Max Lemos namora agora o PSDB e poderá ter vereador eleito pelo MDB como candidato a vice em disputa em Nova Iguaçu

De namoro com o PSDB, depois de um flerte com o PDT, o deputado estadual Max Lemos (MDB), em sua empreitada para disputar a Prefeitura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, está piscando os olhos para o vereador Fábio José de Freitas Santos, o Fabinho Maringá, com vistas a uma possível composição de chapa. Max não faz segredo que gostaria de ter Maringá como companheiro de chapa, um possível companheiro de chapa.

Sucessão em Queimados começa a ser desenhada

Vice-prefeito deverá candidato contra o governo

Atualmente no PSDB, mas a caminho do DEM, o vice-prefeito de Queimados, Carlos Machado (foto), não faz mais parte do chamado grupo político do deputado estadual Max Lemos, ex-prefeito da cidade. Machado é pré-candidato à sucessão do prefeito Carlos Vilela, que embora tenha dito no ano passado que concorreria à reeleição, poderá ser substituído na disputa pelo atual secretário de Educação, Lenine Lemos, irmão de Max.

Prefeito de Queimados é absolvido em CPI esquisita

Carlos Vilela chegou a ser afastado em decisão classificada na Justiça como arbitrária

Vilela chegou a ser afastada numa decisão apontada como arbitrária Por unanimidade os vereadores de Queimados decidiram arquivar a comissão processante aberta para investigar suposta apropriação indébita de contribuições da previdência dos servidores e renúncia de receita. Carlos Vilela, que chegou a ser afastado do cargo pela Câmara, foi absolvido. Depois do afastamento esquisito, o relatório da comissão aponta "inexistência dos fatos imputados e a ausência de materialidade nas denúncias", evidenciando que os parlamentares exageram na dose quando, no dia 8 de outubro, por nove votos a seis, decidiram afastar Vilela cautelarmente por 90 dias.

“Se sair perde a cadeira, deputado”

Max Lemos não admite, mas já recebeu o recado

Max Lemos sabe que não está no controle do barco Ensaiando para o que os seus aliados chamam de o "grande baile", o deputado estadual Max Lemos pode até ir à festa, mas para ficar assistindo, sentadinho em um canto, pois se levantar para dançar, perde a cadeira, um risco e tanto. É isto que está preparado no MDB para o ex-prefeito de Queimados, que sonha governar Nova Iguaçu, mas precisa deixar seu partido se quiser disputar o cargo.

Se não combinar com os ‘russos’ pode dar ruim, deputado

Parlamentar quer mudar de partido para concorrer a prefeito, mas será que o suplente vai deixar passar em branco

Se o suplente não abrir mão de nada adiantaria uma "quebrada de galho" de Leonardo Picciani em favor de Max Lemos De malas prontas para deixar o MDB e embarcar do no PDT com a pretensão de concorrer ao cargo de prefeito em Nova Iguaçu, o deputado estadual Max Lemos pode estar numa sinuca de bico, pois a legislação que prevê punição em caso de infidelidade partidária pode lhe tirar o mandato que, na verdade, pertence ao partido e não ao político eleito por ele. Como o caso dele não se enquadra na janela partidária que será aberta em março de 2020, o primeiro suplemente do MDB, Atila Nunes, pode reivindicar a vaga assim que a saída de lemos for oficializada.

Justiça devolve cadeira ao prefeito de Queimados: Carlos Vilela voltará à Prefeitura daqui a pouco

Afastado de forma abrupta do cargo na última terça-feira (8) em decisão tomada por menos de dois terços da formação da Câmara, o prefeito de Queimados, Carlos Vilela (foto), voltará ao governo daqui a pouco, por decisão da Justiça. Ele é alvo de uma comissão de investigação instalada para apurar suposto ato de improbidade administrativa no atraso de repasses de contribuições ao fundo de pensão dos servidores municipais. Ocorre que entre os nove parlamentares que decidiram pelo afastamento estão cinco que cumpriam mandato na gestão passada e nada fizeram em relação a fatos ainda mais graves que teriam ocorrido durante a administração de Max Lemos.

A decisão em caráter liminar foi expedida pelo juiz da 1ª Vara Cível de Queimados, Luís Gustavo Vasques. Ele observou que a Câmara não observou o rito necessário ao processo. "Em nenhum momento do rito acima estabelecido para a apuração de eventual prática de infração político-administrativa pelo prefeito municipal existe a possibilidade de afastamento cautelar e temporário do cargo, o que, por consequência, identifica o vício havido na decisão de afastamento prolatada pela autoridade coatora", pontuou o magistrado

Deputado ‘andou’ para homenagem prestada por vereador em Nova Iguaçu

Max Lemos não apareceu para receber medalha

Max não foi à Câmara nem enviou um representante Alguns colegas do vereador Paulo da Costa Pinheiro, o Paulinho da Padaria, estão rindo até agora. Ele esperava recepcionar o deputado Max Lemos na sessão desta quinta-feira (3) para entregá-lo a Medalha Comendador Soares, maior honraria simbólica do município, mas levou "bolo". Lemos não só não compareceu como não mandou um representante.

CPI quer ampliar fiscalização das concessionárias de energia

Projeto de lei vai permitir celebração de convênio entre os governos estadual e federal

A Light tem sido denunciada à Justiça por abusos diversos As concessionárias de energia elétrica que estão em operação no estado do Rio de Janeiro poderão ser fiscalizadas, a partir do próximo ano, pela Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (AGENERSA). Os deputados que compõem a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar os serviços prestados pelas empresas LIGHT e Enel se reuniram, na sede do Palácio Guanabara, com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Lucas Tristão. Na pauta do encontro, a celebração de um convênio entre a AGENERSA e a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), atual responsável por esse tipo de fiscalização no país.

Queimados: clínica de marido da chefe de gabinete do prefeito tem contrato renovado por R$ 4,2 milhões

A contratação de empresa que tenha em seu quadro societário familiar de detentor de cargo em comissão ou função de confiança no órgão contratante é vedada no âmbito federal pelo Decreto 7.203/2010 e há uma jurisprudência do Tribunal de Contas da União sustentando isso. Mas ao que parece a administração municipal de Queimados, na Baixada Fluminense, não vê impedimento algum. Tanto é assim que o ex-prefeito Max Lemos contratou e o atual governante da cidade, Carlos Vilela vem renovando – desde 2017 – o contrato com o Centro Nefrológico de Queimados, que tem como sócio o comerciante Sérgio Murilo Baltar, marido da chefe de gabinete de Vilela, Gilda Fátima de Oliveira Silva Baltar, que está no governo desde a gestão de Lemos. O contrato aditivos datados entre 2016 e 2019 somam cerca de R$ 18 milhões.

Os contratos para prestação de serviços de saúde complementar nos quais o Centro Nefrológico de Queimados aparece representado por Sergio Murilo Baltar somam exatamente R$ 17.947.923,70 (confira aqui). No Instrumento Contratual nº 194/16 referente a um termo aditivo de R$ 1.243.033,45 feito ao contrato 016/2016, por exemplo, além de Sergio, figuram como representantes José Roberto Cavalcante Alves e Andréa Regina Eurich Santos. Depois vem o Instrumento Contratual n° 041/17 – no valor R$ 6.244.075,04 – no qual constam como representantes da empresa José Roberto, Andrea Regina e Sergio, que também representaram o Centro Nefrológico no Instrumento Contratual 058/2018, também no valor de R$ 6.244.075,04.