Cuspindo no prato: com medo de perder mandato por infidelidade partidária, Max Lemos sai atirando contra família Picciani

Max Lemos posava sorridente ao lado de seu padrinho político "O dia do benefício é a véspera da ingratidão". A frase que faz parte da letra da música "Contraste", de Noel Rosa, veio à cabeça de uma influente liderança política do estado do Rio de Janeiro ao tomar conhecimento, agora há pouco, dos argumentos usados pela defesa do deputado estadual Max Lemos na inicial de uma ação de justificação de desfiliação partidária, ajuizada no TRE por um advogado paulista, para tentar evitar perda do mandato do parlamentar por infidelidade partidária. Max, que deixou o MDB para filiar-se ao PSDB, legenda pela qual pretende disputar a Prefeitura de Nova Iguaçu, corre risco de perder a cadeira na Assembleia Legislativa para o primeiro suplente do MDB, Atila Nunes, uma vez que sua saída não teria ocorrido por justa causa como é alegado na representação.

No documento – do qual o elizeupires.com recebeu uma cópia na noite desta sexta-feira (3) – a defesa parte para o ataque, como se Max não tivesse nascido para a vida pública nos braços de Jorge Picciani e do ex-governador Sergio Cabral, que o ajudaram a ser eleito vereador e duas vezes prefeito de Queimados. Quem lê os argumentos apresentados, percebe um  esforço  enorme para descolar Max  dos Picciani, com o hoje deputado estadual parecendo ter esquecido de que não era nada politicamente falando antes de ir trabalhar na Assembleia Legislativa como principal assessor do então todo-poderoso da política fluminense.

Deputado da Baixada diz ter kits de testes do coronavírus para venda

"Eu tenho para venda os kits para detectar se o paciente tem coronavírus. O preço é o melhor do mercado caso alguém conheça alguma Prefeitura com interesse fala comigo!".

O anúncio foi feito no grupo de mensagens mantido pelos deputados estaduais do Rio de Janeiro pelo parlamentar Giovani Leite de Abreu, mais conhecido Ratinho (foto), que apagou o texto depois de ter levado uma bronca dos colegas. Visto na Baixada Fluminense como político de pouca expressão, Ratinho deixou um mandato de vereador em São João de Meriti para assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa em fevereiro de 2019.

Desembargador decide que os cinco deputados presos na operação Furna da Onça têm o direito de exercer seus mandatos

A decisão foi tomada em mandado de segurança impetrado pela defesa deputado Marcos Abrahão Em decisão liminar tomada nesta quinta-feira (confira aqui), o desembargador Rogério de Oliveira Souza, da 22ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, reconhece o direito de cinco deputados estaduais reeleitos em 2018 e presos na operação Furna da Onça exercerem os mandatos nos quais foram empossados, mas acabaram suspensos por decisão da Assembleia Legislativa. Com a decisão favorável Andre Correa, Chiquinho da Mangueira, Marcos Abrahão, Marcos Vinicius Neskau e Luiz Martins poderão voltar à Alerj.

Em março do ano passado os membros da Casa decidiram dar posse aos deputados presos em novembro de 2018, acusados de terem recebido vantagens do esquema chefiado pelo ex-governador Sergio Cabral em troca de votações favoráveis ao governo na assembleia. Na mesma sessão que a soltura foi deliberada a Alerj concluiu que eles não poderiam constituir gabinete nem receberão salários.

CPI da Prolagos inicia trabalhos na Alerj

Defesa dos direitos dos consumidores está na pauta

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar suspeitas de irregularidades praticadas pela Prolagos, concessionária de serviços públicos de água e esgoto, será instalada nesta terça-feira (11), às 13h30, na sala 311 do Palácio Tiradentes. A primeira reunião deve efetivar a presidência do deputado Sérgio Luiz Costa Azevedo Filho, o Dr. Serginho (foto), autor do pedido de CPI, vice-presidência e relatoria. Aprovada no ano passado, a CPI iniciará os trabalhos para apurar suspeitas de despejo irregular de resíduos químicos e esgoto na Lagoa de Araruama e no Reservatório de Juturnaíba.

