Toma jeito, prefeito!

Sandro parece perdido diante dos problemas O que está acontecendo em São João de Meriti é muito mais que uma crise financeira causada pela queda na receita, pois todos os municípios fluminenses sofreram perdas variando entre 17% e 20%, mas o único dos 92 no buraco é Meriti, que se perdeu em algumas áreas, ganhou muito nos setores de Saúde Educação, cujos repasses federais cresceram bastante de 2009 para cá. É um problema de gestão e de falta de jeito para administrar. Sandro Matos não tem o menor cacoete de prefeito: chegou ao poder tão empolgado que passou a disputar com Lindberg Farias (prefeito de Nova Iguaçu de 1º de janeiro de 2005 a 31 de março de 2010), o título de prefeito mais bonito da Baixada Fluminense. Agora, seis anos e 15 dias depois da posse de Sandro para seu primeiro mandato, ficou claro que Matos é tão feio quanto Farias, pois Lindberg faliu o município de Nova Iguaçu e várias empresas, deixando um rombo de mais de R$ 1 bilhão. Sandro está seguindo o mesmo exemplo: jogou Meriti literalmente no buraco e, pelo andar da carruagem, ao fim de sua desastrosa gestão, não será surpresa se ele imitar Lindberg também no volume da dívida.

As contas pessoais do prefeito com certeza estão em dia. Não lhe está faltando nada nem aos seus, mas a mesa do servidor está praticamente fazia. Tem aposentado que parou de tomar remédio de uso continuo porque não tem dinheiro para comprá-lo e não pode contar com a Secretaria de Saúde, pois lá está faltando até um simples analgésico. Que estímulo tem para trabalhar aquele servidor que está sem salário, que não tem nem o da passagem? Responde ai, prefeito! Se vossa excelência - que anda em carro de luxo e cercado de seguranças para lhe carregarem no colo se for preciso - tem faltado bastante ao trabalho ultimamente, por que um guarda municipal que não recebe seu parco dinheiro, mora longe e depende de ônibus para chegar ao local de trabalho não pode faltar alguns dias? Que moral o senhor tem para punir esses agentes, excelência?

Proposta de parcelamento de salários é rejeitada em Meriti

Sandro Matos vai se afundando a cada dia mais no caos em que o município foi lançado, com prejuízos para o funcionalismo e a população E medidas de economia só valem para os servidores 

O prefeito de São João de Meriti, Sandro Matos (PDT) prometeu para essa quinta-feira pagar um mês de salário e uma parcela do vencimento de setembro, que será quitado em quatro vezes. A proposta de parcelamento desagradou a maioria dos servidores, que são representados por quatro entidades sindicais diferentes. Apenas uma dessas entidades, o Sindifum - que congrega pouco mais de 800 funcionários e é comandado por Paulo Figueiredo, que teria cargo de confiança no governo - a aceitou. O clima entre os servidores que já era de revolta, piorou bastante com a punição administrativa aplicada a vários agentes da Guarda Municipal, considerada injusta pela categoria. “Esse governo não paga e ainda pune. Punir um funcionário que está com salários atrasados e ficou sem o décimo terceiro é um ato de covardia”, escreveu um deles em mensagem enviada ao elizeupires.com.

Caixa-preta esconde os segredos da previdência de Meriti

A Prefeitura de Meriti está mergulhada numa crise financeiro-administrativa e ninguém no governo parece se entender Instituto não tem como manter pagamento de benefícios

Responsável pelos proventos de cerca de 1.600 servidores aposentados e pensionistas, o Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de São João de Meriti (Meriti-Previ) - que chegou a ter seu Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP) cancelado pelo Ministério da Previdência Social - é uma imensa caixa de segredos que precisa ser aberta para que a contabilidade mostre a realidade financeira do órgão que foi criado para garantir o futuro dos funcionários da municipalidade. Esse é o pensamento de lideranças dos servidores ativos e representantes dos inativos, preocupados com a situação que descortina uma triste realidade só não admitida pelo prefeito Sandro Matos e pela diretoria do instituto: o Meriti-Previ está quebrado e só não se sabe em quanto, uma vez que as estimativas falam de um rombo de cerca de R$ 500 milhões e os gestores da falida previdência municipal fazem silêncio sobre o assunto.

