Covid-19: regulação única de leitos deve começar dia 12 no Rio e governo estadual diz que está pronto para iniciar a vacinação

A regulação de leitos de covid-19 no Sistema Único de Saúde (SUS) no estado do Rio de Janeiro deve começar a funcionar de forma unificada na próxima semana, segundo previsão do secretário estadual de Saúde, Carlos Alberto Chaves, e do secretário municipal de Saúde da capital, Daniel Soranz. Chaves adiantou que a regulação conjunta pode ter início na próxima terça-feira (12), e que o estado trabalha para unificar toda a regulação da alta complexidade logo em seguida.  "Estamos preparados para terça-feira lançar em conjunto a regulação única da covid. Mas esse é só o começo. Quero imediatamente após, na semana seguinte, a regulação total da alta complexidade na central de regulação", disse.  

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, mais de 900 leitos foram abertos desde novembro, e o governo prevê abrir o Hospital Modular de Nova Iguaçu ainda este mês, até o dia 20. Chaves detalhou que a unidade abrirá com 150 leitos, sendo 50 de unidades de terapia intensiva (UTI) e 100 de enfermaria. Inicialmente, a previsão era de que o hospital teria 300 leitos. 

Campos: Secretaria de Saúde viabiliza mais 10 leitos exclusivos para covid-19.

Os leitos serão distribuídos no Hospital Ferreira Machado e na Unidade Pré-Hospitalar São José

A Prefeitura de Campos, através da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), abriu esta semana mais dez leitos de Unidade de Terapia Intensiva aptos ao tratamento de pacientes graves da covid-19 em Campos. Os leitos serão distribuídos no Hospital Ferreira Machado e na Unidade Pré-Hospitalar São José.

Prefeito do Rio em prisão domiciliar: Depois de passar uma noite na cadeia está em casa com tornozeleira eletrônica

Marcelo Crivella foi preso na manhã de terça-feira em uma ação conjunta entre a Polícia Civil e o Ministério Público A desembargadora Rosa Helena Guita, relatora do procedimento de investigação, que culminou com a prisão do prefeito Marcelo Crivella, determinou à direção Secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap) que seja realizada imediatamente à soltura do réu, conforme determinação do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins.

No despacho, a desembargadora escreveu: “defiro parcialmente o pedido de liminar para converter a prisão preventiva do paciente em domiciliar”, com restrições elencadas no mandado de intimação que acompanha o documento, devendo o paciente ser encaminhado ao endereço familiar no Condomínio Península Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

Secretaria do Ambiente e Inea fecham lixão clandestino em Saquarema

A Secretaria Estadual do Ambiente e Sustentabilidade, por meio da Superintendência Integrada de Combate aos Crimes Ambientais, e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) realizou uma operação para combater despejo irregular de resíduos no município de Saquarema, na Região dos Lagos. A ação foi desencadeada a partir de denúncias recebidas pela pasta ambiental e após levantamento de inteligência para subsidiar a ação.

No distrito de Sampaio Corrêa, os agentes foram até o local previamente identificado onde funcionava um depósito de lixo clandestino. No momento da vistoria, a equipe flagrou um caminhão despejando resíduos no local.

TCE-RJ declara inidoneidade da Cruz Vermelha Brasileira

A medida foi tomada contra a filial do Rio Grande do Sul

O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) aplicou sanção de declaração de inidoneidade à Organização Social Cruz Vermelha Brasileira Filial do Rio Grande do Sul, após assinatura de contrato de forma irregular com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, em 2018, por meio da Secretaria Estadual de Saúde - a OS já havia sido considerada inidônea no município catarinense de Balneário Camboriú.

Queijos artesanais produzidos no estado do Rio terão regulamentação e Selo Arte, um incentivo a exportação e ao comércio para outras regiões do Brasil

O estado deverá identificar as variedades e delimitar as regiões produtoras para certificação dos produtos - Foto: Divulgação O governador em exercício do estado, Cláudio Castro, sancionou a Lei 9.059/20, de autoria original do deputado Luiz Paulo, que trata da regulamentação da legislação federal sobre a produção e comercialização de queijos artesanais. A medida, já publicada pelo Diário Oficial do estado, determina que os queijos produzidos de forma artesanal no estado tenham o selo com a indicação "arte", possibilitando a comercialização para outros estados e para o Distrito Federal, além de serem exportados, desde que em conformidade com o previsto na Lei Federal 7.889/89.

