Paracambi: Falta de transparência nos gastos da Saúde aumenta com contratação de mais uma OS por cerca de R$ 50 milhões

● Elizeu Pires

Depois da OS Hospital Mahatma Gandhi, da empresa de terceirização de mão de obra Carvalho e Scipion Soluções em Serviços Médicos e da Renascer Cooperativa de Trabalho (Renacoop), a Prefeitura de Paracambi, na Baixada Fluminense, contratou mais uma organização social para atuar em sua rede de saúde, essa também sem licitação.

Três Rios: No final do mandato, prefeito contrata empresa do tipo “fazemos de quase tudo” para assessorar o governo

● Elizeu Pires

Ao que parece o prefeito de Três Rios, cidade do interior do estado do Rio de Janeiro, levou mais de três anos para perceber a incapacidade de sua equipe de governo em aprimorar a administração municipal, com vistas à elaboração do planejamento e plano estratégico do município.

Justiça torna réus 19 alvos da Operação Fim da Linha em SP

Ação corre em sigilo; nomes não foram divulgados

A Justiça de São Paulo aceitou a denúncia feita pelo Ministério Público e transformou 19 alvos da Operação Fim da Linha em réus. Eles agora serão julgados por supostamente terem participado de esquema de lavagem de dinheiro que teria sido utilizado pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) no transporte público de São Paulo por meio de duas empresas de ônibus, a Upbus e a Transwolff.

Justiça bloqueia R$ 6 milhões de ex-prefeito de Carmo e de outros envolvidos em fraude na compra de respiradores

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), ajuizou ação civil pública por improbidade administrativa e por ato de corrupção contra o ex-prefeito de Carmo, Paulo César Gonçalves Ladeira, e mais 13 pessoas físicas e três jurídicas.

A ação aponta o superfaturamento na compra de nove respiradores mecânicos para o combate à pandemia de Covid-19, realizada com recursos destinados pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) ao município. A pedido do GAECO/MPRJ, na quinta-feira (11/04), o Juízo da vara Única de Carmo determinou a indisponibilidade de valores dos réus sobre no mínimo R$ 6 milhões, para o pagamento das multas e indenização.

Chuvas na Baixada: Prefeito de Magé decreta estado de emergência

Medida vale por 180 dias, mas pode ser prorrogada

O prefeito Renato Cozzolino percorreu neste sábado os bairros mais atingidos - Foto: Divulgação/PMM O prefeito de Magé, Renato Cozzolino, decretou Estado de Emergência no sábado pela manhã (23) em resposta ao grande volume de chuvas que caíram no município desde sexta-feira (22). O objetivo do decreto é mobilizar recursos e apoio nos níveis estadual e federal, simplificando em particular o processo para os cidadãos afetados obterem o Cartão Recomeçar, uma iniciativa do governo do estado destinada a ajudar no alívio das consequências de desastres naturais. O estado de emergência tem duração inicial de 90 dias, mas pode ser estendido até 180, caso haja necessidade de mais tempo para a recuperação do município.

Mangaratiba: Ex-prefeito que pretende voltar a governar precisa reverter condenação judicial para poder concorrer

● Elizeu Pires

Aarão teve os direitos políticos suspensos em decisão de primeira instância e precisa reverter a situação Está tramitando no Tribunal de Justiça um processo que pode acabar com os planos do ex-prefeito de Mangaratiba, Aarão de Moura Brito Neto, de disputar as eleições deste ano. O julgamento de recurso impetrado pela defesa dele estava marcado para a próxima quarta-feira (13), mas o processo foi retirado de pauta pelo desembargador Rogério de Oliveira Souza, que o suspendeu por 10 dias, porque um dos apelantes está sem advogado.

Paracambi: Comdep já tem R$ 33 milhões empenhados para 2024, não disponibiliza seus gastos ao controle social garantido por lei e, ao que parece, falta de transparência não incomoda os vereadores

● Elizeu Pires

“Trabalhamos duro faça chuva ou faça sol, para atender nossa população sempre com carinho!” Esse é o slogan da Companhia Municipal de Desenvolvimento de Paracambi (Comdep), que nos últimos anos recebeu cerca R$ 180 milhões da Prefeitura, mas basta dar umas voltas pela cidade para perceber que nem da coleta de lixo e entulhos essa empresa municipal vem dando conta, e o que é pior, sem ser cobrada pelos "fiscais do povo", os eleitos pela população para isso.

Governo lançará  programa que inclui mulheres no mercado de trabalho

A cerimônia ocorrerá na sexta-feira Dia Internacional da Mulher

Cida Costa: “Também estamos trabalhando no sentido de garantir a implementação de duas leis que, para nós, são importantes”  - Foto:  Rafa Neddermeyer/Agência Brasil O governo federal lança, na próxima sexta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, o Programa Asas para o Futuro. De acordo com a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, a proposta é incluir mulheres de 17 a 30 anos, sobretudo negras e da periferia, no mercado de trabalho. O planejamento inclui a assinatura de um acordo de cooperação com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) para a qualificação dessas mulheres.

MPF obtém condenação de ex-secretário de obras do Rio por irregularidades em licitação para obras em Seropédica

Hudson Braga foi condenado junto com dois servidores da Secretaria de Obras - Foto: Reprodução A partir de denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF), a 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro condenou Hudson Braga, ex-secretário de Obras do Governo do Rio de Janeiro, e dois servidores da pasta por peculato e por irregularidades na contratação de empresa para realizar obras emergenciais na cidade de Seropédica (RJ). Atingido por fortes chuvas em 2010, o município registrou cinco mil desabrigados e prejuízos em ruas, nas redes pluviais e de esgoto.

A Justiça acolheu parcialmente as acusações da denúncia e considerou que, em contratos emergenciais firmados para reparar os danos com uso de recursos federais, houve pagamentos por serviços não realizados, em valores que superam os R$ 757 mil, e prorrogação irregular do instrumento contatual. O então secretário de obras do Rio de Janeiro foi condenado a sete anos e seis meses de reclusão, enquanto os dois servidores tiveram as penas fixadas em quatro anos e quatro meses e dois anos e seis meses de reclusão, além de multa. Ainda cabe recurso da sentença.