Como, onde e em quê o dinheiro público está sendo gasto em Queimados? Responde aí, prefeito

● Elizeu Pires

Os números dos gastos da gestão Glauco Kaizer são tão transparentes que não há como vê-los Além da receita própria, eventuais verbas de convênios, emendas parlamentares e repasses do governo estadual, o município de Queimados, na Baixada Fluminense, já recebeu este ano cerca de R$ 80 milhões em transferências constitucionais. Mas o cidadão interessado em fazer o controle social que lhe é garantido por força de lei não consegue saber onde, como e em quê a gestão do prefeito Glauco Kaizer – um pastor que, segundo os mais fanáticos foi escolhido por Deus para mudar as coisas por lá – vem gastando os recursos públicos.

MP recebe denúncia de suposto favorecimento e restrição à competitividade em escolha de OS para gerir hospital público em Queimados

● Elizeu Pires

Foi dada entrada nesta quinta-feira (12) na 3ª Promotoria de Tutela Coletiva do Ministério Público, em Nova Iguaçu, representação com pedido de investigação sobre o processo de escolha de uma nova instituição para gestão compartilhada do hospital maternidade do município de Queimados, ao custo global de R$ 22.499.354,92 22 milhões por ano, R$ 6,2 milhões acima do valor atualmente contratado. Paralelamente, ato semelhante tramita no Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), que deu 48 horas para que a Comissão Especial de Seleção da Secretaria Municipal de Saúde se pronuncie sobre as possíveis irregularidades apontadas no edital do certame, que foi realizado na última terça-feira.

Queimados: Prefeitura barrou cinco instituições na disputa por um contrato de R$ 22 milhões e palavra final deve ficar com a Justiça

● Elizeu Pires

Termina nesta quinta-feira (12) o prazo de 48 dados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) para que a Prefeitura de Queimados se manifeste "acerca de todas as irregularidades" apontadas em representação pela impugnação do edital de um chamamento realizado terça-feira (10) pela Comissão Especial de Seleção da Secretaria Municipal de Saúde. O certame tem como objeto a escolha uma nova instituição para gestão compartilhada do hospital maternidade do município, ao custo global de R$ 22.499.354,92 22 milhões por ano, R$ 6,2 milhões acima do valor atualmente contratado. Sejam lá quais forem as explicações, o caso deverá ir parar na Justiça, já que uma denúncia de suposto direcionamento e restrição de competitividade está a caminho do Ministério Público.

TCE dá prazo de 48 horas para Prefeitura se manifestar sobre irregularidades em edital para contratação de OS por R$ 22 milhões

● Elizeu Pires

Em decisão tomada no final da tarde desta terça-feira (10) a conselheira substituta do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), Andreia Siqueira Martins, deu prazo de 48 horas para a Prefeitura de Queimados, na Baixada Fluminense, se pronuncie “acerca de todas as irregularidades” apontadas em representação pela impugnação do edital de um chamamento realizado hoje pela Comissão Especial de Seleção da Secretaria Municipal de Saúde, para escolher uma nova instituição para gestão compartilhada do hospital maternidade da Prefeitura, ao custo global de R$ 22.499.354,92 22 milhões por ano, R$ 6,2 milhões acima do valor atualmente contratado.

Governo do estado investe mais R$ 176 milhões em obras na Baixada

Intervenções serão feitas em Nova Iguaçu, Queimados e Parcambi

A ordem de serviço para Nova Iguaçu soma R$ 37,4 milhões em obras - Foto: Glauber Carvalho O governador Cláudio Castro, o secretário de Estado de Infraestrutura e Obras (Seinfra), Rogério Brandi, e o prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa, deram ordem de início, nesta segunda-feira (09/05), a obras de micro drenagem e pavimentação a várias ruas nos bairros Eurico Miranda, Riachão e Grande Rio, no distrito de Austin. Serão investidos, apenas nessas intervenções, R$ 37,4 milhões.

Queimados: Apesar de suspeita de direcionamento e restrição à competitividade, Saúde mantém edital R$ 6 milhões mais caro

● Elizeu Pires

A Comissão Especial de Seleção da Secretaria de Saúde do município de Queimados, na Baixada Fluminense, indeferiu os pedidos de impugnação do edital lançado para escolha da nova instituição que fará a gestão compartilhada do hospital maternidade da Prefeitura, ao custo global de R$ 22.499.354,92 22 por ano, R$ 6,2 milhões acima do valor atualmente contratado, fechado em R$ 16.271.432,76, um "aumento inexplicável", segundo cita um dos pedidos de impugnação.

TCE recebe representação contra ato da Prefeitura de Queimados que restringe competitividade, onera em R$ 6 milhões gestão do hospital da cidade e está sob suspeita de direcionamento

● Elizeu Pires

Foi protocolada na manhã desta quinta-feira (5) no Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) representação com pedido de liminar contra a seleção de uma nova organização social para gerir o hospital maternidade de Queimados. Os argumentos sãos os mesmos do pedido de impugnação apresentado junto à Comissão Especial de Seleção da Secretaria Municipal de Saúde, até agora ignorado: restrição de competitividade, aumento da despesa sem justificativa, desprezo pelo princípio da economicidade, quando a administração municipal se propõe a pagar até R$ 22 milhões ao ano por serviços que hoje são prestados pelo valor global de pouco mais de R$ 16 milhões.

Queimados: Aumento de R$ 6 milhões previsto para novo contrato de gestão do hospital do município “é inexplicável”, aponta representação contra edital lançado pela Prefeitura

● Elizeu Pires

Conforme o elizeupires.com já revelou, a Prefeitura de Queimados está se propondo a pagar mais de R$ 22 milhões pela gestão compartilhada do seu hospital maternidade, R$ 6,2 milhões acima do valor atualmente contratado, um aumento de gasto "inexplicável", segundo relata o advogado Thiago José de Oliveira Carvalho, em representação protocolada junto à Comissão Especial de Seleção da Secretaria Municipal de Saúde, na qual cita, por exemplo, que o contrato em vigor é de R$ 16.271.432,76, o equivalente a R$ 1.355.952,73 mensais.

Prefeitura de Queimados comprou R$ 7,3 milhões em tablets e pagou a vista mesmo sem rede de internet suficiente nas escolas

● Elizeu Pires

Uma boa gestão, ao contrário do que o prefeito Glauco Kaizer fez, primeiro implantaria rede de internet suficiente nas escolas para depois comprar os aparelhos Conforme já foi revelado aqui, a compra de 6.200 tablets sem licitação pelo valor R$ 7,3 milhões feita pela Prefeitura de Queimados foi quitada a vista, com o total pago no dia 30 de dezembro, dois dias após a aquisição ter sido homologada. Quase cinco meses depois os contribuintes ficam sabendo que a gestão do prefeito Glauco Kaizer passou o carro na frente dos bois, pois, segundo revelam professores das escolas municipais "não há rede de internet suficiente nas unidades de ensino, muito menos tomadas elétricas para os alunos recarregarem os equipamentos".

A sete dias de licitar gestão compartilhada do hospital municipal, prefeito de Queimados só reconheceu, até agora, duas organizações interessadas na disputa por um contrato de R$ 22 milhões

● Elizeu Pires

Marcada para o próximo dia 10, a licitação para contratar a nova gestão compartilhada do Hospital Maternidade de Queimados - um contrato que R$ 22 milhões por ano -, só deverá contar com dois participantes, entre eles o Instituto Ideas, responsável pelo Hospital de Campanha de Nova Iguaçu e pelo Complexo de Saúde de São Gonçalo.