De emergência em emergência OS já recebeu mais de R$ 270 milhões dos cofres públicos de Angra dos Reis em três anos

● Elizeu Pires

Um dos contratos não encontrados tinha como objeto a operacionalização dos centros de triagem instalados no início da pandemia de covid-19 - Foto: Divulgação/PMAR Classificada como instituição "sem fins lucrativos", a organização social Instituto de Desenvolvimento Institucional e Ação Social (IDEIAS) aparece no sistema da Prefeitura de Angra dos Reis, município da Costa Verde do estado do Rio de Janeiro, como titular de cinco contratos e alguns termos aditivos, renovações feitas até em contratações firmadas sem licitações, as já manjadas "dispensas de licitação por emergência", sendo que um dessas contratações foi denunciada à Justiça pelo Ministério Público "baseada em situação emergencial fraudada", pois, segundo a Promotoria, não existia emergência, calamidade ou de urgência que a justificasse.

Procura-se um edital: Saúde de Nova Iguaçu marca seleção pública para contratação de OS, mas esquece do dito cujo

● Elizeu Pires

Ao que parece a ação movida pelo Ministério Público contra duas emergenciais apontadas como “fabricadas” para firmar contratos sem licitação com duas organizações sociais pelo total de mais de R$ 200 milhões não foi suficiente para o secretário de Saúde de Nova Iguaçu, Luiz Carlos Nobre.

MP aponta “situação emergencial fraudada” em Angra dos Reis e Justiça suspende contrato de R$ 18,9 milhões firmado com OS

● Elizeu Pires

Promotoria aponta que gasto era menor quando a unidade era administrada pela Santa Casa de Misericórdia - Foto: Divulgação/PMAR Contratada várias vezes sem licitação pela Secretaria Municipal de Saúde, a organização social Instituto de Desenvolvimento Institucional e Ação Social (Ideias), terá de ser substituída na gestão do Hospital e Maternidade de Angra dos Reis. Decisão neste sentido foi tomada pelo juízo da 1ª Vara Cível da cidade, em ação movida pela 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva (núcleo local).

Plenárias estaduais fortalecem participação social na elaboração do PPA

Em três dias, quase 700 propostas e 27 mil votos foram registrados na plataforma Brasil Participativo, e até 10 de julho plenárias estaduais serão realizadas em todas as 27 Unidades da Federação, para que a sociedade possa conhecer e propor projetos

O ministro Márcio Macêdo participou do lançamento das plenárias estaduais do PPA neste sábado, em João Pessoa (PB) - Foto: Bruno Peres / SG-PR Ativa há apenas três dias, a plataforma digital Brasil Participativo , criada pelo Governo Federal com o objetivo de abrir espaço à participação da população para a criação e melhoria das políticas públicas, já está a pleno vapor. Foram quase 27 mil votos registrados. A iniciativa da plataforma visa priorizar programas estruturados pelo poder público, bem como coletar propostas da sociedade para o Plano Plurianual (PPA) 2024-2027. Até o momento, já são quase 700 novas propostas apresentadas.

Representante da ONU pede investigação de genocídio indígena

Alice Nderitu visitou comunidades Yanomami e Guarani Kaiowá

Alice Wairimu Nderitu chegou ao país na terça-feira, dia 2) - Foto: Manuel Elías/UN Depois de 11 dias, terminou ontem (12) a missão da Organização das Nações Unidas (ONU) para apurar casos de violência cometidos contra indígenas, afrodescendentes e outros grupos vulnerabilizados no Brasil. Desde o dia 2 de maio, a subsecretária-geral das Nações Unidas e Assessora Especial para Prevenção do Genocídio, Alice Wairimu Nderitu, visitou comunidades indígenas e quilombolas, se encontrou com representantes da sociedade civil e com autoridades governamentais. A partir das informações apuradas, ela pediu que haja investigação de genocídio contra populações indígenas e que os responsáveis sejam punidos.

