Presidente da Câmara de N. Iguaçu lança pré-candidatura a deputado

Juninho do Pneu vai disputar uma vaga em Brasília pelo DEM

Com a presença do pré-candidato do PP ao governo estadual, o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes, o presidente da Câmara de Vereadores de Nova Iguaçu, Rogério Teixeira Júnior, Juninho do Pneu, lançou neste domingo a pré-candidatura a deputado federal pelo DEM, em evento que reuniu – segundo os organizaores – cerca de três mil pessoas na casa noturna Lalu Lounge. Carlos Ferreira, vice-prefeito da cidade e pré-candidato a deputado estadual pelo PC do B também marcou presença. Juninho está cumprindo o segundo mandato de vereador, tendo sido eleito pelo PR em 2012 e pelo PMDB em 2016.

Luizinho nega ter recebido convite para ser candidato a vice de Paes

O ex-secretário estadual de Saúde mantém pré-candidatura a deputado federal

"Tudo não passa de especulação. Não recebi nenhum convite nesse sentido. O Eduardo Paes nunca conversou comigo sobre isso". Foi o que disse hoje (19) o ex-secretário estadual de Saúde, Luiz Antonio Teixeira Junior, o Luizinho da Saúde (foto), em relação a uma notícia veiculada ontem (18), dando conta de que ele estaria sendo cotado ser o candidato a vice-governador numa chapa encabeçada pelo ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes. Luizinho se reuniu nesta terça-feira para um café da manhã com jornalistas em Nova Iguaçu, reunião na qual defendeu um maior entrosamento em favor da Baixada Fluminense. "Hoje se discute muita política na Baixada. O que precisamos fazer é discutir mais políticas para a nossa região", disse

TRE mantém Eduardo Paes e Pedro Paulo inelegíveis

Se a decisão não for revertida no TSE os dois estarão fora da disputa este ano

Em decisão anunciada na noite desta terça-feira, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), desembargador Carlos Eduardo da Fonsenca Passos, rejeitou o recurso especial impetrado pelos advogados do ex-prefeito Eduardo Paes e do deputado federal Pedro Paulo, condenados anteriormente por abuso de poder econômico e político durante a campanha eleitoral de 2016, quando o parlamentar disputou a Prefeitura do Rio pelo agora MDB. Os dois ainda poderão recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e se perderem ficarão de fora das eleições deste ano. Paes pretende disputar o governo do estado e Pedro quer renovar o mandato de deputado federal.

Esvaziamento do MDB no Rio está caindo na conta dos Picciani

Sem comando no Rio, a legenda está "fazendo água" desde a prisão de seu "dono"

O MDB fluminense tem mesmo um dono e por isso está se apequenando. É o que pensa muita gente de peso na legenda. Tanto que, nos próximos dias, muitos deverão estar se desfiliando, aproveitando a janela que está aberta desde a última quinta-feira (8), permitindo a troca de partido sem o risco de perda do mandato. Deputados, suplentes e e ex-prefeitos estão de malas prontas e alguns deles não escondem o motivo. "O partido está sem comando. O presidente está preso (Jorge Picciani) e o vice (Marco Antonio Cabral) não manda nada. Então os Picciani acham que o MDB é mesmo propriedade particular e fazem o querem, pensando só em si mesmos", diz um descontente, que não 'engole' o fato de Leonardo Picciani não aceitar distribuir os muitos cargos que o pai ainda tem na Assembleia Legislativa e em órgãos estaduais.

Para salvar os ‘peixes grandes’ MDB quer união com DEM, PSDB, PP, SDD e PR transformando os pequenos em simples cabos eleitorais

Goste a família Picciani ou não o ex-prefeito Eduardo Paes é o único com chances de vitória que o (P) MDB pode lançar na disputa pelo Palácio Guanabara. Sem 'rabo preso' com o todo poderoso Jorge (Picciani) - que mesmo preso sob a acusação de ter recebido R$ 50 milhões em propina - ainda manda na legenda, Paes chegou a pensar em mudar de sigla, mas pelo menos até ontem não havia definido nada sobre isso e pode até ficar no agora MDB, mas se ele sair, o partido não terá alternativa que não formar uma chapa com DEM, PSDB, PP, SDD e até o PR, tendo como cabeça de chapa o vereador Cesar Maia, o que já estaria alinhavado. Entretanto, a preocupação maior, seria garantir a união também na eleição proporcional, para assegurar nova temporada em Brasília ao deputado Leonardo Picciani, atual ministro do Esporte; dar um mandato a Moreira Franco e emplacar mais uns dois ou três se possível for.

Com o partido em um buraco que pode ficar ainda mais fundo por conta da Operação Cadeia Velha, o salve-se-quem-puder é a palavra de ordem entre os 'peixes grandes', prontos para engolir os menores, suplentes que mais se destacaram nas eleições de 2014. Os alvos, conta uma fonte ligada ao 'clube', seriam os que chegaram a somar entre 25 mil e 35 mil votos naquele pleito, volume difícil de ser atingido atualmente, mesmo diante da perspectiva de significativa queda no coeficiente eleitoral, uma vez que já se estima uma abstenção de até 50% na eleição proporcional. Pelo andar da carruagem o suplente que conseguiu ser deputado por um tempo, está mais para índio do cinema americano - já entra no filme sabendo que vai morrer - terá mais chances se pular logo da canoa furada em que o partido se transforou no estado do Rio de Janeiro.

