta de contratos para prestação de serviços e fornecimentos que não teriam sido comprovados. De acordo com o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), o ex-prefeito e as empresas só ficarão livres da responsabilidade se Renato apresentar defesa comprovando que as firmas cumpriram efetivamente com os objetos dos contratos.

A decisão foi tomada pela corte de contas depois de uma Auditoria Governamental realizada na Prefeitura. Pela decisão, Renato e a empresa Beira Rio, que fornecia alimentos para a merenda escolar, terá de devolver R$ 592.162,48, “por não terem comprovado a entrega de carnes para a alimentação de alunos matriculados na rede de ensino público” e “pela ausência de comprovação de fornecimento de materiais e serviços de transporte, Renato Costa de Mello Júnior e a empresa Trena XV Comércio de Materiais de Construção e Serviços terão que devolver R$ 2.777.237,50”, enquanto que “pelo contrato firmado com a CHM Construtora para realização de serviços na manutenção da rede elétrica municipal, a devolução será R$ 9.915.181,76”.

Guapimirim faz a nona convocação

A Prefeitura de Guapimirim já convocou 464 candidatos aprovados no concurso público realizado no ano passado. Com 14 classificados chamados, o novo edital  foi divulgado no final de semana. Segundo o documento, deixaram de comparecer para apresentação da documentação necessária os  aprovados com  as inscrições nº.29288, 22912, 23411, 24057,15959, 32131 e pediram demissão os inscritos sob os números 21752, 25603, 25359 e 27405. Ainda segundo o edital, o aprovado com inscrição 20521  não compareceu prazo estipulado tomar posse e os convocados  32218, 27611 e 14029 não se apresentaram para trabalhar. Para conferir a nona lista de convocação basta clicar nas palavras em vermelho.

 

Atenções voltadas para Guapimirim

O clima passou a ser de tensão por conta de uma suposta ameaça ao vice-prefeito da cidade Suposta ameaça a vice-prefeito seria tentativa de  golpe para tomar o poder

As autoridades de segurança do estado do Rio de Janeiro foram acionadas para tomarem providências em relação a um suposto esquema para executar o vice-prefeito de Guapimirim, Wagj Faraht, a partir de um boletim de ocorrência lavrado na delegacia local. A suposta ameaça de morte teria sido feita há pelo menos quinze dias e seria uma espécie de pressão para que Faraht renunciasse ao cargo de vice-prefeito, deixando o caminho livre para que um grupo possa tomar o poder de forma mais rápida, numa eventual cassação do prefeito Marcos Aurélio Dias (PSDC), embora não esteja tramitando nenhum processo legal nesse sentido. Pelo que se comenta nos corredores do poder local, o esquema envolveria vereadores, o que contribui para um clima de tensão no município.

Mais 33 convocados desistem de Guapimirim

A maioria é de convocados para os setores de Saúde e Educação

Subiu para 105 o número de candidatos aprovados no concurso realizado pela Prefeitura de Guapimirim no ano passado, convocados para se apresentarem e tomar posse em várias funções (chamados em sete editais), que optaram por não trabalhar no município. Segundo dados do oitavo edital de convocação divulgado hoje pela Secretaria de Administração, deixaram de atender ao chamado seis candidatos, enquanto 12 dos já empossados pediram demissão. O oitavo edital revela ainda que 11 apresentaram os documentos, mas não compareceram para tomar posse e quatro tomaram posse, mas não entraram em exercício. Entre os nomes substituídos nessa nova convocação 10 são da área da Saúde e 12 da Educação, além de guardas municipais.  O edital divulgado hoje faz 36 convocações para várias áreas.

Nada como um dia após o outro

Rodrigo pode ser candidato em 2016 Derrotado em 2012 hoje é visto como esperança para Tanguá

"Se arrependimento matasse..." Essa frase interrompida foi ouvida na noite de ontem durante uma reunião de lideranças políticas dos municípios de Rio Bonito, Tanguá e Itaboraí, com vistas à disputa eleitoral de 2016 para prefeito e refere-se ao prefeito de Tanguá, Válber Luiz Marcelo (PTB), eleito em 2012 com quase o dobro dos votos do segundo colocado, Rodrigo da Costa Medeiros (PP), agora apontado como "esperança" para o município.

