Sucessão em São Pedro da Aldeia: empresário candidato a prefeito foi denunciado à Justiça por falsidade ideológica

Concorrendo pelo Podemos ao cargo de prefeito de São Pedro da Aldeia, o empresário Carlos Fábio da Silva, mais conhecido na cidade como Fábio do Pastel, foi denunciado à Justiça no ano passado pelo crime de falsidade ideológica, em ação ajuizada pelo Ministério Público, processo que acabou suspenso por dois anos pelo juízo da 2ª Vara da Comarca local, as condições de ele comparecer ao Fórum mensalmente, não se ausentar da residência por mais de 15 dias sem autorização judicial, comunicar eventual mudança de endereço e comprar para o GAT do 25º BPM, uma câmera para ser usada nas diligências.

O processo foi gerado a partir de um acidente de trânsito envolvendo um veículo do empresário e que estaria sendo conduzido por outra pessoa, mas Carlos teria dito à Polícia que era ele o condutor do carro no momento do acidente. Na ação ainda aparecem como denunciados Leandro Hugo Passos Coelho e Wadioney Prevatto Guerson, ambos respondendo por falso testemunho.

Programa Estadual de Integração na Segurança têm início nas ruas de Nova Iguaçu com reforço de 100 agentes

As ruas de Nova Iguaçu ganharam mais segurança. Cem policiais do Programa Estadual de Integração na Segurança (PROEIS) estão reforçando o policiamento em 24 localidades da cidade. O programa, convênio da Prefeitura com a Polícia Militar, opera com policiais militares contratados em seus dias de folga para aumentar a proteção em áreas previamente definidas. Serão dois turnos, das 4h às 12h e de 17h às 1h, com 50 PMs em cada. O contrato é de um ano, podendo ser renovado.

Pontos de maior movimentação na cidade ganharam reforços, como o Viaduto dos Imigrantes, por exemplo. Além dele, duplas de policiais em carros estarão na Abílio Augusto Távora (antiga Estrada de Madureira), Via Light, Vila de Cava, Posse, Prata, Santa Rita, Cerâmica, Comendador Soares, Três Corações, entre outros.

Ministério Público Federal e PF deflagram nova fase de operação que revelou pagamento de propina à escrivão e delegados no Rio de Janeiro

As investigações feitas pelo MPF e PF alcançam crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, organização criminosa e obstrução à Justiça - Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil O Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) deflagram, na manhã desta quinta-feira (15), a segunda fase da Operação Tergiversação, que desarticulou uma organização criminosa que atuava dentro da Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro. Nessa nova fase, a investigação mira outros empresários que participaram do esquema de pagamento de propina para delegados e escrivão em troca de proteção nas investigações realizadas nas Operações Titanium (fraudes envolvendo o Plano de Saúde dos Correios) e Viupostalis (fraudes envolvendo o Postalis), e advogados que atuaram como intermediários das cobranças de vantagens indevidas dos empresários e ficavam com uma parcela dos vultuosos valores pagos aos criminosos.

Estão sendo cumpridos dois mandados de prisão preventiva e 33 mandados de busca e apreensão, por determinação da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, envolvendo dois delegados da Polícia Federal, um delegado da Polícia Civil, sete empresários e cinco advogados.

Prefeitura de Japeri não informa quanto já foi pago pelos respiradores que investigações revelam que não servem para nada

Que transparência sempre foi uma palavra desconhecida para a gestão do prefeito Cesar Melo Foto) não é nenhuma novidade, mas querendo ou não ele vai ter de abrir a caixa-preta da contabilidade da Prefeitura de Japeri e revelar os gastos emergenciais feitos em nome do enfrentamento da pandemia de covid-19, que somam cerca de R$ 8 milhões.

Terá de deixar claro, por exemplo, quanto saiu da conta do Fundo Municipal de Saúde para pagar pelos equipamentos adquiridos por R$ 1,8 milhão junto à empresa EPN Manutenção e Vendas de Equipamentos, aparelhos que uma investigação do Ministério Público Federal, com apoio da Polícia Federal e Agência na Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), apontam como obsoletos e que já deveriam estar fora do mercado há pelo menos 20 anos.

MP e Polícia Civil realizam operação para cumprir mandados de busca e apreensão contra acusados de invasão de terras em Arraial do Cabo: servidores da Prefeitura são alvos

As investigações apontam que o bairro Sabiá era um dos alvos do grupo O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da Promotoria de Justiça de Arraial do Cabo, em parceria com a 132ª DP, realizou ontem (7) a operação “Máquina de Rapina”, para cumprir 10 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a seis integrantes de uma organização criminosa responsável pelos crimes de invasão de terras, grilagem e estelionato. Dois dos denunciados, Mauro Cesar Gonçalves da Silva e Aluizo Mendes de Araújo, são funcionários da Prefeitura de Arraial do Cabo, e tiveram o afastamento da função pública decretado pela Vara Única do município, a pedido do MPRJ.

