Sistema eletrônico de votação já é utilizado em 35 nações: Brasil é referência no assunto e transfere tecnologia

Em todo o mundo, 35 países já utilizam sistemas eletrônicos para captação e apuração de votos. O levantamento é do Instituto Internacional para a Democracia e a Assistência Eleitoral (Idea Internacional), sediado em Estocolmo (Suécia). A lista inclui democracias consolidadas como a da Suíça, do Canadá, da Austrália e dos Estados Unidos, país que adota sistemas eletrônicos em alguns estados. Na América Latina, México e Peru também fazem uso do sistema. Na Ásia, além de Japão e Coreia do Sul, há o exemplo da Índia. Maior democracia do mundo em número de eleitores - mais de 800 milhões -, o país utiliza urnas eletrônicas semelhantes à brasileira, mas adaptadas à realidade eleitoral local.

Com um dos mais avançados sistemas de votação utilizados no planeta, que envolve a captação, o armazenamento e a apuração de votos por meio da urna eletrônica, o Brasil é um dos poucos países que conseguiram expandir a votação eletrônica à quase totalidade dos eleitores.

Promessa ou ameaça?

Aliados já começam ensaiar os passos para retorno de Lindberg à Nova Iguaçu

Ele deixou a Prefeitura de Nova Iguaçu em março de 2010 para disputar um mandato de senador, do qual se despede no dia 31 de janeiro de 2019 e, se não tiver a carreira política interrompida pela Justiça, poderá tentar um retorno em 2020. O ele em questão é Lindberg Farias (foto), que ao sair do município largou para trás rastros de destruição: Prefeitura quebrada, dívidas que somam mais de R$ 1 bilhão, cerca de R$ 400 milhões só com o fundo de pensão dos servidores, o Previni. Foi por conta da gestão desastrosa de Farias, por exemplo, que o Hospital de Caridade Iguassu fechou as portas. O município recebia os recursos para pagar aos prestadores de serviços – clínicas e laboratórios conveniados – mas não fazia os repasses. Apesar de distante, Lindberg ainda têm aliados fieis no município, quadros do PT e do PC do B. É estes que ele conta na preparação de seu retorno. Nova Iguaçu nunca teve tanto dinheiro como no período de Farias como prefeito, o que não significa dizer que a cidade melhorou com ele...

Empresa do grupo Locanty se beneficia com erros no edital e contrato da coleta de lixo vai sendo esticado pela Prefeitura de Rio Claro

O prefeito de Rio Claro, pequena cidade no Sul Fluminense, José Osmar de Almeida, vai ter que tomar providências urgentes e concluir o processo licitatório da limpeza pública se não quiser ter problemas com o Tribunal de Contas do Estado e possivelmente até com a Justiça. É que um contrato de 2013 vem sendo esticado com aditivos em favor da Rio Zin Ambiental, empresa controlada pelo mesmo grupo da Locanty, que passou a usar outros nomes como Própria e Rio Zin. A licitação do lixo deveria ter sido feita em 2017, foi remarcada para este ano, já foi suspensa pelo menos umas duas vezes e sofreu mais um cancelamento. A última data escolhida foi 11 de setembro, mas no dia 10 foi publicado o adiamento sine die, com a Prefeitura alegando "não haver tempo hábil para analisar as impugnações interpostas", embora os problemas com o edital já fossem conhecidos há bastante tempo...

O edital questionado é o que sustentaria o Pregão 014/2017, no valor global de R$ 3.027.662,54, R$ 412.148,47 a mais que o valor atual do contrato 053/2013, que vem sendo corrigido anualmente e estendido através de termos aditivos. O adiamento da licitação – causado pelas impugnações feitas no edital – acabou favorecendo a Rio Zin que vai garantindo o faturamento sem precisar concorrer com nenhuma outra empresa. 

Primeiro suplente do PSL pode reforçar a bancada da Baixada Fluminense na Assembleia Legislativa

Com uma campanha de pé no chão e muita sola de sapato gasta, Charles Batista da Silva (PSL) desbancou figurões da política em São João de Meriti e tem grande chance de reforçar a bancada da Baixada Fluminense na Assembleia Legislativa. Com 21.774 votos – votação muito superior as do ex-prefeito Sandro Matos (14.756) e do deputado federal Marcelo Viviani Gonçalves (9.293), Charles também deixou para trás o deputado estadual Iranildo Campos (18.559). Ele ficou como primeiro suplente de seu partido e já há conversação no sentido de que venha ocupar uma cadeira na Alerj se candidato do PSC ao governo do estado, Wilson Witzel vencer a disputa. As conversas giram em torno da escolha de um deputado eleito do PSL para uma secretaria, abrindo vaga para Charles, que é agente da Polícia Rodoviária Federal e cumpre o primeiro mandato de vereador.