MDB pede mandato de Max Lemos por infidelidade partidária

Representação cita ações de improbidade administrativa e condenação criminal

Max pode perder a cadeira para o primeiro suplente Átila Nunes O diretório regional do MDB e o primeiro suplente de deputado estadual pelo partido, Atila Nunes, ajuizaram "ação declaratória de perda de mandato eletivo por desfiliação partidária sem  justa causa" contra o deputado Max Lemos, que deixou o partido e filiou-se ao PSDB para poder concorrer à Prefeitura de Nova Iguaçu. A inicial assinada pelos advogados Carlos Eduardo Frazão do Amaral e Rafael Barbosa de Castro destaca que o deputado alega que um dos motivos de sua saída da legenda está nas condenações impostas pela Justiça a ex-caciques do partido, sendo que ele mesmo responde a ações por improbidade administrativa, teve os bens bloqueados pela Justiça e tem em seu currículo uma condenação criminal por fraude contra o INSS. "Apesar disso, o réu (Max) posa de arauto da moralidade e bastião da democracia", diz um trecho da representação.

Queimados: denúncia de ‘rachadinha’ pode terminar em ‘pizza’

Governo abre inquérito, mas fala de "fato hipotético" apesar de áudio revelar conversa de secretária com coordenador

O prefeito Carlos Vilela mandou abrir inquérito, mas governo fala em "fato hipotético" Embora seja uma das vozes no áudio de uma conversa que envolve ela, o marido, o primeiro suplente de vereador pelo PSDB, Luis Claudio Sereno de Oliveira, o Taruga e o coordenador de articulação da Secretaria de Governo, Tubalcaim Machado Café, na qual este é cobrado para fazer uma transferência de dinheiro, a secretária de Desenvolvimento Econômico Angela Machado de Lima Oliveira continua no cargo. O prefeito Carlos Vilela determinou a abertura de um inquérito administrativo, mas ao que parece, bastou Taruga contar uma história diferente para que a denúncia de 'rachadinha' de salário passasse a ser vista com outros olhos pelo governo e já tem gente na própria Prefeitura apostando que a coisa pode terminar em "pizza" no âmbito da administração municipal.

Rio das Ostras aprova CPI para investigar milícia digital: Câmara vai apurar denúncia de que fakes seriam financiados com dinheiro público

No cargo desde julho de 2018, após vencer uma eleição suplementar, o prefeito Marcelino Borba, o Marcelino da Farmácia (foto), vem sendo classificado como o pior gestor que o município já teve. Também é chamado de antidemocrático ao não admitir críticas, e vem sendo acusado agora de usar uma milícia digital para atacar quem critica seu governo. Ataques a honra veiculados por uma página apócrifa no Facebook estão sendo atribuídos a pessoas que teriam algum tipo de vínculo com administração municipal, através e cargos comissionados.

A central de destruição de reputações foi denunciada em 22 de abril pelo advogado Eneas Rangel em entrevista a uma emissora de rádio local. Ele revelou, conforme denúncia já feita à Polícia Civil, que "montaram uma organização criminosa ao lado do prefeito da cidade, para denegrir quem critica o governo municipal".

Sem medo de cara feia ou ameaça de atropelo, Cris Gêmeas confirma pré-candidatura a prefeita de Mesquita

Cris confirma pré-candidatura à prefeita "sem medo de enfrentar o poder" Dia desses a vereadora Cristiane Pelinca do Amaral, mais conhecida na Baixada Fluminense como Cris Gêmeas, recebeu o aviso de que gente metida a dona de Mesquita - município onde ela mora e atua desde sempre -, havia dito que a destruiria, politicamente falando, sem muito esforço e mais rápido do que ela imaginaria. Recado dado, resposta imediata: Cris confirmou ontem (4) ao elizeupires.com que é pré-candidata a prefeita pelo PSD e que pretende fazer "uma campanha limpa, levando propostas às ruas, e não agressões", mostrando que a cidade é dos cidadãos de bem, dos moradores que, defende ela, "merecem e precisam viver dias melhores".

Eleita para o primeiro mandato em 2012 com 1.454 votos, Cris foi reeleita em 2016 com quase o dobro da primeira votação, somando  2.725 votos e tem agido além das fronteiras do município mais jovem da Baixada. De tanto insistir conseguiu, por exemplo,  através da atuação de um grupo de deputados federais, o aumento da verba de custeio para a rede municipal de Saúde. "Sou representante do povo e é junto ao povo quem tenho buscado estar sempre. Conheço as reais necessidades da população, os problemas que afligem o nosso povo, e o que pretendo fazer durante a campanha é debater propostas, apresentar nas ruas o que entendo como solução", diz Cris.

