No dia 19 de março de 2019 o Ministério Público, com apoio da Polícia Civil, fez uma operação de busca e apreensão em endereços da ex-prefeita de Iguaba Grande, Ana Grasiella Magalhães (foto), denunciada pelo Ministério Público por suposto "esquema de pagamento de propina, arrecadando vantagens ilícitas por meio de pagamentos, para que uma empresa do ramo de iluminação pública vencesse processo licitatório". Passado um ano e seis meses desde a ação, Grasiela foi escolhida em convenção como candidata a prefeita pelo PP.
A empresa escolhida para fazer a manutenção e extensão da rede de iluminação de Iguaba é a Compillar Entretenimento e Prestadora de Serviços, a mesma que firmou contratos com as prefeituras de São Gonçalo e Silva Jardim a partir de processos licitatórios esquisitos que resultarão nas prisões de ex-prefeitos dessas duas cidades, Neilton Mulin (preso em agosto de 2017) e Anderson Alexandre (preso em novembro de 2018). Além de Graziela foram alvos da operação do MP os ex-secretários Mauro Siqueira Gomes, Luis Jeronymo de Mesquita e a presidente da Comissão de Licitação, Valéria Santana Herdy.