Prefeitura de Japeri aponta “distorção dos fatos” em vídeo gravado em escola de sua rede

A secretária Carolina Ontiveros diz que erro de empresa foi corrigido, adotando procedimento padrão - Foto: Ascom/PMJ Um vídeo sobre uma suposta ação de fiscalização numa das escolas da rede municipal de ensino está dando o que falar em Japeri, não pelo o conteúdo em si, mas pelo que o governo aponta como distorção dos fatos.

A Prefeitura de Japeri, precisou vir a público para esclarecer os fatos sobre o vídeo que foi propagado via redes sociais por vereadores do bloco de oposição, em relação a entrega de gêneros alimentícios na Escola Municipal Dário Lins. De acordo com o governo,  "a gravação omite informações essenciais", que comprovariam "a lisura e o controle adotados pela administração pública no fornecimento da merenda escolar”.

MPF e TCU criam grupo de trabalho para acompanhar as mudanças na gestão da rede federal de saúde no Rio de Janeiro

Foto: Reprodução: O Ministério Público Federal (MPF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) criaram um grupo de trabalho (GT) para monitorar as ações de transferência da gestão dos hospitais federais do Rio de Janeiro. A mudança na gestão federal dos hospitais do Rio de Janeiro é um processo de descentralização e reestruturação implementado pelo Ministério da Saúde, que inclui o repasse da gestão de algumas unidades para o município e a reestruturação de outras unidades.

A primeira reunião, realizada nesta quarta-feira (24), focou no compartilhamento de informações e as análises já realizadas. Os órgãos também estabeleceram estratégias de atuação em parceria, inclusive com a definição de agendas para visitas técnicas nas unidades de saúde. Integram o GT, além do MPF e do TCU, o Ministério Público Estadual, as Defensorias Públicas da União e do Estado e a Controladoria-Geral do Município.

Ministério Público articula ações para assegurar a aplicação de cerca de R$ 5 bilhões do Fundeb em políticas de educação no Rio 

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) promoveu, nesta quarta-feira (24/09), reunião estratégica com órgãos de fiscalização e execução de políticas públicas para tratar do cumprimento de decisão judicial que obriga o Município do Rio de Janeiro a devolver R$ 2,2 bilhões aos cofres públicos para direcionamento a políticas públicas da área da educação, valor histórico ajuizado. Atualizado, o montante apresentado pelo MPRJ em Juízo gira em torno de R$ 5 bilhões. O valor foi definido em ação civil pública ajuizada pelo MPRJ e será restituído de forma parcelada ao longo de 22 anos e aplicado exclusivamente em projetos e ações voltados para a educação. Realizado na sede do MPRJ, o encontro teve como foco a construção de um modelo de governança participativa, com condução cooperativa e transparente da execução orçamentária, em conformidade com a Resolução nº 163 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Recomendação n. 05 de 2025 do Conselho Nacional do Ministério Público. Durante a reunião, a 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital, com o apoio do Grupo de Apoio Técnico Especializado (GATE/MPRJ), sugeriu interlocução interinstitucional para acompanhamento do plano de ação a ser apresentado pelo Município para que a execução da sentença seja acompanhada por instâncias fiscalizatórias, garantindo transparência e fiscalização colaborativa em todas as etapas.

“Nosso compromisso é garantir que a decisão judicial seja cumprida de forma transparente, planejada e participativa, assegurando que cada parcela dos recursos destinados ao Fundeb seja devidamente aplicada em políticas públicas de educação. Mais do que discutir valores, buscamos construir um modelo de acompanhamento que permita à sociedade e às instituições fiscalizar esse cumprimento, reconhecendo a responsabilidade do gestor público que atua com políticas públicas educacionais”, ressaltou Rosana Cipriano, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital.

OS citada em investigação da Controladoria Geral da União já recebeu mais de R$ 97 milhões do Fundo de Saúde de Nilópolis

● Elizeu Pires

Que entra no que a gestão do prefeito Abrahão David Neto, o Abrahãozinho (PL), chama de Portal da Transparência isso sem licitação, e faz a busca pelos contratos firmados e renovados com o do Instituto Brasileiro de Gestão (Ibrag), OS contratada inicialmente para gerir a Unidade Municipal de Pronto Atendimento do bairro Cabuis, em Nilópolis, não encontra um arquivo sequer relativos a eles.

