Mais recursos não garantem melhorias para a população de Japeri, que continua deixada de lado pela Prefeitura

O município de Japeri teve repasses financeiros maiores no ano passado Dizem nos ambientes políticos de Japeri que para ser considerada ruim a gestão do prefeito Cesar Melo precisa melhorar muito, e lideranças comunitárias e moradores da cidade mais pobre da Baixada Fluminense não pensam diferente. A estagnação do município, a precariedade do setor de saúde e a falta de realizações voltadas para melhorar a qualidade de vida motivam a insatisfação cada vez maior com um governante que, ao que parece, estaria ansioso pelo fim do mandato para passar a batata quente para as mãos de outro, apesar de correr nos mesmos ambientes que Melo é o prefeito, mas quem estaria governando a cidade seriam os titulares das secretarias de Saúde e de Governo.

De acordo com alguns fornecedores e prestadores de serviços, as contas de 2019 ainda não foram fechadas, pois ainda há muitas faturas para receber. Porém, de acordo com dados do Demonstrativo de Distribuição de Arrecadação do Banco do Brasil, as transferências constitucionais foram maiores em 2019 que no ano anterior, um total de R$ 9,7 milhões a mais.

TCE deverá ser acionado para abrir a ‘caixa-preta’ das licitações em Aperibé

Prefeitura restringe acesso aos editais e não informa sobre contratos e pagamentos a fornecedores

A Prefeitura exige login para o acesso aos editais de licitação, contrariando a legislação e o Tribunal de Contas Apesar de ser uma das menores cidades do estado do Rio de Janeiro, Aperibé está chamando atenção pela ousadia da gestão do prefeito Vandelar Dias, não de forma positiva ou por causa de realizações para melhorar a qualidade de vida da população, mas pela falta de transparência nos processos licitatórios e no gasto do dinheiro público.

Começou o vale-tudo em Meriti: suplente de vereador usa redes sociais para assumir ‘paternidade’ de emenda para a Saúde

As emendas parlamentares são prerrogativas de deputado e senadores, e são definidas em parcerias com os governos municipais ou estaduais, como ajuda às cidades ou estados que os parlamentares tem como base eleitoral. Entretanto, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, mal começou o ano eleitoral, tem suplente de vereador se apresentando como "pai da criança". Luiz Carlos Vicente de Paula, conhecido na cidade como Careca, escreveu em sua rede social: "Só para área da saúde eu consegui 1,5 milhão de reais em emenda para mentar".

Realmente o município recebeu, desde 2018, só através do deputado Rodrigo Maia, cerca de R$ 12 milhões para investimentos na rede saúde, recursos intercedidos pelo prefeito João Ferreira Neto, o Dr. João, e pelo presidente da Câmara, Davi Perini, o Didê. O município recebeu ainda recursos através de emendas dos deputados Júlio Lopes Luiz Antonio Teixeira e Gelson Azevedo.

Inelegível, ex-prefeito tenta construir vias alternativas para o poder em São João de Meriti marcando um triplo no jogo da sucessão

Sandro Matos: aposta tripla em Meriti Antonio Carlos Cardoso Correa não conseguiu a reeleição em 2016. Ficou como primeiro suplente, mas ganhou a cadeira com a eleição do titular, Valdeci da Saúde, para deputado. Titinho, como o veterano político é conhecido em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, segundo se comenta nos corredores do poder local, seria um dos nomes escolhidos pelo ex-prefeito Sandro Matos para disputar a Prefeitura no próximo ano, uma via de acesso para o que seria a volta indireta de Matos, que está inelegível. Titinho, entretanto, não seria o único da lista de Sandro. O ex-prefeito mira outros dois nomes, os ex-vereadores e agora deputados Leonardo Vieira Mendes, o Léo Vieira e Giovani Leite de Abreu, o Ratinho. "Vou ajudar os três", tem dito Sandro Matos, que - junto com o irmão Gil e o "primo" Marcelo - entrou para ramo da indústria gráfica.

Dos três nomes preferidos do ex-prefeito o único que nos meios políticos locais está sendo visto como candidato com potencial eleitoral suficiente para o confronto é Léo Vieira, um nome respeitado no município e com trânsito em todos setores. Titinho, já se comenta nos corredores do poder, seria candidato apenas para bater no governo e fazer escada para os outros dois, mas também se comenta que Léo não teria benefício algum com o apoio de Sandro, que deixou a Prefeitura (em 31 dezembro de 2016) mergulhada em dívidas, além de várias folhas de pagamento em atraso.

