Prefeito de Casimiro terá de repassar R$ 228 mil para a Apae

Antonio Marcos tem deixado de honrar vários compromissos (Foto: Divulgação/PMCA/Vitor Nantes) Acatando pedido do Ministério Público, o juízo da Vara Única de Casimiro de Abreu determinou, na tarde de ontem, em decisão liminar, que o prefeito Antonio Marcos Lemos Repasse R$ 228 mil à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) da cidade. O valor corresponde a parcelas devidas de um termo de subvenção social assinado no ano passado. Os repasses estão atrasados desde janeiro, o que obrigou o promotor de Justiça Marcelo Winter Gomes a impetrar uma ação civil pública. 

O termo de subvenção social previa o repasse total de R$ 688 mil divididos em seis parcelas entre 2015 e 2016, mas no mês passado a Apae informou ao Ministério Público que os repasses não estavam sendo feitos e que a Secretaria de Assistência Social havia notificado a entidade de que os repasses haviam sido suspensos temporariamente. De acordo com o MP, a Prefeitura “alegou dificuldades financeiras, sem, contudo, apresentar alternativas para não deixar desamparadas cerca de 90 pessoas com deficiência, entre crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos”. 

Ex-procurador da Câmara de Magé já está preso

Prisão foi pedida pelo MP sob acusação de ameaça a ex-vereador

O advogado Fernando Abrahão, o Marabá, procurador da Câmara de Vereadores de Magé durante a gestão de Anderson Cozzolino, o Dinho como presidente da Casa, já está preso. A informação foi divulgada pelo site do Ministério Público, que no último dia 2 pediu a prisão preventiva dele, de Dinho e do empresário Fabio Figueiredo Moraes, o Fabinho, acusados pelo MP de acusados ameaça de morte, sequestro e uso de violência contra Genivaldo Ferreira Nogueira, para que ele mudasse seu depoimento na Justiça. Mais conhecido em Magé como Batata, Genivado, que também já foi presidente da Câmara, sofreu um atentado a tiros na manhã da última segunda-feira.

Irmão de Garotinho pega 12 anos de prisão por estupro

Nelson Nahim Matheus de Oliveira, apontou a acusação, tinha uma preferida de 15 anos Nelson Nahim Matheus de Oliveira e mais 13 homens foram condenados por explorar crianças e adolescentes em Campos, onde nove dos acusados cumpriram mandatos de vereador

Terminou com a condenação de 14 réus o caso que ficou conhecido no Norte Fluminense como “Meninas de Guarus”. A juíza Daniela Barbosa Assumpção de Souza, em exercício na 3ª Vara Criminal de Campos dos Goytacazes, condenou a penas que variam de 6 a 31 anos de prisão os 14 acusados de envolvimento na exploração sexual de crianças e adolescentes. Um dos réus é o ex-vereador Nelson Nahim Matheus de Oliveira, irmão do ex-governador Anthony Garotinho, sentenciado a 12 anos de reclusão em regime fechado pela prática dos crimes de estupro e coação no curso do processo.

Bomba de vereador de Guapimirim era só estalinho

Parlamentar usou a tribuna para avisar que iria ao MP fazer denúncia de desvios de verbas e indícios de corrupção contra a administração municipal

Fernando Amaro usou a tribuna para fazer denúncias contra a gestão do prefeito Marcos Aurélio Dias, mas ficou só nisso “Na verdade ninguém no governo acredita que o vereador vá seguir adiante. O que se comentava nos gabinetes mais concorridos da gestão de Marcos Aurélio, informa uma fonte ligada ao governo, é que as palavras de Fernando não passariam do plenário”. A informação contida na matéria “Licitações e contratos serão devassados em Guapimirim” veiculada no dia 26 de maio pelo elizeupires.com não se confirmou. Até o fim do expediente de ontem o vereador Fernando Amaro Garcia, o Fernando Cambota, não havia cumprido a promessa feita na tribuna da Câmara na sessão do dia 24 de maio, quando fez denúncias contra a gestão do prefeito Marcos Aurélio Dias e prometeu protocolá-las no Ministério Público para que pudessem ser investigadas. Investigações já acontecem e novos procedimentos até poderão ser abertos, mas não por iniciativa do vereador, que ficou só nas palavras ditas em plenário.

MP aciona Nova Iguaçu por contratação de concursados

O MP quer que a Prefeitura substitua as merendeiras terceirizadas pelas aprovadas em concurso (Foto: Divulgação/Masan) Promotoria de Justiça quer a convocação de 104 aprovados no processo seletivo de 2012

Realizado em 2012 para preencher 2.616 postos de trabalho em várias áreas da administração municipal, o último processo seletivo de Nova Iguaçu vai expirar no dia 5 de julho, uma vez que fora prorrogado por mais dois anos, mas os candidatos classificados dentro do número de vagas para o setor de Educação ainda tem chances de convocação. Pelo menos é isso que pretende o Ministério Público, que ingressou ontem com uma ação civil pública com pedido de liminar para obrigar a Prefeitura a convocar, nomear e empossar os aprovados dentro no número de vagas. Segundo o MP, “a medida visa conciliar o direito de posse com o atual momento de crise financeira e com isso garantir as vagas dos aprovados mesmo após a expiração do certame”.

