Governador visita área atingida por granizo para coordenar ações dos órgãos do estado na Baixada Fluminense

Witzel prometeu distribuir telhas a partir desta segunda-feira - Foto: Magá Jr O governador Wilson Witzel visitou, neste domingo (27/10), a região de Austin, em Nova Iguaçu, a mais atingida pela chuva de granizo da última sexta-feira (25/10). Em reunião com o prefeito da cidade, Rogério Lisboa, Witzel prestou sua solidariedade e colocou a estrutura do Governo do Estado à disposição da cidade para minimizar os danos causados aos moradores.

Desde o início da tempestade, a Secretaria Estadual de Defesa Civil está em contato direto com as autoridades municipais. Quase 4 mil famílias já receberam lonas para proteger suas casas. Nesta segunda-feira (28/10), o governador e o prefeito vão se reunir com produtores de telhas para comprar 100 mil unidades. "Amanhã (hoje), nós vamos trabalhar para comprar as telhas e ajudar essas pessoas a reconstruírem as suas casas. Continuaremos acompanhando a situação climática para, se for o caso, abrigar essa população em um local seguro, com kit dormitório. No total, vamos doar 15 rolos de lonas com 100 metros cada para evitar que os moradores percam ainda mais bens antes da colocação das telhas. Nossa Defesa Civil vai ajudar cerca de 10 mil famílias",  disse o governador.

Hospital da Posse ganha ambulatórios de ginecologia e mastologia, reforço no atendimento às mulheres

"Estamos no mês da campanha Outubro Rosa, mas nós cuidamos do câncer de mama todos os dias", diz o prefeito Rogério Lisboa - Foto:Divulgação Nova Iguaçu conta com mais uma ferramenta para auxiliar a paciente no acolhimento e combate ao câncer de mama. Sexta-feira (25), o prefeito Rogerio Lisboa entregou os consultórios de ginecologia e mastologia do Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI), também conhecido como Hospital da Posse, totalmente reformados e caracterizados para o Outubro Rosa. As salas receberam novos móveis, manutenção elétrica, hidráulica e troca dos pisos. Cerca de 600 pessoas são atendidas mensalmente somando as duas especialidades.

"Estamos no mês da campanha Outubro Rosa, mas nós cuidamos do câncer de mama todos os dias. Realizamos palestras, orientações e atividades que possam alertar as pessoas para a prevenção. Conseguimos conscientizar a população e esses resultados só acontecem graças a parceria entre o poder público e a paciente, que nos dá sensibilidade e capacidade de prestar o atendimento as pessoas que precisam do tratamento contra o câncer", destaca o prefeito, que aproveitou para explicar a mensagem de apoio estampada nos consultórios. "Fizemos questão de colocar uma frase durante as reformas nos consultórios, que a prefeitura está junto com cada um, vencendo o câncer de mama. É isso! O acolhimento na saúde não pode ficar desassociado do tratamento", complementa Rogerio Lisboa.

Por uma questão de respeito aos mageenses, fora ele!

O cara parece que não tem espelho em casa. Sua imagem está mais queimada que carvão no fim do churrasco, mas ele se acha. O setor de saúde de sua cidade é o que mais recebe recursos federais na Baixada Fluminense, mas a coisa está feia por lá. Tanto que 40% dos procedimentos médicos feitos nas unidades de Piabetá - segundo estimativa da Secretaria Municipal de Saúde de Magé - contemplam moradores da cidade dele. Os servidores de lá, coitados, são obrigados a trabalhar dois meses para receber um, mas e dai? Quem se importa, né?

Os aposentados e pensionistas, por exemplo, só conseguiram receber os proventos de agosto no último dia 22, mas ainda assim o cara se acha o cara.

Crise no PSL silencia lideranças em várias cidades e euforia começa dar lugar à preocupação

O compasso parece ser o de espera para ver o que vai dar

Em rota de colisão entre eles mesmos, o que deverá ficar ainda mais complicado com a declaração feita ontem (25) por Jair Bolsonaro de que ele pode vir a ser um presidente sem partido, líderes do partido na Baixada Fluminense parecem ter "entrado na muda", esperando para ver o que acontece. Até aqueles que estavam acreditando que para ganhar uma eleição bastava vestir-se de amarelo, colocar o número da legenda no peito e posar para fotos fazendo cara feia ou arminha com as mãos, está subindo no telhado. Isto, ao que parece, acontece também em Itaguaí, onde membros da atual comissão provisória expõe com orgulho a ex-vereadora do Rio Rogéria Bolsonaro como madrinha, mas têm optado pelo silêncio em relação ao pleito de 2020, apesar de terem lançado em setembro – antes da guerra interna vir à tona – uma campanha para atrair novos filiados.

Deputado Max Lemos tem bens bloqueados pela Justiça Federal em ação de improbidade administrativa movida pela Funasa

A Fundação Nacional de Saúde quer que Max Lemos desembolse mais de R$ 9 milhões - Foto:Divulgação/Alerj Irregularidades encontradas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) na execução de um convenio firmado em 2005 entre a Prefeitura de Queimados e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), levou a juíza da 1ª Vara Federal de Nova Iguaçu, Marceli Maria Carvalho Siqueira, decretar o bloqueio dos bens do ex-prefeito daquele município da Baixada Fluminense, o hoje deputado estadual Max Lemos. A decisão (confira aqui), foi tomada no processo nº 500927322.2019.4.02.5120/ RJ, uma ação de improbidade administrativa movida pela Funasa, a partir de uma auditoria do TCU.