O grupo formado por Mauro, Aluizo, Edson Soares dos Santos, Rogério Paulino Lopes, Lucas Silva dos Santos e Suzana Beatriz Silva dos Santos se organizava para invadir ilegalmente terrenos nos bairros do Sabiá e adjacências, com o objetivo de parcelar o solo e, posteriormente, efetuar a venda de partes dos terrenos para terceiros. Para tanto, utilizavam-se da atuação direta de Mauro, diretor da Guarda Marítima Municipal e coordenador da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, e de Aluizo, que trabalhava na administração do município.

Emergenciais da covid-19 em Japeri somam cerca de R$ 8 milhões

Titular da Secretaria de Saúde foi afastada por decisão da Justiça

Alvo de uma operação da Polícia Federal realizada ontem (6) em apoio ao Ministério Público Federal e a Controladoria Geral da União, a Secretaria de Saúde de Japeri fez compras emergenciais no valor global de cerca de R$ 8 milhões em nome do enfrentamento da covid-19, mas os contratos não estão integralmente disponibilizados no Portal da Transparência.

Compra de respiradores em firma com capital 360 vezes menor que o valor do contrato acaba em operação da Polícia Federal em Japeri

A operação contou ainda com as participações da Controladoria Geral da União e do Ministério Público Federal - Foto: Reprodução. Exatos três meses e 20 dias após a publicação da matéria Saúde de Japeri compra R$ 1,8 milhão em equipamentos de empresa que aparece com apenas R$ 5 mil de capital social na qual o elizeupires.com chamou a atenção para uma emergencial homologada em favor de uma empresa sem sede, localizada em uma residência em Nilópolis, a Polícia Federal realizou na manhã desta terça-feira (6),  a Operação Apneuse. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão no âmbito do inquérito instaurado para investigar irregularidades na compra de respiradores para o tratamento de pacientes graves de covid-19 pelo total de R$ 1,8 milhão junto à EPN Manutenção e Vendas de Equipamentos Médicos, registrada no Cadastro Nacional de Pessoal Jurídica com capital social de apenas R$ 5 mil, mas que mesmo assim fez duas vendas sem licitação para a Prefeitura de Japeri pelo total e R$ 1,8 milhão, o equivalente junto, 360 vezes o capital da empresa.

A compra de equipamentos foi feita através das dispensas de licitação 009/2020 e 010/2020, a primeira para o fornecimento de R$ 537.400,00 em “bomba infusora e equipos” e a segunda de R$ 1.270.000,00 para a compra de respiradores. Os extratos foram publicados na edição de 5 de junho do diário oficial do município, sem, entretanto, revelarem preço unitário dos equipamentos e a quantidade a ser entregue.

Secretária de Saúde de Magé já foi liberada pela Justiça

Mas ficará afastada do cargo

Depois de cumprir prisão temporária de cinco dias decretada pela 1ª Vara Federal Criminal, a secretária de Saúde de Magé, Carine Tavares (foto) está em casa. Ela foi presa na última quinta-feira (26) pela Polícia Federal na Operação Garrote, realizada no âmbito de um inquérito aberto para apurar supostas irregularidades na contratação de uma empresa para realizar exames laboratoriais em auxilio a rede de atendimento médico do município.

MPF denuncia à Justiça ex-secretária e sub de Saúde de Nova Friburgo

Acusação é de peculato e dispensa ilegal de licitação

O MPF cita na ação que as denunciadas não tomaram providência para reformar o setor de esterilização do Hospital Raul Sertã, que foi interditado no mesmo mês em que uma empresa foi contratada sem licitação para prestar o serviço As ex-secretárias de Saúde de Nova Friburgo – cidade Região Serrana do Rio de Janeiro - Suzane Oliveira de Menezes e Michelle Silvares Duarte de Oliveira vão responder pelos crimes de dispensa ilegal de licitação e peculato, conforme denúncia ajuizada na 1ª Vara Federal local pelo núcleo da Procuradoria da República naquele município. As duas estão sendo responsabilizadas por suposta fraude na contratação emergencial da empresa Bioxxi Serviços de Esterilização para prestação de serviços de esterilização de equipamentos dos hospitais municipais Dr. Mário Dutra de Castro e Hospital Municipal Raul Sertã.