Modelo do Pix desafia controle financeiro dos EUA sobre o Brasil

Analistas apontam razões geopolíticas para tarifaço de 25%

O professor de economia Maicon Cláudio da Silva esclarece a situação – Foto: UFRRJ/ Divulgação O Pix brasileiro virou um dos alvos do governo dos Estados Unidos (EUA), entre outros motivos, por desafiar o controle financeiro de Washington sobre a infraestrutura brasileira de pagamentos eletrônicos. A avaliação é de especialistas em economia e relações internacionais consultados pela Agência Brasil. A razão do governo de Donald Trump para incluir o Pix entre as justificativas para o tarifaço de 25% seria, em primeiro lugar, geopolítica, e não estritamente econômica motivada pela concorrência com empresas dos EUA como Visa, MasterCard ou Whatsapp Pay.

Itaocara: Ministério Público cumpre mandados de busca e apreensão contra denunciados por desvio de recursos da Pestalozzi

Durante a operação foram apreendidos cerca de R$ 70 mil na casa de um dos denunciados - Foto: Divulgação/MPRJ A Promotoria de Justiça de Itaocara obteve na Justiça três mandados de busca e apreensão, que foram cumpridos nesta terça-feira (21), em endereços de investigados e na Associação Pestalozzi de Itaocara, no Noroeste Fluminense. A ação contou com o apoio de agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ).

O presidente da associação, Carlos Alberto Soares, e a coordenadora Ana Beatriz Pereira Soares foram denunciados pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) pelos crimes de peculato, concussão e lavagem de dinheiro por desvios de recursos públicos destinados à Pestalozzi de Itaocara. Segundo a Promotoria, o prejuízo é superior a R$ 468 mil. 

Operação Foco apreende mais de 30 toneladas de sabão em pó com indícios de falsificação

Mercadoria foi retida em Levy Gasparian por fraude na documentação fiscal; auto de infração de mais de R$ 431 mil foi pago – Foto: Divulgação A Receita Estadual, em parceria com a Operação Foco, apreendeu 30,2 toneladas de sabão em pó no Posto de Controle Fiscal de Levy Gasparian, na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. O veículo, que tentou fugir da abordagem e foi perseguido pela força-tarefa, transportava a mercadoria com indícios de falsificação e documentação fiscal fraudulenta. Com a ação conjunta, resultado da parceria da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-RJ) com o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), um auto de infração de mais de R$ 431 mil foi emitido.

O transportador foi conduzido até o Posto pelas equipes de fiscalização com um carregamento de 18.875 pacotes de 1,6 kg de sabão em pó, avaliados em R$ 169 mil. Durante a verificação, os Auditores Fiscais identificaram fraude na nota fiscal, que informava remetente e destinatário diferentes, tornando a operação incompatível.

Em apoio a Eduardo Paes, os Cozzolino vão de dobradinha caseira

Primos preparam-se para mais uma corrida eleitoral

Renato e Vinicius falam em defesa do estado com um olhar especial para Magé - Foto: Divulgação Com a homologação, nesta segunda-feira (20), de sua candidatura a reeleição pelo PSD, o deputado estadual Vinícius Cozzolino, confirma dobra com o primo, o ex-prefeito de Magé Renato Cozzolino Harb, que terá o nome levado à convenção do Progressistas com postulante a um mandato de deputado federal, e também apoiará a candidatura de Eduardo Paes.

Rogério Lisboa está fora da chapa de Douglas Ruas

Foto: Arquivo ● Elizeu Pires

Em nota oficial divulgada na tarde deste domingo (19), o presidente estadual do Progressistas, deputado federal Dr. Luizinho, confirmou o que ex-prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa (foto), está fora da chapa do PL ao governo do Rio, que será encabeçada pelo presidente da Alerj, Douglas Ruas.

Decisão da Justiça em ação do MPF garante verba para obras de centro de memória africana no Rio

Foto: Comunicação/MPF O Ministério Público Federal (MPF) obteve decisão favorável na Justiça Federal para obrigar a União a viabilizar, em caráter de urgência, a execução do cronograma inicial das obras de requalificação do Edifício Docas André Rebouças, na Zona Portuária do Rio de Janeiro (RJ). As obras envolvem a instalação do Centro de Interpretação do Cais do Valongo, dedicado à preservação da memória africana. Foi estipulado o prazo de 30 dias para a adoção das medidas necessárias à celebração do contrato e emissão do empenho orçamentário correspondente, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

A decisão ocorre no âmbito de execução provisória de sentença proposta pelo MPF, que acionou a Justiça após identificar, por meio de processos administrativos, o iminente risco de paralisação e descumprimento das obrigações decorrentes de ação civil pública ajuizada em 2018. O entrave nas intervenções do imóvel histórico decorre de um contingenciamento de recursos financeiros do Fundo Nacional de Defesa dos Direitos Difusos (FDD) imposto pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

MPF pede suspensão do programa Tolerância Zero e cobra respeito aos direitos de ambulantes nas praias do Rio

Os ambulantes fizeram protesto contra a proibição imposta pela Prefeitura - Foto: Reprodução O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com ação civil pública, com pedido de tutela de urgência, para suspender os efeitos do programa Tolerância Zero, instituído pela Prefeitura do Rio para disciplinar o comércio ambulante nas praias do Leme, Copacabana, Ipanema e Leblon. A ação também pede que a União e o município elaborem, de forma conjunta e participativa, um planejamento para a gestão desses espaços, capaz de conciliar o ordenamento urbano, o enfrentamento do crime organizado e a proteção dos direitos fundamentais dos trabalhadores ambulantes.

Na ação, o procurador regional dos Direitos do Cidadão adjunto Julio Araujo afirma que a prefeitura implantou uma política permanente de fiscalização das praias sem observar as normas federais que disciplinam a gestão desses espaços. Segundo o MPF, o programa foi criado sem diálogo com a União, titular das praias marítimas, sem participação da sociedade e sem medidas voltadas à regularização de situação de milhares de trabalhadores que dependem do comércio ambulante para sobreviver. A petição destaca ainda que o município não celebrou para tais regiões o Termo de Adesão à Gestão de Praias (TAGP), nem elaborou o Plano de Gestão Integrada previsto no Projeto Orla, instrumentos considerados essenciais para esse tipo de intervenção.

Sem contrato desde novembro, empresa já recebeu cerca de R$ 340 milhões do Fundo de Educação de Petrópolis, R$ 41,5 milhões só este ano

● Elizeu Pires

Foto: Reprodução Contratada inicialmente em abril  de 2022 para fornecer mão de obra de apoio em várias funções à Secretaria de Educação de Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, a Capital Ambiental Construção e Serviços está sem contrato desde novembro de 2025, o que não a impediu de continuar emitindo faturas e recebendo da Prefeitura.