Prefeitura de Nova Iguaçu instaura projeto de revitalização da Fazenda São Bernardino e do sítio histórico de Iguassú Velho

A Prefeitura de Nova Iguaçu, por meio da Secretaria Municipal de Cultura está implantando o plano de obras para restaurar e reconstruir o sítio histórico de Iguassú Velha e todo o complexo da Fazenda São Bernardino, um dos marcos da antiga Vila de Iguassu, em Vila de Cava. Após uma vistoria técnica realizada no local foi apresentado para autoridades e convidados os projetos de revitalização de toda a área da antiga Vila de Iguassu. Na semana passada o prefeito Rogerio Lisboa anunciou a liberação de R$ 1,5 milhão para as obras de revitalização da fazenda e do sítio histórico de Iguassú Velha, tendo como previsão de conclusão até dezembro deste ano.

 “É um momento marcante. No dia 26 de junho reunimos, pela primeira vez no local, as três esferas de poder: os governos federal (IPHAN), estadual (Inepac) e municipal, além da Secretaria de Estado de Cultura, a ALERJ e a sociedade civil organizada. A ideia é começar sua restauração, algo já pensado há muito tempo, mas que até agora não tínhamos dado um passo tão decisivo. O momento é muito importante para a Prefeitura de Nova Iguaçu, que tem como meta restaurar e preservar esse grande patrimônio histórico, que é a Fazenda São Bernardino, e promover o turismo nesta região e na nossa cidade”, afirma o vice-prefeito Ferreirinha.

Nova Iguaçu inicia cadastramento para o recebimento do auxílio emergencial da Cultura

A Prefeitura de Nova Iguaçu, por intermédio da Secretaria Municipal de Cultura, Fundação Educacional e Cultural de Nova Iguaçu e Conselho Municipal de Políticas Culturais iniciou está semana o cadastramento para o recebimento do auxílio emergencial, editais e prêmios para profissionais da área de cultura que foram prejudicados com o isolamento social em função da pandemia do novo coronavírus. O benefício será concedido graças à Lei Aldir Blanc, como ficou conhecido o Projeto de Lei 1075/2020, já foi aprovado na Câmara dos Deputados e Senado, mas ainda falta ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro. O texto determina o repasse de R$ 3 bilhões para o setor, e Nova Iguaçu receberia cerca de R$ 4.876. 670,66 milhões desse total.

Serão beneficiados trabalhadores da cultura que se encontram impossibilitados de exercerem suas atividades, como músicos, atores, profissionais da dança e da literatura, atores, artesãos, artistas de rua, povos e comunidades tradicionais entre outros. A previsão inicial é que mais de três mil pessoas de forma direta e indireta sejam beneficiadas em Nova Iguaçu.

Obra de mais de R$ 10 milhões tem projeto alterado para encurtar prazo e garantir palanque ao prefeito de Duque de Caxias

"Qualquer casa racha", disse o prefeito Washington Reis aos moradores prejudicados Quando, em 2018, a Prefeitura de Duque de Caxias anunciou o início das obras do viaduto de Gramacho, os moradores dos bairros formados no entorno chegaram a comemorar. Orçado inicialmente em cerca de R$ 11 milhões, o projeto já teria custado mais do que isto e nada de a obra ficar pronta. Há 15 dias, entretanto, a população do bairro Sarapuí soube que o projeto foi alterado, o que contribuirá para acelerar a conclusão e possibilitar que o prefeito Washington Reis – pré-candidato à reeleição – participe da inauguração, o que não seria possível se a obra só ficasse pronta durante o período de campanha eleitoral.

A ideia inicial era interligar as avenidas Leonel Brizola e Teixeira Mendes, no bairro Sarapuí, o que facilitaria em muito a vida de quem transita pela região, mas uma alteração repentina anunciada pela Secretaria Municipal de Obras, segundo os moradores, acabou criando uma situação perigosa: a Prefeitura resolveu tirar a Avenida Teixeira Mendes do projeto, optando por jogar o tráfego para a Rua Herman Lundgren que não tem condições de suportar o volume de veículos pesados que virão a partir da Avenida Leonel Brizola.

Nova Iguaçu: iniciada obra de reforma e ampliação do Hospital de Iguassú: unidade deverá estar pronta para funcionar em oito meses

O Hospital de Iguassú foi construído pela Prefeitura em uma praça pública e inaugurado em 31 de março de 1935 pelo então prefeito Sebastião Arruda Negreiros - Foto: Divulgação Erguido na década de 1930, com direito a pedra fundamental lançada pelo presidente Getúlio Vargas, e de portas fechadas desde 2009, o Hospital de Iguassú será reaberto. A unidade, situada no Centro de Nova Iguaçu, passará por uma reforma e ampliação com adequação e modernização. A obra foi iniciada nesta ontem  (29) e deve ser concluída em oito meses.

"A reabertura do Hospital de Iguassú é um sonho antigo da população e um desejo nosso desde o primeiro dia de gestão. Apesar disso, primeiro foi necessário resolver problemas jurídicos que impediam este passo. Depois foi preciso fazer um projeto, que não é simples, para adequar a estrutura, que já tem 85 anos, de maneira que ela obedeça às exigências existentes para o funcionamento de um hospital", explica o prefeito de Nova Iguaçu, Rogerio Lisboa.

