Encontro, com participação de todos os secretários, aconteceu em Nova Iguaçu
Encontro, com participação de todos os secretários, aconteceu em Nova Iguaçu
Recomendação envolve assentamento de agricultores sob ameaça de milicianos
Mas ainda não se decidiu sobre o transporte de alunos
Com recursos próprios busca aprendizagem em New York
O Ministério Público Federal (MPF) realizará audiência pública no dia 6 de maio para debater intolerância religiosa e a promoção da valorização das comunidades de religiões de matriz africana em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Um inquérito civil público foi instaurado para acompanhar as violações contra a liberdade religiosa na região. A audiência pública faz parte de um cronograma de ações estabelecidas pela comissão permanente de combate à intolerância religiosa instituída pelo MPF e pretende ouvir autoridades municipais, estaduais e federais sobre as violações que vêm ocorrendo na Baixada Fluminense.
Além de membros do MPF e demais cidadãos, o procurador da República Julio José Araujo Junior, autor da convocação, remeteu o convite à Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, à Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), à prefeitura e às Secretarias de Fazenda, Cultura e Educação de Nova Iguaçu (RJ) e demais autoridades públicas.
Resultado de uma parceria com a direção do Hospital Geral de Nova Iguaçu, o Hospital da Posse, equipes de órgãos de segurança das prefeituras de Nova Iguaçu, Nilópolis e São João de Meriti estão nas ruas numa campanha educacional para reduzir o número de acidentes de trânsito na Baixada Fluminense, um problema grave que acaba por sobrecarregar ainda mais o já superlotado HGNI. Ontem (5), por exemplo, foi o 'Dia D' da campanha 'SOS Hospital da Posse', com apoio dos governos municipais, agentes das polícias Militar, Civil, Rodoviária Federal e do Corpo de Bombeiros.
Segundo o coronel Francisco D’ambrosio, secretário de Ordem Pública de São João de Meriti, uma das grandes preocupações no trânsito são motociclistas que pilotam sem o mínimo de segurança. "Muitos insistem em não usar o capacete e sequer levam a habilitação. Então estamos buscando conscientizar a população dos riscos e cuidados que devem ser tomados para reduzir os efeitos trágicos dos acidentes que tanto pesam no orçamento do Hospital da Posse", afirmou.
Embora tenha desde 2014 uma empresa contratada para fazer a "operacionalização e manutenção preventiva e corretiva com troca de peças" de sua frota de máquinas e caminhões, a Prefeitura de Queimados está deixando alguns equipamentos se deteriorem. O contrato em vigor foi firmado no dia 30 de agosto de 2018 com uma empresa sediada em Nova Iguaçu. Tem validade de um ano e o valor global é de R$ 3.768.315,04. Este é o segundo termo de prestação de serviços com a mesma firma. O anterior, datado de 13 de junho de 2014, era de R$ 3.804.672,96, foi homologado pelo ex-prefeito Max Lemos e desde então vinha sendo renovado através de termos aditivos. No ano passado foi feita uma nova licitação, da qual a mesma foi declarada vencedora.
Esta semana o vereador Elerson Leandro Alves (PPS) – que vem fiscalizando as ações da administração municipal e apresentado denúncias de possíveis irregularidades na Tribuna da Câmara Municipal – este no local onde os equipamentos estão guardados e fez várias imagens, as quais mostram caminhões e máquinas se deteriorando, no que pode ser chamado estado de canibalização.
O pregão será nesta quinta-feira, às 15
A unidade foi reaberta em 2018
Deputado estaria exercendo mais que o seu mandato no Legislativo fluminense
O presidente da Casa é o deputado André Ceciliano (PT), mas tem um "marinheiro de primeira viagem" tentando dar as cartas por lá. O "poderoso" em questão seria o emedebista Max Lemos (foto), um aliado de primeira hora do ex-presidente Jorge Picciani, que acaba de ser condenado a 21 anos de prisão por pratica de corrupção, apontado como um dos cabeças de um esquema de recebimento de propina, do qual participavam ainda outro ex-comandante da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Paulo Melo e o ex-deputado Edson Albertassi. Antes de eleger-se prefeito de Queimados pela primeira vez em 2008, Max teve um longo aprendizado na presidência do Legislativo fluminense, onde assessorou Picciani.