A Polícia Rodoviária Federal passou a fazer patrulhamento diário
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Repasses do Fundeb em 2018 superaram em R$ 42 milhões ao recebido em 2017
A Prefeitura de Nova Iguaçu confirmou para amanhã (10), sétimo dia útil de janeiro, o pagamento do salário de dezembro a todos os servidores. O dinheiro vai cair na conta ao longo do dia. Está é a primeira vez nos dois anos de gestão do prefeito Rogério Lisboa que os vencimentos não foram pagos dentro do mês trabalhado. De acordo com a legislação, os salários devem ser pagos até o quinto dia útil do mês seguinte ao trabalhado, mas alguns municípios tem atrasado bastante e alguns ainda não quitaram o décimo terceiro, que em Nova Iguaçu foi depositado integralmente no dia 21 de dezembro. Em Duque de Caxias, por exemplo, o salário de novembro ainda não foi pago a todos os funcionários, só a uma parte dos ativos e inativos.
O prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis (foto), anunciou nesta tarde ter sofrido um atentado. Segundo ele, por volta das 15h, quando voltava de uma visita a obras de reforma de uma escola municipal localizada no bairro Cangulo, na periferia do município, seu carro e o de seus seguranças foram alvejados a tiros. "Agora à tarde fui visitar as obras de uma escola. Voltando, quatro elementos saíram dando tiro. Meus seguranças trocaram tiros com eles", afirmou o prefeito, que nada sofreu, pois o veículo que usa é blindado.
Washington Reis disse ainda que vai pedir autorização para armar seus seguranças com fuzis. "Infelizmente há locais da cidade que estão tomados pela bandidagem. Não acho que foi tentativa de roubo. É uma sensação muito ruim! Uma pena para o cidadão que hoje tem que conviver com isso", completou o prefeito, que acha que foram disparados mais de 30 tiros.
Parlamentar é de Miguel Pereira
Contratos de mais de R$ 9 milhões foram feitos com adesão de atas de Magé
Liminar foi concedida em ação do MPF e do MP-RJ
Tribunal havia suspendido efeito de decisão da 5ª Vara Cível
No dia 14 de novembro deste ano um grupo de vereadores encontrou remédios vencidos na Secretaria de Saúde O Tribunal de Contas da União está de olho nas compras de medicamento feitas a partir da adesão de atas de registro de preço, o aproveitamento por uma Prefeitura de uma licitação realizada em outra. A chamada carona é permitida, mas tem de ser autorizada documentalmente pelo órgão público de origem e o TCU já apontou o uso indevido da prática, com a autorização apresentada não sendo reconhecido pelos órgãos titulares, como teria ocorrido recentemente com duas atas originadas das secretarias de Saúde Seropédica e Duque de Caxias, em nome das empresas Kademed Medicamentos e Avante Brasil, casos que estão sendo apurados pela corte de contas.
Recentemente a Secretaria de Saúde de Araruama firmou três contratos por adesão de ata com três empresas diferentes, mas divulgou apenas os extratos com os valores globais, o que não permite saber a quantidade de remédios a ser adquirida nem o valor unitário contratado.
Uso de dinheiro da previdência dos servidores pela Prefeitura seria causa de atraso de salários