Suspeito de encomendar morte de adversário, presidente da Câmara de Vereadores de Nilópolis é preso pela Polícia Civil

O presidente da Câmara de Vereadores de Nilópolis, Jorge Henrique Cruz (SD), o Dedinho, foi preso na manhã desta quinta-feira (9) pela Polícia Civil. Ele é suspeito de ter encomendado a execução do também vereador e policial civil Roberto de Barros, o Betinho, que, de acordo com as investigações, só não foi morto porque o pistoleiro – que teria sido contratado  por R$ 200 mil – terceirizou o serviço e o matador terceirizado acabou alertando Betinho sobre o contrato. A prisão é temporária.

Pelo que foi apurado, o presidente da Câmara teria mandado um parceiro identificado como  contratado Ronaldo Izidoro contratar o matador Fernando Boia de Faria para executar Betinho, mas Fernando teria optado  por subcontratar outra pistoleiro e este teria alertado o alvo. Foi apurado ainda que, por não fazer o serviço, Fernando fora assassinado pela própria organização.

Aperibé: secretária que priorizou salgadinhos para eventos a cesta básica disse que “o povo esquece”

Apontado como responsável pelas licitações da Secretaria de Assistência Social do pequenino município de Aperibé, o subsecretário Cristiano Gonçalves Maria usou as redes sociais para se defender. A imputação a ele de responsabilidade sobre o pregão no qual a titular da pasta – a primeira dama Zeli Silva optou por gastar mais comprando salgadinhos e bolos do que com a aquisição de cestas básicas –, foi feita por um repórter local, depois de o elizeupires.com ter veiculado a matéria Prioridade invertida em Aperibé: Prefeitura decide gastar mais com salgadinhos para eventos do que com cestas básicas para os carentes. Por conta da revelação infundada, Cristiano foi alvo da revolta de moradores, que chegaram a jogar salgadinhos em seu carro. Ele afirmou que não vai assumir a responsabilidade pelo que não para proteger quem quer que seja.

Para pessoas próximas ao governo, a transferência de responsabilidade feita pelo repórter teria sido uma maneira de "livrar a cara" da secretária. Em seu desabafo, o subsecretário afirmou ter ouvido da primeira dama que ele deixasse o assunto de lado, "porque o povo esquece".