Fundeb dobrado não garante pagamento em Meriti

Os servidores da Educação não foram recebidos ontem Os repasses praticamente dobraram em relação a 2009, primeiro ano da gestão de Sandro Matos

Onde e em que a Prefeitura de São João de Meriti está aplicando o dinheiro do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), recurso instituído pelo governo federal para ajudar as prefeituras garantirem os salários dos professores em todo o Brasil? Essa pergunta precisa ser dada à categoria no município pelo prefeito Sandro Matos (PDT), que tem alegado queda na receita geral para justificar o atraso no pagamento dos salários dos servidores de vários setores. Essa alegação, entretanto, não pode aplicada à questão do pessoal lotado na Educação, pois os repasses para esse setor praticamente dobraram em relação a 2009, o primeiro ano de Sandro como prefeito.

Prefeito de Meriti ignora protesto e servidores tomam gabinete

Um grupo de servidores ocupou a escadaria e outro seguiu para o gabinete do prefeito, mas Sandro Matos não apareceu por lá Sandro Matos teria se escondido em unidade de saúde para evitar manifestantes

Ao contrário do que sua assessoria havia informado no fim de semana que iria acontecer, o prefeito de São João de Meriti, Sandro Matos (PDT), não recebeu os servidores da rede municipal de ensino, que iniciaram um protesto na manhã de hoje e ocuparam o gabinete para tentar uma audiência e ouvir explicações plausíveis sobre o atraso nos salários e o não pagamento do décimo terceiro. Os manifestantes ficaram na Prefeitura até o início da noite sem, entretanto, receberem atenção de qualquer secretário.

Dívida com servidores de Meriti é muito maior

Um novo protesto de funcionários vai acontecer nessa segunda-feira Além de salários atrasados, do não pagamento do 13º salário, faltam gratificações asseguradas por lei, contribuição sindical e previdenciária 

Se aparecer para trabalhar nessa segunda-feira o prefeito de São João de Meriti, Sandro Matos (PDT), vai deparar com mais uma manifestação dos servidores ativos e inativos, que reivindicam a regularização dos salários e o pagamento do décimo terceiro. O ato está marcado para as 9h em frente à sede do governo, o mesmo local de protestos passados que não deram nenhum resultado, pois a julgar pelo silêncio do prefeito sobre esse assunto, o governo deve ter assuntos mas sérios a tratar ou não tem coragem de encarar a situação de frente por falta de uma resposta positiva para a categoria. Entretanto, segundo uma fonte do governo, a Prefeitura está devendo tanto que nem Sandro sabe ao certo o volume da dívida, uma bola de neve que começou a crescer desenfreadamente desde março do ano passado.

2014 ainda não terminou em Meriti

Sandro está mal das pernas, mas acha que consegue emplacar o 'irmão' Marcelo em 2016. Falta combinar com a população, os servidores e os adversários ...mas o prefeito já pensa em 2016

O primeiro dia útil para as repartições públicas no estado do Rio de Janeiro vai começar com protesto em São João de Meriti, mais uma das muitas manifestações realizadas durante 2014 por funcionários e representantes de associações de moradores contra o caos financeiro e administrativo que se instalou durante o sexto ano da gestão do prefeito Sandro Matos (PDT). Para o funcionalismo, fornecedores e prestadores de serviços, por conta do não pagamento de salário, décimo terceiro e faturas, 2014 ainda não terminou e deverá demorar bastante para ser fechado, mas, para o prefeito e seu grupo de apoio, 2016 já está às portas e assim sendo pouco importam os problemas acumulados e as reclamações dos servidores. Sobre soluções ninguém no governo dá um pio. Quando as contas poderão ser postas em dia, quando vai chegar medicamentos na rede de saúde e quando os serviços básicos voltarão ao normal, parece não fazer diferença para o governo, mas a sucessão sim e para substituir Sandro já tem até um nome: o deputado federal Marcelo Vivianni Gonçalves (PDT) - que usa Matos como sobrenome e é apresentado como irmão do prefeito -, mas falta combinar isso com a população.