Má gestão espanta aprovados para Saúde e Educação em Guapimirim

O prefeito Marcos Aurélio Dias parece desconhecer os problemas existentes em alguns setores da administração municipal Quarenta e sete aprovados em concurso e convocados para essas duas áreas não tomaram posse

Dos cerca de R$ 100 milhões em repasses do governo federal recebidos pelo município de Guapimirim durante o ano passado (exatos R$ 99.441.891,55) pelo menos 60% foram destinados aos setores de Saúde e Educação, mas isso não significa dizer que as coisas melhoram nessas duas áreas. É disso que reclamam alguns profissionais desses setores e o que sugere a desistência de candidatos aprovados no concurso público realizado pela Prefeitura em 2014 para preencher cargos de provimento efetivo na administração municipal. De um total de 69 desistências e três pedidos de demissão, 27 são da área da Saúde e 20 do setor de Educação, a maioria de médicos e professores.

Número de desistentes aumenta em Guapimirim

A Prefeitura está acelerando as convocações Mais aprovados ignoram chamada e três convocados já pediram demissão

Promulgado no dia 23 de dezembro o concurso público realizado pela Prefeitura de Guapimrim parece não ter significado coisa alguma para pelo menos 20% dos aprovados convocados até agora para assumirem as funções para as quais concorreram e foram aprovados dentro do número de vagas, pois subiu para 72 o número de desistentes e pelo menos três - dois médicos e um professor - já pediram demissão. Até a divulgação do sexto edital de convocação, no dia 3 de fevereiro, 280 dos aprovados chamados nos quatro primeiros editais 45 havia desistido. Saíram então mais duas convocações, elevando para 375 o número de convocados, mas o sétimo edital, divulgado na última terça-feira, chamando mais 29 candidatos, revela três demissões e mais desistências. Ao todo, até agora foram convocados 404 profissionais, sendo 72 em substituição.

TRE confirma cassação de dois vereadores de Guapimirim

Iram e Alexandre pegaram oito anos de inelegibilidade Afastados da Câmara de Guapimirim desde julho de 2013, por serem réus em processo por formação de quadrilha, os vereadores Iram Moreno de Oliveira (PMDB) e Alexandre Duarte (PSC) tiveram a cassação de seus mandatos confirmada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), por abuso de poder político e econômico. Segundo o desembargador federal Abel Gomes, relator do processo, “houve utilização de cargos eletivos em benefício de interesses próprios, com influência e repercussão no pleito eleitoral de 2012". No caso de Iram o magistrado levou em conta o fato de ele ser o responsável de fato pela Clínica J.M. Radiologia Modelo, que praticava assistencialismo com fins eleitorais.  Além da perda do mandato os dois foram condenados a oito anos de inelegibilidade.

No final de novembro do ano passado Iram teve contra sim uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que rejeitou o recurso contra a negativa de habeas corpus impetrado em favor do vereador para que ele reassumisse. Esse processo é relativo ao afastamento dele em função da ação criminal por formação de quadrilha. Agora, com a decisão do TRE-RJ, mesmo que o STF reveja sua posição Iram não retorna, pois teve o mandato cassado.

Calote oficial pode afetar serviços básicos em Guapimirim

Marcos Aurélio nem pode dizer que a receita caiu. O que dizem por lá é que "o problema é de gestão" Numa cidade onde muitos mandam e ninguém governa o futuro está em lugar incerto e não sabido

Com um universo populacional estimado em 56 mil moradores pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município de Guapimirim é um dos poucos do estado do Rio de Janeiro que não pode reclamar de queda na receita em se tratando de repasses do governo federal. A população, entretanto, não tem muito o que comemorar e a maioria dos fornecedores e prestadores de serviços também não, pois, em alguns casos, não recebem há cinco meses, calote instituído por uma gestão na qual muitos mandam e ninguém governa, embora a cidade tenha um prefeito de direito, Marcos Aurélio Dias (PSDC).