Segundo o Tribunal de Contas a Casa só tem oito funcionários efetivos
Segundo o Tribunal de Contas a Casa só tem oito funcionários efetivos
Candidato do PSC à Prefeitura enfrenta dificuldades, mas não desiste
No próximo dia 28 – junto com o segundo turno das eleições para presidente da República e governo do Estado – os 8.961 eleitores de Aperibé, pequena cidade do Noroeste Fluminense, voltarão às urnas em pleito suplementar. Vão escolher novos prefeito e vice numa disputa que vem sendo marcada por informações falsas, como a de que o candidato do PSC, Inácio Zanata, teria desistido em favor de outro postulante ao cargo de prefeito. Principal apoiador do candidato que está liderando a corrida ao governo estadual, o ex-juiz Wilson Witzel (também do PSC), Zanata, está nas ruas à duras penas. Sem dinheiro, a campanha é feita de pé no chão, na base da sola de sapato...
Notícias falsas são espalhadas via redes sociais para confundir os eleitores que no dia 28 desde mês voltarão às urnas para eleger um novo prefeito
A prefeita de Silva Jardim, Maria Dalva Silva do Nascimento, teve o diploma de vice-prefeita cassado pela Justiça, o que a tira do mandato se a sentença for confirmada em instâncias superiores. A decisão foi tomada pela juíza da 63ª Zona Eleitoral, Daniella Correia da Silva, no Processo nº 1-60.2017.6.19.0063, uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral proposta pelo Ministério Público. A medida afeta ainda os vereadores Adão Firmino de Souza, Roni Luiz Pereira da Silva e Jazimiel Batista Pimentel, o Miel da Biovert. Também são réus no processo o ex-prefeito Wanderson Gimenes Alexandre, o Anderson Alexandre, recém-eleito deputado estadual e o ex-vereador Flávio Brito, sentenciados a oito anos de inelegibilidade, prazo que começa a contar das eleições de 2016. Em relação a prefeita e aos dois vereadores foi aplicada ainda a pena de inelegibilidade.
Vice na chapa do prefeito reeleito Wanderson Gimenes Alexandre, Maria Dalva assumiu a Prefeitura em abril deste ano, com a renúncia de Anderson, que deixou o cargo para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa.
Nesta campanha ele foi apresentado como Hélio Bolsonaro
"Viúvas" de denunciados por fraude, corrupção e compra de votos espalham noticias falsas nas redes sociais, vistas como "território de ninguém" pelos desprovidos de responsabilidade
O município paga mais de R$ 246 mil por mês por 12 ônibus velhos
Através de um projeto de lei enviado para ser votado às pressas pela Câmara de Vereadores, o prefeito de Casimiro de Abreu, Paulo Dames (foto), quer transferir para a previdência municipal os encargos com os servidores afastados por motivo de doença ou gravidez. Na mensagem o prefeito não informa a fonte de custeio e sequer discutiu a proposta com os conselheiros do Iprev-CA, órgão responsável pelos proventos dos funcionários ativos e inativos. A votação, entretanto, pode não acontecer, pois representantes do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação pediram ajuda ao Ministério Público, onde foram recebidos pelo promotor Fabrício Rocha Bastos, que prometeu analisar o assunto e tomar providências necessárias.
Os recursos da previdência dos servidores de Casimiro de Abreu sempre foram tratados como se fossem da Prefeitura nas gestões do prefeito Paulo Dames. Entre 2001 e 2008 foram feitas aplicações de risco no mercado financeiro, o que gerou sérios prejuízos ao Iprev-CA. Uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado apontou irregularidades na aplicação de recursos do órgão no Banco Santos e prejuízos ao fundo de pensão.
E para isso espera que o MP e a Justiça continuem de olho
É preciso que os membros da Câmara respondam: Se acovardam em relação a um simples poste, como procederiam diante de uma eventual denúncia de fraude em licitação como as que chegaram ao MP no período do prefeito Anderson Alexandre, que renunciou o mandato em março deste ano para disputar uma cadeira na Alerj? Presidida pelo vereador Jazimiel Batista Pimentel, o Miel da Biovert, a Câmara de Silva Jardim só tem servido mesmo para defender o governo, fechando os olhos para as denúncias de irregularidades e se omitindo quando deveria fiscalizar os atos da administração municipal, principalmente os processos licitatórios, o cumprimento dos contratos firmados e as despesas que não aparecem no sistema aberto para o controle social, o Portal da Transparência determinado por lei. A prova disto está num ato absurdo: um requerimento para que a prefeita Maria Dalva Silva do Nascimento cobrasse da concessionária de energia elétrica a substituição de um poste que ameaçava cair foi rejeitado em plenário. Dias depois, um poste nas mesmas condições ruiu e fez uma vítima.
Na verdade, o pedido para substituição do poste não precisava nem passar pela Câmara se a prefeita estive atenta aos problemas dessa minúscula cidade do interior fluminense, mas já que foi apresentado pela vereadora Ana Kelly Xavier, o que os pares dela deveriam fazer é aprovar, pois se tratava de caso de interesse da população da localidade de Aldeia Velha, em cuja entrada o poste danificado está instalado. Dias depois da omissão explícita dos vereadores, uma fatalidade aconteceu em outra localidade do município.