Justiça barra novas contratações em Rio das Ostras: agora só através de concurso, validando o de 2012 ou realizando um novo

Com cerca de 2,5 mil contratados temporários ocupando vagas de provimento efetivo, funções que por lei só deveriam  ser preenchidas através de aprovação em concurso público, a Prefeitura de Rio das Ostras vai ter de legalizar a situação. Em decisão do juiz da 2ª Vara da Comarca local, Henrique Assumpção Rodrigues de Almeida, a Justiça proibiu o prefeito Marcelino Borba de nomear para novos cargos comissionados, funções gratificadas e de contratar ou renovar contratos temporários. A única  exceção é em relação ao setor de Educação. A intenção do Poder Judiciário é regularizar o quadro funcional, com o município realizando novo concurso público ou validando o do de 2012, que teve o resultado final anulado por decreto e ainda está sendo discutido na Justiça.

O concurso de 2012 foi anulado em março de 2013 pelo então prefeito, Alcebíades Sabino dos Santos. O decreto por ele emitido vem sendo questionado através de recursos judiciais impetrados pelos aprovados, que entendem que não seria justo a Prefeitura realizar um novo certame antes de uma decisão definitiva sobre o anterior.

Orçamento de Rio das Ostras será votado na manhã de segunda em sessão extraordinária, embora a Câmara ainda não esteja em recesso

Ninguém está entendendo nada.  O presidente da Câmara de Vereadores de Rio das Ostras, Carlos Afonso Fernandes, resolveu convocar uma sessão extraordinária para segunda-feira (10), às 10h, para votação do orçamento do município para o exercício de 2019. Os vereadores se reúnem sempre as terças e quartas nas sessões ordinárias, que sempre acontecem no fim da tarde. O horário escolhido está desagradando, porque na parte da manhã a maioria dos moradores da cidade estão em seus locais de trabalho e não podem comparecer à Casa para acompanharem a apreciação de um dispositivo legal de grande relevância. A presidência da Câmara limitou-se à convocação, sem dar qualquer explicação até agora. A estimativa de receita para o próximo ano, segundo o Projeto de Lei 062/2018, é de R$ 619.099.110,00.

 

Rio das Ostras Outlet abre a temporada de datas relevantes para as vendas do comércio no segundo semestre com descontos de até 70%

Consolidada no calendário de eventos da região, a Rio das Ostras Outlet, que acontece desde 2015, abre as datas mais relevantes para as vendas do comércio regional do segundo semestre. Dia das Crianças, Black Friday e Natal se juntam à megaliquidação, estimulando a economia. A partir deste mês, os lojistas já se preparam para a 8ª edição do evento, que acontecerá entre os dias 7 e 9, feriado prolongado da Independência do Brasil, e reunirá diversos segmentos com descontos que chegam a 70%. A expectativa é 20 mil pessoas passem pelo evento, no bairro Jardim Marilea, movimentando aproximadamente R$ 7 milhões. A realização é da Promover Eventos, em parceria com os lojistas, e a entrada é gratuita.

 O empresário Alan Peres atua no segmento de móveis e participa há seis edições. "Considero que a megaliquidação marca o início das boas vendas para todos os lojistas. No meu caso, setembro, outubro e novembro são os meses que mais vendo no segundo semestre e a Outlet colabora muito para isso. A nossa equipe de vendedores fica ainda mais animada, pois começam o trimestre vendendo bem. Isso só comprova que quando nos juntamos, fazemos um comércio forte, que atende as necessidades dos consumidores", conta o responsável da Fratello.   

Com promessa de tolerância zero à corrupção novo prefeito assume hoje à noite os destinos de Rio das Ostras

Eleito para um mandado de menos de dois anos e meio, o novo prefeito de Rio das Ostras vai ser empossado às 19h desta segunda-feira (16) e uma grande expectativa se forma em torno de sua gestão. O ex-vereador Marcelino Borba, o Marcelino da Farmácia (foto), chega com a promessa de fazer uma limpeza geral da administração. Diz que não vai aliviar quem não trabalha e que será inflexível contra eventuais atos de corrupção. Quanto à promessa de que vai contratar "uma equipe técnica e profissional baseada no funcionamento de uma empresa privada", tem gente pagando para ver, pois é histórico o fato de que não se consegue governar sem fazer composições políticas na base da distribuição de cargos.

"Não é funcional, terei que cortar. O contratado que trabalha e que a Prefeitura realmente precisa, eu vou permanecer. Agora, aquele cara que está lá para não cumprir horário e assinar ponto vai pra rua”, disparou Marcelino em entrevista a uma emissora de televisão no dia seguinte ao de sua vitória nas urnas.