O objetivo da lei é valorizar a produção de queijos artesanais do Rio, reconhecendo sua importância como expressão cultural e de desenvolvimento econômico regional. O texto da norma pretende adequar o processo de fiscalização dos produtos alimentícios de origem animal, permitindo a comercialização interestadual de produtos alimentícios produzidos de forma artesanal, desde que submetidos à fiscalização de órgãos de saúde pública. Estes órgãos de fiscalização devem avaliar se as queijarias atendem à Lei Federal 13.680/18 e ao Decreto Federal 9.918/19, que regulamentam a produção e a manipulação dos queijos artesanais. O estado deverá identificar as variedades e delimitar as regiões produtoras para certificação dos produtos.

“Bombeirada” do Rio não quer nem ouvir falar no nome do coronel Simas para o comando geral da corporação

Uma simples menção ao nome do coronel Carlos Simas como eventual escolhido para substituir o coronel Roberto Robadey no comabdo geral do Corpo de Bombeiros causou esta semana um alvoroço tremendo entre oficiais da corporação. "Não queremos nem pensar nessa possibilidade. O Simas? Deus nos livre disso", disse agora a pouco ao elizeupirres.com um bigode grosso dos Bombeiros.

A queda de Robadey passou a ser dada como certa desde o afastamento do governador Wilson Witzel e a apostas de uma queda ruidosa aumentaram com a exoneração do coronel Rafael Paiva Vieira do cargo de assessor de controle interno, depois que Paiva deu publicidade ao relatório auditoria que apontou supostas irregularidades em contratações emergenciais para o enfrentamento da covid-19 a partir da Secretaria Estadual de Defesa Civil.

Organização Social controlada por irmão do pastor Everaldo tem contrato de R$ 140 milhões com a Saúde de Volta Redonda e quem assinou pela instituição foi a pessoa apontada como ‘laranja’ pelo MPF

No mesmo ano em que "venceu" uma licitação aberta pela Secretaria Estadual de Saúde para contratar uma instituição para gerir o Pronto Socorro Dr. Hamilton Agostinho Vieira de Castro, no Complexo Penitenciário de Bangu, a Associação Filantrópica Nova Esperança ganhou um contrato com valor global de R$ 140 milhões no município de Volta Redonda, e quem representou a entidade no ato de assinatura foi Claudia Marta Pessanha de Souza que, de acordo relato do Ministério Público Federal na representação encaminhada ao Superior Tribunal de Justiça para pedir o afastamento do governador Wilson Witzel e as prisões de membros de um esquema de corrupção que teria sido montado para desviar recursos do governo do Rio de Janeiro, atuaria como "laranja" da instituição.

A Organização Social Nova Esperança foi contratada pelo Fundo Municipal de Saúde de Volta Redonda no dia 29 de novembro de 2019 para administrar o Hospital São João Batista. A OS, aponta o MPF, pertence a Marcos Dias Pereira – irmão do pastor Everaldo, que, ainda de acordo com as investigações, tinha tanta influência na gestão do governador Wilson Witzel quanto os empresários Mário Peixoto e José Carlos de Melo, todos presos preventivamente –, mas é administrada por uma 'laranja', "que requereu e está recebendo o auxílio emergencial no período de quarentena em razão da covid-19".

OS controlada por irmão do pastor Everaldo tem contrato milionário com o estado, mas pessoa que assina como dona recebe auxílio emergencial

Apontada pelo Ministério Público Federal como de propriedade de Marcos Dias Pereira – irmão do pastor Everaldo, que está preso sob suspeita de ser um dos cabeças do esquema de corrupção que teria sido instalado no governo do Rio para desviar recursos públicos, segundo relatou ao Ministério Público Federal o ex-secretário de Saúde Edmar Santos – a Associação Filantrópica Nova Esperança já recebeu mais de R$ 70 milhões  referentes a contratos com o governo fluminense.

Entretanto, ao que parece, o dono no negócio não tem sido nada generoso com a pessoa que, segundo aponta o MPF na representação encaminhada ao Superior Tribunal de Justiça para pedir o afastamento do governador Wilson Witzel e as prisões de membros do esquema, atuaria como "laranja" da tal organização social.