Enquanto guardas municipais brincam de polícia patrimônio público é destruído

● Elizeu Pires

Eles lutam para serem comparados a policiais, querem ser vistos como tais e invocam uma lei recente para isso e até já se movimentam para pressionar os prefeitos a adquirirem armas de fogos para eles, uma vez que a lei sancionada em agosto pela presidente Dilma Roussef lhes dá direito ao porte, mas não determina que os municípios armem seus agentes, ficando isso ao livre julgamento do gestor municipal. Entretanto, cumprir o dever para o qual foram contratados mesmo e seguir o que determina o artigo 4º dessa mesma lei que arguem em suas reivindicações - “...é competência geral das guardas municipais a proteção de bens, serviços, logradouros públicos municipais e instalações do município” - que é bom nada .