MDB quer eleger Moreira, Picciani e mais dois

Agora sem o P, partido quer perder a fama de filial da "casa do demo"

Nada de Leonardo Picciani e muito menos Marco Antonio Cabral. O primeiro nome da lista do MDB paras eleições desde ano no Rio é tem outro nome, Wellington Moreira Franco, para quem deverão estar voltadas todas as atenções a partir de agora. Comandado no estado pelo deputado Cabralzinho, mas ainda controlado pela família Picciani, o partido ficará com o maior pedaço do bolo do fundo partidário e a preocupação hoje é não deixar que os recursos financeiros sejam geridos pelos atuais caciques. Conscientes de que não será mais possível eleger oito deputados federais, os "donos" da legenda têm hoje três nomes no topo da lista de candidatos a deputado federal, e Cabralzinho, mesmo sendo o presidente, não é um deles. As apostas internas são em Moreira Franco, Leonardo Picciani e Pedro Paulo - se este não mudar de sigla junto com o ex-prefeito Eduardo Paes, cotado para disputar o governo estadual pelo PSB -, podendo entrar um quarto nome, no máximo mais um, nas avaliações mais otimistas.

Paes pode ter Dr. Aluizio como companheiro de chapa em 2018

Para isso prefeito de Macaé teria de renunciar o cargo até 31 de março

O ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes é o nome de consenso do PMDB para disputar o governo do estado e na eleição proporcional o partido deverá fazer aliança apenas com o PP. Pelo menos é o que pensam hoje cabeças coroadas da legenda, que defendem a escolha do prefeito reeleito de Macaé, Aluizio dos Santos Junior, o Dr. Aluizio para compor a chapa com Paes. Se aceitar de fato o convite Aluizio terá de deixar o cargo até o dia 31 de março, passando o comando do município para o vice-prefeito Vandré Guimarães. De acordo com um nome forte da legenda, a sondagem já teria sido feita e Santos Junior estaria até preparando a transição, uma decisão que depende apenas dele mesmo.

PDT bate a porta na cara de Garotinho

Partido barra entrada do político que sonhava disputar o governo do estado pela legenda

Se quiser mesmo disputar o governo do estado do Rio ou qualquer outro mandato eletivo em 2018 o Antonhy Garotinho (foto) vai ter de procurar outra legenda. Atualmente no PR, partido onde está cada vez mais sem espaço, o político tentou transferir-se para o Partido Democrático Trabalhista - onde já esteve e pelo qual já exerceu mandatos de deputado estadual e de prefeito (de Campos, Norte Fluminense), ele foi recusado pelo comando do diretório estadual, que não o quer de volta. O PDT está de namoro com o ex-prefeito da capital fluminense, Eduardo Paes, que poderá ser o candidato da legenda ao Palácio Guanabara.

Prefeitura do Rio terá que convocar agentes de apoio à Educação Especial aprovados no concurso público de 2014

Eduardo Paes tem 30 dias para autorizar a Secretaria de Educação fazer a convocação dos 150 primeiros colocados no concurso O prefeito do Rio, Eduardo Paes, tem 30 dias de prazo para autorizar a convocação e posse dos 150 primeiros colocados nos concurso público realizado em 2014 para preencher vagas na função de agente de apoio à Educação Especial. Decisão nesse sentido foi tomada pelo juiz Pedro Henrique Alves, titular da 1ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Capital. Oferecendo três mil vagas destinadas ao atendimento especializado de crianças e adolescentes nas escolas municipais, o processo seletivo do ano passado foi homologado em novembro, mas a Secretaria Municipal de Educação não chamou nenhum aprovado.

 

Cinco suplentes já estão garantidos na Alerj

Tânia Rodrigues já teve uma passagem pela Alerj e foi vereador em Niterói E assim a Baixada Fluminense terá mais três deputados 

Pelo menos cinco primeiros suplentes de deputado estadual vão assumir cadeiras de titulares na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro com a escolha dos eleitos para comandar secretarias no governo fluminense e na Prefeitura do Rio. Dos cinco suplentes dois ainda tem mandatos de deputado: são Jorge Moreira Teodoro, o Dica e Marcelo Simão, ambos do PMDB e com base eleitoral na Baixada Fluminense. Eles serão empossados nas vagas de Rafael Picciani e Carlos Roberto Osório. Rafael foi escolhido pelo prefeito Eduardo Paes para o cargo de secretário de Transportes e Osório, que já comandou a pasta, será o secretário estadual de Transportes. A ascensão dos suplentes vai reforçar a bancada da Baixada, que terá, além de Dica e Simão, o filho do ex-prefeito de Itaguaí, Abeilard Goulard (assassinado em 1990), o vereador Abeilard Goulard de Souza Filho, primeiro suplente do SD, que vai entrar na vaga de Pedro Fernandes Neto, que será o secretário de Assistência Social.