Ao todo a Funasa quer que o deputado desembolse em favor dos cofres públicos mais de R$ 9 milhões. Para tanto pede na ação o bloqueio de R$ 3.112.147,67 a título de "ressarcimento do dano ao erário", e pagamento de multa civil correspondente a duas vezes o valor do dano, "atingindo o montante de R$ 6.224.295,34", mas a Justiça só atendeu o pedido em parte, determinando, cautelarmente, o bloqueio de bens no valor de R$ 3.112.147,67.

Washington Reis não pensa mais que Magé é extensão de Caxias. Ele agora tem certeza: diz que o município virou bairro do seu

Aliados de primeira hora de Jorge Picciani, os irmãos Reis querem dominar o partido do ex-chefe e municípios da Baixada Fluminense É no município de Magé que moradores de Imbariê, Santa Lucia e Parada Angélica, localidades pertencentes a Duque de Caxias, vão buscar atendimento médico, pois na cidade mais rica da Baixada Fluminense uma simples consulta pediátrica pode demorar até três meses para acontecer, mesmo as mães tendo de madrugar nas filas do Hospital Municipal Ismélia da Silveira, mas o prefeito de lá se acha...

Washington Reis são sabe e conseguirá registrar uma candidatura a reeleição. Tem condenação criminal e por improbidade administrativa, não está conseguindo nem pagar os salários dos servidores em dia, mas a última "bolacha do pacote", o "rei da cocada", "dono e senhor da vontade do povo" acha que pode fazer o que bem entende na casa do outros, mesmo sem ter sido convidado a entrar.

Servidores cobram transparência nas contas da previdência de Japeri

Balancetes de 2019 não são encontrados no site oficial

Transparência é palavra desconhecida no dicionário do poder público em Japeri A falta de transparência no município de Japeri, na Baixada Fluminense, não é problema só em relação às  licitações, contratos e pagamentos feitos pela Prefeitura. Atinge também o fundo de pensão dos servidores, que estão preocupados com a falta de acesso aos balancetes do Previ-Japeri, pois o último documento encontrado até ontem no http://www.japeri.rj.gov.br/blogdatransparencia/receitas-instituto-de-previdencia.html, destinado pela administração municipal para divulgar as contas da instituição, é o de agosto do ano passado (confira aqui).

Grupo de Defesa da Cidadania do MPF discute estratégias contra insegurança na Baixada Fluminense

Novas estratégias contra a insegurança na Baixada Fluminense foram discutidas nesta segunda-feira (21), em Nova Iguaçu (RJ), por mais de 30 autoridades e cidadãos reunidos pelo Grupo de Trabalho Institucional Defesa da Cidadania, formado por representantes de instituições como o Ministério Público Federal, Defensorias e movimentos pela defesa de direitos humanos. A reunião foi realizada como forma de ouvir queixas sobre violações de direitos como desaparecimentos forçados e ataques a cidadãos com religião de matriz africana e seus locais de culto. Moradores locais se manifestaram perplexos com a ocorrência de homicídios cometidos por policiais e com a omissão das autoridades policiais e do sistema judicial em responder sobre o esclarecimento de crimes recentes nessa região.

Na reunião, os integrantes do GT conheceram relatos de familiares de vítimas da violência policial e compartilharam informações de suas instituições e trajetórias pessoais para aprimorarem estratégias para uma pauta de segurança pública com a efetivação de direitos humanos na Baixada Fluminense. Em relação aos desaparecimentos forçados, os cidadãos ouvidos deram subsídios para os termos de uma nota técnica que está sendo elaborada pelo GT Defesa da Cidadania em resposta a esses casos.

Magé: campanha sai das reuniões fechadas para o corpo a corpo, com políticos de Caxias visitando feira, comércio e apertando mãos

Jane tem marcado presença nas ruas de fora de cidade nos fins de semana - Foto:Reprodução/rede social O direito de ir e vir é garantido a todo cidadão livre e ninguém pode impedir isto nem se pretende, mas no município de Magé o ir e vir de dois membros da Família Reis tem chamado a atenção de muitos, que vêem nisso a antecipação da campanha com vistas as eleições de 2020. O deputado estadual Rosenverg e sua irmã Janes Reis – pré-candidata da prefeita –  percorreram ruas do centro de Magé no sábado (19) e neste domingo (20) estiveram na feira de Piabetá.

Visitaram lojas, barracas e fizeram o tradicional aperto de mãos, o que nos períodos eleitorais é chamado de corpo a corpo. Por ser de Duque de Caxias, cidade governada pelo Reis mais "cascudo" em política, Washington, os manos, no entender de quem vê a dupla nas ruas, parecem ter pressa em se familiarizar com o território mageense, onde, por sinal, os caxienses menos favorecidos têm buscado atendimento médico nos últimos anos.

Fundo de pensão dos servidores de Nova Iguaçu ganha mais uma vez o prêmio nacional de boas práticas previdenciárias

A gestão do Previni mudou muito deste um rombo de mais de R$ 400 milhões verificado no governo Lindberg Farias Em tempos de denúncias de falta de transparência e prejuízos causados por aplicações esquisitas no mercado financeiro, dois institutos de fundo de pensão de servidores municipais da Baixada Fluminense se destacaram à nível nacional em termos de "boas práticas previdenciárias".

O Previni, de Nova Iguaçu, venceu, pelo segundo ano consecutivo, na categoria grande porte, o Prêmio Aneprem de Boas Práticas Previdenciárias, um dos mais importantes de gestão previdenciária. Já o Previnil, de Nilópolis, ficou em sexto lugar na categoria médio porte. Nova Iguaçu e Nilópolis foram as duas únicas cidades fluminenses entre as classificadas no prêmio. Já o fundo de previdência dos servidores do estado foi o 51º colocado e as cidades que ficaram com os primeiros lugares nas categorias médio e pequeno portes são Cariacica (ES) e Lucas do Rio Verde (MT). (confira aqui)