Eduardo Paes promete ‘turbinar’ o Hospital da Posse

E somar forças para melhorar a saúde da Baixada

Em mensagem enviada há pouco ao prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa, o candidato do DEM ao governo estadual, Eduardo Paes (foto), afirmou que vai investir forte na saúde da Baixada Fluminense e que vai somar forças com o município em torno do Hospital Geral de Nova Iguaçu, o Hospital da Posse. "Meu amigo prefeito Rogério Lisboa, venho aqui dar um recado para você. Sei da sua agonia sobre o Hospital da Posse, um hospital caro que atende toda a Região Metropolitana. Quero assumir de público meu compromisso com você da gente investir na saúde da Baixada Fluminense e entrar junto com a Prefeitura fazendo os repasses, turbinando o Hospital da Posse para que a gente tenha atendimento de primeira qualidade", disse.

Ex-juiz que quer governar o Rio aparece em vídeo falando sobre manobra feita por ele para receber gratificação indevidamente

Um vídeo (clique aqui) gravado durante uma palestra a juízes do Trabalho, mostra o candidato do PSC ao governo do estado do Rio de Janeiro, o ex-juiz federal Wilson Witzel, falando sobre uma manobra – chamada por ele de "engenharia" para acumular um recebimento indevidamente. Com valor de R$ 4 mil mensais, a chamada "gratificação de acúmulo", é paga aos magistrados sem substituto e o jeito encontrado por Wilson, segundo ele mesmo afirma na gravação, é o substituto se afastar uns 15 dias por mês...

"Os juízes hoje estão recebendo auxílio moradia, auxílio alimentação, e a gratificação de acúmulo, que, na Justiça do Trabalho, eu sei que é muito mais difícil de receber, mas, na Justiça Federal, praticamente todos os juízes recebem. A gratificação de acúmulo, que é de quatro mil reais. Eu recebo, expulsei o juiz substituto da minha Vara, disse 'Ô, negão, ou você vai viajar lá pra ficar um ano fora, ou eu vou te expulsar da Vara'. (Risos) Brincadeira, adoro meu juiz substituto. Mas, se ele ficar, eu não recebo. Aí a gente fez uma engenharia... Todo mês, 15 dias por mês, o juiz substituto sai da Vara", relata Wilson na gravação.

Legado de Marielle: assessoras são eleitas para Assembleia do Rio

Renata Souza, Dani Monteiro e Mônica Francisco assumirão em 2019

Há quase sete meses, "Marielle vive" se tornou palavra de ordem pelas ruas do Rio de Janeiro. Agora, a palavra também ganha o Parlamento estadual. Vindas de comunidades da periferia da zona norte da capital fluminense, três assessoras diretas da vereadora, assassinada em março, assumirão em 2019 mandatos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Eleitas no último domingo (7), Renata Souza, Dani Monteiro e Mônica Francisco (foto) farão parte da bancada do PSOL e prometem dar prosseguimento ao trabalho de defesa dos direitos humanos. Se Marielle não tivesse sido executada, talvez nenhuma das três teria se candidatado. Elas contam que já tinham pensado em se candidatar no futuro, mas o projeto foi antecipado com a morte de Marielle Franco. "Era uma coisa pensada talvez para o horizonte de 2020, com uma construção gradual, como tem que ser. A execução da Marielle precipita esse processo", conta Mônica.

Justiça cassa prefeita de Silva Jardim e três vereadores, mas eles ainda podem recorrer, no cargo, à instâncias superiores

A prefeita de Silva Jardim, Maria Dalva Silva do Nascimento, teve o diploma de vice-prefeita cassado pela Justiça, o que a tira do mandato se a sentença for confirmada em instâncias superiores. A decisão foi tomada pela juíza da 63ª Zona Eleitoral, Daniella Correia da Silva, no Processo nº 1-60.2017.6.19.0063, uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral proposta pelo Ministério Público. A medida afeta ainda os vereadores Adão Firmino de Souza, Roni Luiz Pereira da Silva e Jazimiel Batista Pimentel, o Miel da Biovert. Também são réus no processo o ex-prefeito Wanderson Gimenes Alexandre, o Anderson Alexandre, recém-eleito deputado estadual e o ex-vereador Flávio Brito, sentenciados a oito anos de inelegibilidade, prazo que começa a contar das eleições de 2016. Em relação a prefeita e aos dois vereadores foi aplicada ainda a pena de inelegibilidade.

Vice na chapa do prefeito reeleito Wanderson Gimenes Alexandre, Maria Dalva assumiu a Prefeitura em abril deste ano, com a renúncia de Anderson, que deixou o cargo para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa.