Assim Garotinho fica feliz

● Elizeu Pires

Foto: Reprodução Até a noite de segunda-feira (3) o candidato a governador pelo PL, Douglas Ruas, tinha esperança de que o União Brasil, ao contrário do seu braço na Federação, o Progressistas, declarasse apoio a sua candidatura e, mais que isto, indicasse um nome para ser seu companheiro de chapa. Ontem (4), veio a confirmação daquilo que muitos já sabiam, a opção pela neutralidade.

TRE-RJ altera 66 locais de votação por motivos de segurança

Números de substituições, de cidades atingidas e de eleitores afetados superam os do pleito de 2024

Comprometido com a segurança de eleitores, mesários e demais profissionais envolvidos na realização das Eleições de 2026, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) já alterou 66 locais de votação por motivos de segurança. A medida que afeta cerca de 188 mil eleitores, de 20 cidades, é fruto de uma decisão do presidente do órgão, desembargador Claudio de Mello Tavares, após uma análise produzida pelo Grupo de Trabalho Unificado de Defesa da Integridade Eleitoral. O comitê é formado pelo Sistema de Justiça Eleitoral e pelos setores de inteligência das forças de segurança, com o objetivo de impedir que a votação seja realizada em locais dominados pelo crime organizado e classificados como de alto risco.

Federação União Progressista oficializa saída do barco de Douglas Ruas, que teve de apelar para uma solução caseira

● Elizeu Pires

Foto: Divulgação Em convenção realizada nesta terça-feira (4), a Federação União Progressista decidiu pela neutralidade em relação à disputa pelo governo do Rio de Janeiro. Abrindo mão de indicar o candidato a vice na chapa do PL, que é encabeçada pelo presidente da Assembleia Legislativa, Douglas Ruas, e de lançar um candidato ao senado.

Ex-prefeito de Mesquita parece ser o único “fervoroso” em relação à candidatura de Douglas Ruas na Baixada

● Elizeu Pires

Foto: Reprodução Até maio o PL fluminense achava que teria uma multidão de pesos-pesados defendendo a candidatura de Douglas Ruas a governador na Baixada Fluminense, mas a coisa, sugerem os fatos, parece ter ido para o descaminho.

TRE-RJ realiza abertura pública da urna eletrônica e reforça transparência do sistema de votação

Foto: Divulgação/TRE-RJ O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) promoveu, nesta segunda-feira (3), a ação "O Sistema Eletrônico por Dentro", que apresentou o funcionamento da urna eletrônica de forma detalhada para representantes da imprensa e de entidades fiscalizadoras. Realizado no Grande Hall do Palácio da Democracia, que estava cheio, o evento integra a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação e permitiu que os participantes conhecessem a estrutura interna do equipamento, seus mecanismos de segurança e as etapas que garantem a integridade do processo eleitoral.

Na abertura da atividade, o presidente do TRE-RJ, desembargador Claudio de Mello Tavares, destacou a importância de ampliar o conhecimento da população sobre o funcionamento do sistema eletrônico de votação, reforçando a confiança do público no processo eleitoral, bem como o papel das entidades fiscalizadoras no combate à desinformação. “Norberto Bobbio ensinou que a democracia é o governo do poder público em público.(...) Quanto mais olhos qualificados auditarem cada etapa, mais inquestionável se torna a legitimidade das urnas”, afirmou. O magistrado exaltou a segurança e a rapidez da urna eletrônica, recordando a época do voto em cédula, quando a apuração demorava dias ou até semanas, criando um hiato de tempo que dava espaço para a desconfiança e a dúvida. “Trinta anos depois [da implantação da votação eletrônica], o país vota no domingo e, ao anoitecer, já sabe quem o governará. Sem tumulto, sem papel, sem erros de planilhas. Há democracias muito mais antigas que a nossa, levando semanas para contar o que nós contamos em horas", exaltou o magistrado. A apresentação técnica do evento foi conduzida pelo secretário de Tecnologia da Informação (STI), Michel Kovacs, que desmontou uma urna eletrônica e apresentou seus componentes internos e funcionalidades da sua estrutura, como o módulo de segurança que é um dispositivo interno de segurança que garante que a urna eletrônica somente execute sistemas oficiais da Justiça Eleitoral e ainda assina digitalmente todos os dados, protegendo a integridade de todo o sistema. “São diversas camadas de segurança da urna eletrônica, que garantem a inviolabilidade do sistema e o sigilo do voto. Cada urna é capaz de assinar os dados que são enviados para a totalização com uma assinatura digital única de cada dispositivo, o que impede qualquer tentativa eventual de manipulação dos dados.  É uma tecnologia robusta e bem testada, que funciona como um lacre digital para garantir que os dados que chegam para o sistema a totalização são autênticos e produzidos por urnas eletrônicas oficiais.  A urna eletrônica ao inicializar também faz diversas verificações para assegurar que todos os componentes, como a impressora, teclado e leitor biométrico, são autênticos da Justiça Eleitoral”, afirmou. O secretário da STI falou sobre os lacres de segurança da urna, produzidos pela Casa da Moeda do Brasil e que protegem dispositivos como os cartões de memória, que contém os dados do eleitorado, e a mídia de resultados, em que são registrados os votos recebidos pelos candidatos. Quando removidos e recolocados, os lacres deixam uma marca bem visível, que indicaria uma possível tentativa de abrir a urna em um momento indevido. Michel Kovacs apresentou o módulo impressor da máquina, responsável pela emissão de relatórios oficiais como a zerésima, que comprova a não existência de qualquer voto registrado na urna antes da votação, e o boletim de urna (BU), que contém o resultado daquela seção eleitoral. “Esse BU é disponibilizado imediatamente após o encerramento da votação ao público, permitindo que partidos políticos, fiscais, Ministério Público e cidadãos comparem os resultados divulgados pela Justiça Eleitoral na internet com os dados impressos na seção. Nunca houve qualquer resultado discrepante”, disse. O especialista em TI acrescentou que a urna eletrônica é um dispositivo isolado, que não possui qualquer tipo de conexão com a internet, Wi-Fi ou Bluetooth. Ele enfatizou que o código-fonte da urna eletrônica é aberto em cerimônia pública, para entidades fiscalizadoras, e que testes de segurança e etapas de auditoria são realizadas antes, durante e após as eleições. Integrantes das entidades fiscalizadores legitimadas a participar das etapas do processo de fiscalização e auditoria do sistema eletrônico de votação, como o Ministério Público, a Ordem dos Advogados do Brasil, a Sociedade Brasileira de Computação (SBC), a Defensoria Pública e o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, estavam presentes. Profissionais de diversos veículos de imprensa brasileira e internacional, como TV Globo, New York Times, Reuters, Agência Brasil, TV Band, GloboNews, Rádio Tupi e Rio TV Câmara cobriram o evento. A Pilili, mascote oficial da Justiça Eleitoral inspirada na urna eletrônica, recepcionou os presentes. A iniciativa integrou a programação da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, desenvolvida por meio de uma estratégia integrada de comunicação do Tribunal Superior Eleitoral, em articulação com os Tribunais Regionais Eleitorais de todo o país. A campanha busca ampliar o conhecimento da população sobre o funcionamento das eleições brasileiras, transmitindo a transparência e segurança do processo eleitoral.

Benedita continua liderando disputa para o Senado, aponta pesquisa Prefab Future

Foto: Reprodução Candidata do PT a uma vaga no Senado, a deputada federal Benedita da Silva (foto) se mantém em primeiro lugar na preferência dos eleitores do estado do Rio de Janeiro.

É o que mostra pesquisa de intenção de votos realizada pelo instituto Prefab Future, que entrevistou duas mil pessoas entre os dias 24 e 29 de julho.

Conquista do voto feminino no Brasil resistiu à misoginia histórica

Estudiosas dizem que discursos machistas atacam sufrágio desde 1890

Foto: Acervo Arquivo Nacional Os ataques ecoam pelo tempo. “Minha mulher não irá votar”, disse o senador constituinte Coelho e Campos, em 1891. No mesmo ano, outro parlamentar, Serzedelo Corrêa, afirmou que jogar a mulher no meio das paixões e das lutas políticas é “tirar-lhe a santidade”. Depois de 135 anos, mais discursos violentos reaparecem. "Mulher vota estatisticamente mal, principalmente as solteiras. As casadas costumam acompanhar o marido", afirmou o influenciador Paulo Figueiredo (neto do ex-presidente João Figueiredo).

Douglas poderá ter de optar por vice do próprio partido

● Elizeu Pires

Ruas está esperando por um socorro de Rueda - Foto: Reprodução Braço mais forte da Federação União Progressista, formada com o PP, o União Brasil é a última esperança do candidato do PL ao governo do Rio de Janeiro, Douglas Ruas, de ter um vice que some com votos e tempo de televisão, mas a decisão que o partido adiou para terça-feira (4), poderá não ser do agrado de Ruas.

Quarenta anos de investimentos privados fizeram a diferença no Sul Fluminense

À frente do Grupo Aceplan, empresário Mauro Campos ampliou a atuação da empresa para novos setores e contribuiu para a expansão urbana, a geração de empregos e o acesso à moradia na região – Foto: Divulgação A história do desenvolvimento do Sul Fluminense nas últimas décadas também passa pelos investimentos realizados pela iniciativa privada. Há quase 40 anos, uma pequena construtora iniciava sua trajetória em Volta Redonda com um objetivo claro: crescer junto com a cidade. O que começou em 1986, com a construção de casas no bairro Jardim Belvedere, se transformou em um grupo empresarial com atuação em diferentes segmentos e presença em diversas cidades do Rio de Janeiro e de Minas Gerais.

A aposta no desenvolvimento da região veio cedo. Ainda na década de 1990, o grupo investiu na aquisição de áreas que, anos depois, deram origem a novos bairros e empreendimentos residenciais. Desde então, milhares de imóveis e, somente nos últimos 12 anos, mais de 3 mil famílias realizaram o sonho da casa própria por meio dos projetos desenvolvidos pela empresa, que também impulsionaram a expansão urbana e a geração de empregos no Sul Fluminense.