Governo já devolveu R$ 1,29 bilhão a aposentados e pensionistas

Mais de 2,3 milhões de beneficiários já aderiram ao acordo de ressarcimento, que segue disponível. Até a próxima segunda (15), 99% dos que já assinaram o acordo terão recebido o dinheiro de volta

Desde o início dos pagamentos, mais de 2,3 milhões de pessoas aderiram ao acordo de ressarcimento - Foto: INSS/Divulgação O governo federal já devolveu R$1,29 bilhão a aposentados e pensionistas que tiveram descontos associativos indevidos em seus benefícios. Desde o início dos pagamentos, em 24 de julho, mais de 2,3 milhões de pessoas aderiram ao acordo de ressarcimento, o que corresponde a cerca de sete em cada dez beneficiários que estão aptos a receber.

Japeri: Câmara nada transparente com suas contas quer instalar CPI para investigar o governo

Elizeu Pires

O Legislativo é um poder independente e entre suas atribuições está fiscalização dos atos do Executivo, principalmente os relacionados ao gasto do dinheiro público. Esta semana circulou pelas redes sociais que um grupo de vereadores de Japeri, liderados pelo presidente da Câmara, Rogério Gomes Castro, o Rogerinho da RR (PSD), está propondo a instalação de uma comissão de inquérito para apurar supostas irregularidades que teriam ocorrido no governo municipal.

Câmara de Japeri já recebeu cerca de R$ 7 milhões em repasses, mas falta de transparência dificulta o controle social garantido por lei

● Elizeu Pires

Formada por 11 vereadores e comandada pelo parlamentar Rogério Gomes, mais conhecido como Rogerinho da RR (PSD), pelo que está no sistema que registra os repasses e despesas empenhadas e pagas pela administração municipal, recebeu, entre janeiro e agosto deste ano, cerca de R$ 7 milhões.

O chamado duodécimo garante os recursos necessários para quitar os subsídios dos membros da Casa, salários de servidores e assessores, além de cobrir os custos de manutenção, mas a questão, reclamam por lá, é que não está dando para saber com o dinheiro do povo está sendo gasto pelo Legislativo japeriense, pois o site oficial da Câmara não está em funcionamento, o que impede o controle social garantido por força de lei a todo e qualquer cidadão interessado em fazê-lo.

Receita voltará a exigir declaração de fintechs após operações da PF

Segundo o Fisco, revogação de norma em janeiro ajudou crime organizado

Marcelo Camargo/Agência Brasil Após as operações que desmantelaram um esquema de ligação entre o crime organizado, o setor financeiro e empresas de combustíveis, a Receita Federal voltará a exigir que as fintechs apresentem a declaração e-Financeira, documento com movimentações de alto valor. O órgão anunciou nesta noite que publicará uma instrução normativa que retoma as obrigações de transparência e de repasse de informações por essas instituições financeiras.

CPI das Câmeras: empresa terá até o fim do ano para retirar mais de 400 equipamentos de videomonitoramento em vias públicas do Rio

Reprodução A empresa Gabriel Tecnologia, responsável pela instalação de sistemas de videomonitoramento no estado, terá até o fim deste ano para retirar mais de 400 câmeras instaladas em vias públicas do município do Rio de Janeiro, devido a irregularidades como, por exemplo, obstrução de vias. A informação foi divulgada pelo secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento, Gustavo Guerrante, durante reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Câmeras, realizada nesta ontem (11), na Assembleia Legislativa. A CPI investiga a implementação e o funcionamento de sistemas de câmeras em locais públicos – só na cidade do Rio são cerca de três mil equipamentos de videomonitoramento.

Segundo o fundador e diretor executivo da Gabriel Tecnologia, Erick Coser, a empresa já iniciou o processo para cumprir a determinação. “As câmeras ainda estão ligadas e o serviço segue sendo prestado, mas já estamos trabalhando para o desligamento. Esse é um processo demorado, não é algo simples”, afirmou.

Já com parecer contrário à aprovação, contas da Prefeitura de Araruama vão ser julgadas este mês pelo TCERJ

Reprodução As contas da Prefeitura de Araruama, referentes ao exercício de 2023, penúltimo ano de mandato da então prefeita Lívia Belo, receberam parecer contrário e serão apreciadas pelo plenário do Tribunal de Contas do Estado no próximo dia 6.

O corpo técnico da Corte de Contas aponta para uma série de irregularidades e impropriedades na aplicação dos púbicos durante o ano de 2023, entre eles abertura irregular de créditos adicionais baseadas em excesso de arrecadação sem comprovação real; desequilíbrio financeiro gerado pela inscrição de despesas em restos a pagar sem disponibilidade de recursos caixa; problemas na aplicação de recursos de saúde e educação, e divergências contábeis.