Em Caxias 13º e salário de dezembro só saiu para os servidores da Saúde: medo de greve fez prefeito abrir o cofre

Reis teria se precavido contra uma possível greve na Saúde Faltam apenas três para fim de 2019, mas o município mais rico da Baixada Fluminense ainda não pagou o décimo terceiro a todos os servidores. Receberam em sua totalidade apenas o pessoal funcionários ativos da Secretaria de Saúde, junto com o vencimento de dezembro. Nos demais setores, embora a Prefeitura tenha divulgado a quitação dos salários de outubro novembro para todos, há queixas de que alguns ainda não tinham recebido esses dois meses. A Prefeitura de Duque de Caxias é a de maior orçamento na região, mas os servidores vêm sendo obrigados a trabalhar dois meses para receber um.

Entre os funcionários da Secretaria de Educação as queixas são muitas. Várias mensagens foram encaminhadas ao elizeupires.com revelando insatisfação com o não recebimento do décimo terceiro.

Vigilância Sanitária de B. Roxo estaria sendo usada para retaliar oposição

"Muito ajuda quem não atrapalha". O ditado popular vem sendo ignorado no município de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, o que pode criar ainda mais dificuldades para o prefeito Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho, que já tem problemas e pendências de sobra a resolver.

A questão agora envolve a Secretaria Adjunta de Vigilância em Saúde que, de acordo com o que se comenta nos corretores do poder local, estaria sendo comandada indiretamente pelo vereador Marco Aurélio de Almeida Gandra, o Marquinho Gandra, que teria indicado para chefiar o setor João Paulo Costa, que foi seu homem de confiança na Câmara Municipal, no período em que Gandra presidia a Casa.

Meriti inicia pagamento dos aposentados: proventos de dois meses já estão nas contas e mais um pode ser quitado ainda antes do Natal

Os aposentados e pensionistas do município de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, receberam pagamentos referentes a dois meses. O dinheiro começou a cair nas contas ontem (19), com os depósitos sendo concluídos nesta sexta-feira. De acordo com informações da Prefeitura, um terceiro pagamento poderá acontecer nos próximos dias.

"O objetivo é pagar mais uma folha inteira ainda antes do Natal. Assim, serão três pagamentos realizados em menos de uma semana a todos os aposentados e inativos", informou o governo em nota oficial.

Witzel prioriza bairro rico e deixa Meriti sem o Segurança Presente

Governador havia prometido o reforço para a cidade da Baixada Fluminense

O núcleo do Recreio começou a funcionar nesta quinta-feira Moradores e comerciantes de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, estavam esperando para este mês o núcleo do programa Segurança Presente que havia sido prometido pelo governador Wilson Witzel, mas ficaram decepcionados com a prioridade dada ao bairro Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, que já tinha mais policiais que Meriti.

Herança maldita em Queimados: dívida com previdência dos servidores tem parcelamentos que somam quase R$ 60 milhões

A Câmara de Vereadores tentou "tratorar" Carlos Vilela, mas não fez nada durante os oito anos de governo do hoje deputado estadual Max Lemos Tão "zelosa" no cumprimento de seu dever como órgão fiscalizador, a Câmara de Vereadores de Queimados, na Baixada Fluminense, resolveu jogar pesado com o prefeito Carlos Vilela, chegando ao ponto de afastá-lo do cargo sem respeitar o rito ou ouvir o contraditório. Se a Justiça não tomasse uma decisão para corrigir o atropelo ao direito, teria sido feito um estrago danado na carreira de Vilela. Para tirar o prefeito do cargo os membros da Casa alegaram retenção das contribuições ao instituto de previdência dos servidores durante alguns meses da atual gestão, mas não viram nada demais durante os oito anos de governo do hoje deputado Max Lemos, que saiu da Prefeitura no dia 31 de dezembro de 2016, deixando uma volumosa dívida com o instituto e nunca foi questionado pela Câmara sobre isto.

Os números da previdência dos funcionários municipais não estão nada claros para os servidores, mas o Sistema de Informações dos Regimes Públicos de Previdência Social (CADPREV), mostra, por exemplo, que o Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP) do Previ-Queimados está vencido desde janeiro de 2017 (confira aqui) e revela que Vilela teve que apelar para o parcelamento da dívida com o instituto, propondo acordos que somam cerca de R$ 60 milhões.

PSD de Nilópolis aposta em maior representação a partir de 2021

A legenda está sob novo comando na cidade e vai trabalhar por mais cadeiras na Câmara

Rodrigo é o presidente do diretório local do partido Presidido pelo chefe de gabinete do prefeito Farid Abrão, Rodrigo Duarte, o Partido Social Democrático (PSD) de Nilópolis, na Baixada Fluminense, está concentrando esforços para ampliar a representatividade na Câmara Municipal. O próprio presidente do partido é pré-candidato a vereador e está visando uma nominata forte para que a legenda venha ocupar o maior número de cadeiras possível no Poder Legislativa.