Mulher do áudio que escandaliza Queimados seria a titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico

A mulher que conversa com o coordenador de articulação na Secretaria de Governo Tubalcaim Machado Café e pergunta se ele já tinha "transferido o dinheiro", seria Angela Machado de Lima Oliveira, nomeada pelo prefeito Carlos Vilela para o comando da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico. Ela está no cargo desde a exoneração do marido, o primeiro suplente de vereador pelo PSDB, Luis Claudio Sereno de Oliveira, o Taruga (foto), que chegou a exercer mandato por um tempo, mas teve de deixar a secretaria para poder disputar o pleito deste ano.

Taruga é pré-candidato a vereador numa nominada formada em apoio ao pré-candidato à sucessão de Vilela, Lenine Lemos, irmão do deputado estadual Max Lemos. No áudio disponibilizado na matéria Escândalo em Queimados: suposto esquema de "rachadinha" envolve vereador e coordenador da Secretaria de Governo, Taruga diz que o cargo no qual Tubalcaim está nomeado é dele e teria sido dado por Max.

Escândalo em Queimados: suposto esquema de “rachadinha” envolve vereador e coordenador da Secretaria de Governo

Um áudio vazado na noite de ontem (2) está sacudindo o meio político em Queimados, na Baixada Fluminense, com estilhaços sobrando para o deputado estadual Max Lemos. Uma conversa telefônica entre Tubalcaim Machado Café –  nomeado em novembro de 2018 pelo prefeito Carlos Vilela para o cargo de coordenador de articulação da Secretaria de Governo – e o vereador Luis Claudio Sereno de Oliveira, o Taruga (PSDB), sugere a existência de um esquema de "rachadinha", divisão do salário do nomeado com o "padrinho" que lhe garantiu a vaga na Prefeitura. Na conversa Taruga diz a Tubalcaim que o cargo que este ocupa é dele, pois lhe fora dado pelo deputado Max Lemos.

Inicialmente (confira o áudio aqui), uma mulher identificada como Angela – que também seria nomeada na Prefeitura – cobra de Tubalcaim a transferência de parte do dinheiro que seria correspondente ao salário do mês de abril. "Saiu dia 30", lembra ela, ouvindo como resposta que o cargo não é mais da cota de Taruga, mas da de uma pessoa identificada como Pedro Jornalista, que seria pré-candidato a vereador. "O meu cargo não é mais do Taruga", responde Tubalcaim, informando que não tem mais vínculo com o suplente e que agora estava na campanha de Pedro.

Titinho ganha apoio de “peso” em Meriti

Candidato a deputado que teve apenas 595 votos na cidade se declara nas redes sociais

Drigão teve menos de 600 votos em São João de Meriti nas eleições de 2018 - Foto: Reprodução/Rede social Lançado pelo ex-prefeito Sandro Matos – que saiu da Prefeitura em dezembro de 2016, deixando os servidores ativos e aposentados com meses de salários em atraso –, o vereador Antonio Carlos Cardoso Correa, o Titinho, não está só na caminhada na tentativa de chegar ao governo.

Prefeito de Itaperuna vai responder por rombo na previdência dos servidores: Promotoria cobra devolução de R$ 90 milhões

● Elizeu Pires

Réu em vária ações – inclusive em processos criminais – o prefeito de Itaperuna, Marcus Vinicius de Oliveira Pinto (foto), é alvo de mais uma ação por improbidade administrativa ajuizada contra ele pelo Ministério Público. Desta vez a 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva (núcleo local), está pedido o afastamento dele do cargo, indisponibilidade de bens e o ressarcimento dos cofres públicos do total de R$ 90.498.984,11, além do pagamento de uma multa de mais R$ 180 milhões e suspensão dos direitos políticos pelo período de cinco a oito anos.

Secretária de Valença tem condenação por improbidade pela privatização da gestão do Programa Saúde da Família em Rio das Flores

Soraia também foi denunciada pelo MP por ter usado a estrutura da Procuradoria de Rio das Flores para tentar derrubar uma decisão judicial que permitiu que Vicente Guedes disputasse as eleições de 2016 Respondendo pela Secretaria Municipal de Saúde de Valença, a médica e ex-prefeita de Rio das Flores, Flores Soraia Furtado da Graça (foto), irmã do prefeito Luiz Fernando Graça, foi condenada em primeira instância a perda de função pública e dos direitos políticos por três anos. A decisão consta do processo 0000598-77.2015.8.19.0048, uma ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público a partir de inquérito que apontou como ilegal a terceirização da gestão do Programa Saúde Família em Rio das Flores, no período em que ela comandava o setor de Saúde daquele município, no governo do então prefeito Luiz Carlos Furlan.

A sentença foi proferida pelo juízo da Vara Única da cidade no dia 27 de janeiro deste ano, mas Soraia só estará inelegível se a condenação for confirmada em segunda instância, no caso o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A decisão também anula os contratos firmados entre a Prefeitura de Rio das Flores e a Associação de Assistência Social de Rio das Flores, escolhida, sem licitação, para operacionalização do PSF.