Presidente Lula: “A gente está colocando o povo para dizer o que quer que a gente faça”

O presidente participou em Salvador (BA) da primeira das 27 plenárias estaduais do Plano Plurianual - Foto: Ricardo Stuckert/PR “Nós, no governo, temos que fazer um orçamento, e a gente quer ouvir o povo por quê? Porque queremos dar prioridade às coisas sociais. A novidade é que, pela primeira vez, a gente está colocando o povo para dizer o que quer que a gente faça e aonde a gente aplica o dinheiro que arrecadou de vocês. Então, é importante vocês saberem que a participação de vocês é fundamental. Pegue 15 minutos e participe. Faça sua proposta. A novidade é que, pela primeira vez, a gente está colocando o povo para dizer o que quer que a gente faça e aonde a gente aplica o dinheiro que arrecadou de vocês. Então, é importante vocês saberem que a participação de vocês é fundamental. Pegue 15 minutos e participe. Faça sua proposta”.

As palavras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quinta-feira (11), em Salvador, sintetizam a ideia da retomada da elaboração do Plano Plurianual (PPA) com a participação da sociedade. Durante seu discurso na abertura das plenárias estaduais do PPA Participativo 2024-2027, Lula reforçou que o sucesso de um canal aberto à participação popular nos rumos do orçamento federal depende que os cidadãos e a sociedade civil se engajem e ajudem o governo a formular políticas ainda mais alinhadas com as necessidades do povo brasileiro.

Servidora envolvida no escândalo dos registros falsos sobre vacinação foi nomeada por Washington Reis em maio de 2021

● Elizeu Pires

Segundo apurou a Polícia Federal, a inserção de dados falsos de vacinação contra convid-19 no Sistema de Saúde para gerar certificados em nome do então presidente Jair Bolsonaro e pessoas ao seu entorno, foi feita pelo secretário de Governo de Duque de Caxias, João Carlos Brecha, preso na operação de ontem (3), e quem apagou os registros na tentativa de evitar que fraude fosse descoberta foi Claudia Helena Acosta Rodrigues da Silva.

“Conspirar contra a saúde pública é corrupção gravíssima”, diz Dino

Ministro se refere a fraudes no cartão de vacinação do SUS

Flávio Dino se pronunciou durante audiência Publica na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara - Foto Lula Marques/ Agência Brasil. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, defendeu o trabalho de investigação realizado pela Polícia Federal (PF) que culminou na deflagração da Operação Venire, que apura a suposta adulteração de cartões de vacinação por meio de inserção de dados falsos no banco de dados do Sistema Único de Saúde (SUS). Um dos alvos da ação é o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Secretário de Governo de Caxias é um dos presos na operação que sacudiu Brasília na manhã desta quarta-feira

● Elizeu Pires

O secretário de Governo de Duque de Caxias João Carlos de Souza Brecha (foto) foi preso nesta quarta-feira (3) no âmbito de inquérito que apura a inserção de dados falsos de vacinação da covid-19 no sistema do Ministério da Saúde. Ele é um dos alvos da Operação Venire, da Polícia Federal, que está nas ruas cumprindo seis mandados de prisão e 16 de busca e apreensão, inclusive na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, onde foram apreendidos aparelhos de telefone celular. Entre os presos estão o tenente coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do então presidente da República, e dois seguranças.

RJ registra saldo positivo de 19.427 vagas formais de emprego em março

Dados do Caged mostram que no país foram 195 mil novas vagas. Resultado do Rio é o terceiro melhor, atrás de MG e SP

O setor de serviços foi o maior destaque de março - Foto: Divulgação O Rio de Janeiro registrou em março um saldo positivo de 19.427 vagas de emprego formal, segundo dados do Novo Caged, que compara demissões com contratações para medir a dinâmica do mercado de trabalho no Brasil.  O resultado é o terceiro melhor do país, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. Em São Paulo, o saldo positivo foi de 50.768 novas vagas, enquanto Minas Gerais alcançou 38.730. O saldo do Rio representa cerca de 10% do total de 195 mil novas vagas do país.