Fonte da Prefeitura não confirma para essa terça pagamento do 13º aos servidores da Educação em São João de Meriti

“Se o Sepe está divulgando essa data que providencie então o pagamento, pois até agora não temos confirmação de nada disso”. A afirmação foi feita agora a pouco ao elizeupires.com por uma fonte ligada à Secretaria de Educação de São João de Meriti, em relação ao pagamento do décimo terceiro salário para os servidores lotados no setor de ensino.  A fonte, que tem nome, carteira de identidade, CPF e credibilidade junto à categoria, afirmou que ninguém no governo confirmou o dia 30, essa terça-feira, como o “payday” do abono, conforme chegou a ser divulgado pela representação do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação em São João de Meriti, que anunciou que “depois de muita insistência" um interlocutor da Prefeitura  teria dito que "a previsão é de que o pagamento ocorra na próxima terça-feira”.

O silêncio do governo foi decretado pelo prefeito Sandro Matos (PDT) depois que o elizeupires.com se reportou sobre os números dos repasses federais que ele havia dito terem sofrido redução significativa, a ponto de comprometer as finanças do município, o que, segundo ele, provocou o atraso no pagamento dos salários dos servidores municipais. Desde então ninguém do primeiro escalão fala sobre datas, problemas e suas conseqüências. Apesar da falta de pagamento, os servidores do município continuam trabalhando normalmente e muitos tomam até dinheiro emprestado com parentes para pagar as despesas de passagem de ônibus, dando o bom exemplo que a administração municipal não dá.

Baixada tem bom e péssimo exemplos de gestão

Sandro fecha 2014 com pendências, enquanto Timor encerra o exercício com compromissos quitados e aumento programado para janeiro São João de Meriti faz feio e Japeri fecha o ano com contas pagas e servidores satisfeitos

O ano que está terminando definitivamente foi péssimo para São João de Meriti, principalmente para os servidores municipais, que amargam atrasos de até três meses nos salários, ficaram sem o décimo terceiro e viram as contas, aluguéis e até pensões alimentícias se acumularem sem ter como saldar esses compromissos. Essa situação, segundo o prefeito Sandro Matos, ocorre porque houve queda de receita, o que os números do governo federal desmentem. Para quem conhece o problema mais de perto e a realidade financeiro-contábil da Prefeitura, o problema é de gestão e não de falta de dinheiro. Não muito distante de Meriti, com um universo populacional cinco vezes menor e arrecadando dez vezes menos que a cidade governada por Sandro, está Japeri, município mais pobre da Baixada Fluminense, que fecha o ano dando um bom exemplo de administração e sem nenhuma conta em atraso.

Nem Fundeb salva o Natal dos professores de São João de Meriti

Sandro continua culpando a queda na receita pela crise Que o abono não seria pago este mês a maioria dos servidores do município de São João de Meriti - com vencimentos em atraso há três meses - já sabia, mas para os profissionais da rede de ensino, que tem o salário garantido pelos repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), foi uma surpresa desagradável ver sequer um centavo havia caído em suas contas nessa segunda-feira, primeiro dia útil após 20 de dezembro, limite legal para os empregadores públicos ou privados pagarem o décimo terceiro salário. Revoltados professores fizeram mais uma manifestação, mas não conseguiram chamara a atenção do prefeito Santo Matos (PDT), que se encontrava numa solenidade de inauguração de casas populares no bairro Venda Velha.

A situação começou a ficar esquisita para os servidores do município em março deste ano, quando iniciou-se o atraso nos salários e não há nenhuma perspectiva de os salários serem postos em dia a curto prazo. Na semana passada uma decisão liminar foi dada pela Justiça determinando que a administração municipal regularize o pagamento do pessoal da saúde, mas o problema é muito mais grave: atinge a todo o funcionalismo.