Só na Secretaria do Trabalho 78% dos nomeados receberiam salários sem trabalhar
● Elizeu Pires
Só na Secretaria do Trabalho 78% dos nomeados receberiam salários sem trabalhar
● Elizeu Pires
Auditorias estão sendo feitas nas secretarias e nas entidades da administração indireta, incluindo empresas estatais dependentes e não dependentes
Governador em exercício, o desembargador Ricardo Couto está ajustando a máquina administrativa - Foto: Divulgação Contando com as exonerações publicadas no diário oficial de ontem (25), o governo do estado do Rio de Janeiro alcançou a marca de 4.033 servidores comissionados desligados desde 24 de março. De acordo com dados da atual gestão, a medida deverá gerar uma economia estimada em mais de R$ 230 milhões aos cofres públicos até 31 de dezembro deste ano. Paralelamente, seguem em andamento as auditorias nas secretarias estaduais e nas entidades da administração indireta, incluindo empresas estatais dependentes e não dependentes. Novas exonerações poderão ser realizadas à medida que os trabalhos forem concluídos.
Ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, ao lado do presidente Lula e do governador em exercício do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, durante o anúncio da adesão do Estado do Rio de Janeiro ao Propag - Foto: Ricardo Stuckert/PR O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta segunda-feira (22), no Rio de Janeiro, da assinatura do termo de adesão do estado fluminense ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag). O programa representa uma solução estrutural para a dívida do Rio de Janeiro com a União, atualmente estimada em R$ 210 bilhões, e permitirá ao estado economizar R$ 3,1 bilhões nas contas públicas até dezembro deste ano.
“Decidimos fazer alguma coisa que pudesse permitir um acordo civilizatório entre dois entes federados. Ou seja: criar as condições objetivas para que o estado pudesse saldar a sua dívida em condições que ele pudesse cumprir”, ressaltou Lula. “O que é importante é que vai sobrar mais dinheiro para o governador administrar o Rio de Janeiro. E esse dinheiro, uma parte tem que ser alocada em políticas sociais, de preferência em duas áreas que são cruciais: saúde e educação”, prosseguiu o presidente.
● Elizeu Pires
Foto: Alex Ramos/Alerj O PL sabe que a candidatura de Douglas Ruas ao governo fluminense só ganharia impulso com ele instalado no Palácio, exercendo um mandato-tampão. Tanto que planejou a coisa contando que a manobra surtiria o efeito programado: Claudio Castro renuncia, Douglas é eleito presidente da Alerj, assume o governo interinamente e depois é confirmado no cargo por seus colegas deputados.
Foto: Reprodução As escolas públicas e privadas do estado do Rio de Janeiro poderão ser obrigadas a adotar procedimentos padronizados em casos de racismo e intolerância religiosa. A determinação é da Lei 11.218/26 que foi aprovada pela Assembleia Legislativa, sancionada pelo Poder Executivo esta semana e já publicada no Diário Oficial.
A medida, de autoria original do deputado Carlos Minc (PSB), recebeu a coautoria dos parlamentares Renata Souza (Psol), Lilian Behring (PCdoB), Dionísio Lins (PP), Guilherme Delaroli (PL), Yuri Moura (Psol), Luiz Paulo (PSD), Marina do MST (PT), Verônica Lima (PT), Felipinho Ravis (PP) e Jari Oliveira (PSB).
● Elizeu Pires
Foto: Reprodução Quem caiu nas graças da população do estado do Rio de Janeiro é o governador em exercício Ricardo Couto (foto). O desembargador é presidente do Tribunal de Justiça e governa até o STF decidir se haverá ou não eleição para um mandato-tampão, aparece muito bem avaliado no levantamento divulgado esta semana pelo instituto Paraná Pesquisas.