De réu a testemunha importante

Em fevereiro de 2007 o ex-vereador Batata chegou a ser preso sob a acusação de ter encomendado a morte do vereador Dejair Corrêa (Foto: Extra/Fábio Guimarães, 13/02/2007) Ex-vereador Batata pode ajudar esclarecer crimes em Magé

Acusado de ter encomendado pelo menos quatro assassinatos no município de Magé e aguardando para ser levado a júri popular no Fórum de Niterói, para onde um de seus processos foi transferido, o ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal Genivaldo Ferreira Nogueira, o Batata, está sendo tratado pela Justiça como testemunha importante na ação criminal que apura fraude em licitação, corrupção ativa, coação, peculato, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, em caso denunciado por ele e Yacemir de Oliveira Fernandes, o Branco. Yacemir, conforme já noticiado, foi morto no dia 29 de dezembro de 2010, um mês após ter comparecido ao Ministério Público e revelado que um processo licitatório no valor de R$ 22 milhões vencido pela empresa FM Terra em 2009 teria sido montado de modo a favorecer a ganhadora do certame. Agora, com o atentado sofrido na manhã de hoje, o ex-vereador deverá ficar sob proteção policial, podendo ajudar a esclarecer, inclusive, a execução de Branco.

Ex-vereador Batata sofre atentado em Magé

Genivaldo Batata é testemunha importante em processo sobre a Operação Terra Prometida Seu carro foi alvejado por sete tiros, mas ele não foi ferido

O ex-vereador Genivaldo Ferreira Nogueira, o Batata, deu entrada no Hospital Municipal de Magé nesta manhã em estado de choque. Ele foi alvo de um atentado na BR-493, Estrada Magé-Manilha, na altura da entrada para o bairro Barbuda, onde ele reside. O ex-vereador havia prestado depoimento no dia 31 de maio como testemunha em processo criminal e depois procurou o Ministério Público para denunciar que tinha sido ameaçado de morte para mudar as declarações feitas. Segundo ele, as ameaças teriam partido do ex-prefeito e ex-presidente da Câmara de Vereadores Anderson Cozzolino, o Dinho, do empresário Fabio Figueiredo Moraes, o Fabinho e do advogado Fernando Abrahão, o Marabá, ex-procurador da Câmara. Os três - que estão com prisão preventiva decretada desde a última sexta-feira - foram acusados por Batata, de tê-lo ameaçado para obrigá-lo a mudar o teor de depoimento no processo que resultou na Operação Terra Prometida, levada a efeito no dia 22 de janeiro deste ano, quando, além de Dinho e Fabinho tiveram prisão decretada a ex-deputada Jane Cozzolino, o ex-prefeito Rozan Gomes e o ex-secretário de Obras Jefferson de Oliveira. A perícia constatou que pelo menos sete tiros a porta do motorista da pick-up Hilux de cor presta usada pelo ex-vereador. No local os policiais recolheram cápsulas deflagradas de pistola calibre nove milímetros.

MP passa “pente fino” na Câmara de Casimiro de Abreu

O ex-chefe de gabinete Jairo Macabu confirmou a denúncia contra Pezão em depoimento (Foto:CMCA) Promotoria recolheu vários documentos, inclusive processos licitatórios

Uma semana após o afastamento temporário - por até 180 dias - do presidente do Poder Legislativo de Casimiro de Abreu, Alessandro Macabu de Araújo, o Pezão, o Ministério Público fez uma operação na Câmara Municipal e apreendeu documentos, inclusive processos licitatórios e portarias de nomeação de funcionários. A operação foi liderada pelo promotor de Justiça Renato Luiz da Silva Moreira, responsável pelo inquérito no qual Alessandro é acusado, junto com o ex-chefe de gabinete Jairo Macabu e o assessor especial Wilson da Silva Oliveira, de montar um esquema para ficar com parte da remuneração de servidores nomeados em cargos de confiança e funções gratificadas.

Ameaça a ex-vereador gera novo pedido de prisão contra Cozzolino

Está é a segunda vez que o ex-prefeito Anderson Cozzolino tem prisão decretada pela Justiça a pedido do MP Batata relatou ao Ministério Público ter sido ameaçado de morte para mudar depoimento em processo sob fraude em licitação envolvendo membros da família e empresa de locação de máquinas e caminhões

Ex-prefeito e ex-presidente da Câmara de Vereadores de Magé, Anderson Cozzolino, o Dinho, está sendo considerado foragido da Justiça mais uma vez. Ele teve prisão preventiva decretada ontem pelo juiz Felipe Carvalho Gonçalves da Silva, da Vara Criminal de Magé, em um novo processo impetrado pelo Ministério Público. Além de Dinho estão foragidos o também empresário Fabio Figueiredo Moraes, o Fabinho e o advogado Fernando Abrahão, o Marabá, ex-procurador da Câmara. Os três foram acusados pelo ex-vereador Genivaldo Ferreira Nogueira, o Batata, de tê-lo ameaçado de morte caso não mudasse o teor de depoimento no processo que resultou na Operação Terra Prometida, levada a efeito no dia 22 de janeiro deste ano, quando a Justiça decretou as prisões de Fábio, Dinho, da ex-deputada Jane Cozzolino - mãe do deputado estadual Renato Cozzolino Harb - e outros três acusados.

A pedido do MP prefeito e dois secretários de Barra Mansa são afastados pela Justiça por improbidade administrativa

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Tutela Coletiva do Núcleo de Volta Redonda, obteve na Justiça o afastamento provisório e a indisponibilidade dos bens do prefeito de Barra Mansa, Jonas Marins; do secretário de Saúde do município, Luiz Antônio de Almeida; e do ex-secretário da pasta Jonathan Aguiar, atualmente na Secretaria Municipal de Administração e Modernização do Serviço Público, entre outros.

O MPRJ, com apoio do GAP e da CSI, realiza ainda, na manhã desta quarta-feira (01), a Operação Hórus, que tem por objetivo cumprir 18 mandados de busca e apreensão de bens, documentos e valores, que serão cumpridos nas cidades de Barra Mansa, Bom Jardim e Rio de Janeiro.