A ação de improbidade administrativa 0002429.23.2015.8.19.0029 movida pelo Ministério Público contra a ex-prefeita Núbia Cozzolino foi manipulada por dois advogados diferentes. É o que está na denúncia feita à Justiça, que decretou a prisão preventiva de Núbia e de quatro defensores dela: Michele Macedo Deluca (em prisão domiciliar, por estar grávida), José Marcos Motta Ramos, Bruno Augusto Duarte Lourenço e Aidê Raquel da Mata Soares Pacheco, que teve o mandado de prisão contra ela emitido para cinco endereços, inclusive um de Três Rios e um em Brasília. Nessa ação o valor da causa foi reduzido de R$ 500 mil para 100 mil, segundo a denúncia do MP.