Alerj discutirá isenção de pedágio para agricultores

Passe livre valerá nas rodovias estaduais sob concessão

Ao iniciar os trabalhos do ano, a partir de 3 de fevereiro, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) vai analisar um projeto de lei que assegura isenção nos pedágios aos veículos conduzidos ou de propriedade de agricultores. Proposta do deputado Anderson Alexandre (foto), do Solidariedade. Nas rodovias estaduais administradas por concessionárias, os produtores enfrentam altos preços de pedágios, na ida e na volta, diminuindo ganhos e os obrigando, muitas vezes, a repassar essas perdas para seus clientes.

Justiça decide que deputado poderá deixar o PSDB sem perder o mandato

TRE-RJ libera Luiz Paulo Correa para ingressar em outra legenda

Por unanimidade, o Colegiado do TRE-RJ reconheceu que há justa causa para o deputado estadual Luiz Paulo Correa da Rocha (foto) desfiliar-se do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Por "mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário", o parlamentar está autorizado a deixar o partido sem o risco da perda do mandato na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

‘Criador’ ataca ‘criatura’ em Silva Jardim

Agora deputado, ex-prefeito da cidade faz acusações contra sucessora

Anderson fez acusações e prometeu encaminhar denúncias à Câmara de Vereadores - Foto:Reprodução/TV Alerj Em abril do ano passado a Prefeitura de Silva Jardim "caiu no colo" da vice-prefeita Maria Dalva Nascimento, a Cilene, com a renúncia do prefeito Anderson Alexandre. Agora, um ano e cinco meses depois ele pede desculpas a população, fazendo um mea-culpa e acusações.

Deputado Max Lemos tem bens bloqueados pela Justiça Federal em ação de improbidade administrativa movida pela Funasa

A Fundação Nacional de Saúde quer que Max Lemos desembolse mais de R$ 9 milhões - Foto:Divulgação/Alerj Irregularidades encontradas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) na execução de um convenio firmado em 2005 entre a Prefeitura de Queimados e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), levou a juíza da 1ª Vara Federal de Nova Iguaçu, Marceli Maria Carvalho Siqueira, decretar o bloqueio dos bens do ex-prefeito daquele município da Baixada Fluminense, o hoje deputado estadual Max Lemos. A decisão (confira aqui), foi tomada no processo nº 500927322.2019.4.02.5120/ RJ, uma ação de improbidade administrativa movida pela Funasa, a partir de uma auditoria do TCU.

Ao todo a Funasa quer que o deputado desembolse em favor dos cofres públicos mais de R$ 9 milhões. Para tanto pede na ação o bloqueio de R$ 3.112.147,67 a título de "ressarcimento do dano ao erário", e pagamento de multa civil correspondente a duas vezes o valor do dano, "atingindo o montante de R$ 6.224.295,34", mas a Justiça só atendeu o pedido em parte, determinando, cautelarmente, o bloqueio de bens no valor de R$ 3.112.147,67.

Por 5 a 2 Comissão de Constituição de Justiça da Alerj aprova parecer para libertar deputados presos

Marcio Pacheco é o presidente da CCJ - Foto:Divulgação/Alerj Com votos favoráveis dos deputados Márcio Pacheco (PSC),  Rodrigo Bacellar (SDD), Max (MDB), Jorge Felippe Neto (PSD) e  Carlos Minc (PSB) a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio aprovou projeto para que a Casa submeta ao plenário a soltura de cinco parlamentares presos na Operação Furna da Onça, realizada em novembro do ano passado.

A votação em plenário está marcada para esta terça-feira (22), mas mesmo se ganharem a liberdade, Andre Correa (DEM) e Luiz Martins (PDT), Chiquinho da Mangueira (PSC), Marcos Abrahão (Avante) e Marcus Vinicius (PTB) não assumirão os mandatos.

Bancada do PSL na Alerj se agarra aos cargos no governo estadual

Grupo fala em independência, mas não abriu mão do espaço conquistado na gestão de Witzel

O bloco do PSL na Alerj pode ficar menor se Bolsonaro, como muitos acreditam que vá acontecer, deixar a legenda O discurso do "nós contra eles" e da "nova política" ainda é o mesmo na bancada do PSL na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, mas isto só mesmo nas falas, porque até o bloco bolsonarista não entregou os cargos que conseguiram no governo estadual para  indicados do partido, apesar de terem sido "conselhados" pelo "dono" da legenda no estado, o senador Flávio Bolsonaro, a fazê-lo.