Japeri: compra de respiradores será alvo de investigação: suspeita de uso de ‘laranjas’ deverá citada em representação ao MP e ao TCE

Gente da área da saúde dizem que os equipamentos comprados pela Prefeitura de Japeri não atendem às necessidades atuais Como uma empresa com capital social 360 vezes menor que os valores contratados pode ter obtido os recursos necessários para conseguir no escasso mercado, respiradores para atender a Secretaria de Saúde de Japeri? Será que já tinha os equipamentos estocados, recebeu adiantado para custear a importação ou funcionou como mero instrumento de intermediação:

Estes deverão ser apenas uns dos questionamentos de uma representação que será encaminhada ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado na próxima semana para que possam ser investigadas duas dispensas de licitação homologadas pela secretária Rozilene Souza Moraes dos Anjos em favor da empresa EPN Manutenção e Vendas de Equipamentos Médicos, que tem como sede uma residência existente no número 68 Rua João Farias da Silva, em Nilópolis, conforme revelou o elizeupires.com na última terça-feira (16), na matéria Saúde de Japeri compra R$ 1,8 milhão em equipamentos de empresa que aparece com apenas R$ 5 mil de capital social.

Ministério Público quer conta bancária específica para os recursos da Educação de Mesquita: o dinheiro hoje é gerido pela Secretaria de Governo

A administração municipal de Mesquita, município da Baixada Fluminense, deverá ser obrigada pela Justiça a abrir uma conta bancária específica para o recebimento dos recursos destinados à rede ensino, inclusive os repasses do Fundeb e do Salário Educação. É o que pretende o Ministério Púbico em ação ajuizada pelo Grupo de Atuação Especializada em Educação. O GAEDUC quer, como tutela de urgência, que a Justiça determine, no prazo de 15 dias a contar da decisão, a abertura e  a manutenção do depósito dos recursos em conta setorial específica, em nome da Secretaria Municipal de Educação e “gerida exclusivamente pelo titular da pasta”.

Durante investigações o Ministério Público constatou que o município abriu uma conta para depósito dos 25% das receitas de impostos e transferências constitucionais destinadas à Educação, mas a ordenação das despesas vem sendo feitas pela Secretaria de Governo, que é comandada por Sérgio Renato Ferreira Miranda, irmão do prefeito Jorge Miranda.

Miguel Pereira: atos de dispensa de licitação publicados no boletim oficial do município não informam o que está sendo comprado nas emergenciais o enfrentamento do coronavírus

Os dois atos somam mais de R$ 1,2 milhão e não informam itens nem quantidade O objeto nos extratos de dispensa de licitação disponibilizados é genérico. Os documentos publicados no boletim oficial falam apenas em "aquisição de insumos e materiais hospitalares visando o combate e a prevenção a covid-19", o que dificulta o trabalho do contribuinte interessado em fazer o controle social lhe garantido por lei federal. A omissão impede que se fique sabendo pelo órgão que deveria dar ampla publicidade aos atos do governo o que a Prefeitura de Miguel Pereira, cidade do Sul do estado do Rio de Janeiro, está comprando para atender a Secretaria Municipal de Saúde em nome da situação de emergência provocada pelo coronavírus.

A publicação não informa, por exemplo, a quantidade adquirida e o valor dos itens que estão sendo fornecidos pelas várias empresas que tiveram contratos emergenciais firmados com a gestão do prefeito André Pinto de Afonseca, mais conhecido por lá como André Português.

Em plena pandemia a Prefeitura de Belford Roxo resolve gastar mais de R$ 1 milhão com aluguel de caminhões reboques

Além do bloco de multas e da caneta os agentes de trânsito de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, vão poder contar com mais uma arma contra um "feroz inimigo", o motorista que todos os dias sofre no trânsito confuso de vias como a Avenida Joaquim da Costa Lima, por exemplo, e dependem do fim do isolamento social para regularizar a documentação de seus veículos.

A Secretaria Municipal de Segurança Pública e Mobilidade Urbana acaba de homologar um contrato para locação de caminhões reboques, passando a contar com uma frota de quatro desses veículos, ao custo total de R$ 1.116 milhão por ano.

Secretaria de Saúde de Caxias faz compra de R$ 5,2 milhões sem licitação, mas não revela o que está sendo adquirido

Ao que parece a palavra transparência não faz parte do prefeito Washington Reis e os alertas do Tribula de Contas não estão servindo para nada ● Elizeu Pires

Ao que parece de nada adiantou o puxão de orelhas dado pelo Tribunal de Contas do Estado no prefeito de Duque de Caxias, Washingnton Reis em relação a falta de transparência aos gastos sem licitação feitos a título de emergência para o enfrentamento do coronavírus. A Prefeitura segunda cidade no estado do Rio de Janeiro em mortes por covid-19 – 338 óbitos confirmados até ontem (13) – homologou mais um ato de dispensa de licitação sem deixar claro o que está sendo comprado, a quantidade e quanto está sendo pago por item.

Sem a tão propalada e cara unidade de campanha Hospital da Posse vai segurando a onda em Nova Iguaçu na luta contra a covid-19

O HGNI funciona com 75 leitos exclusivos para os casos de covid-19, sendo 30 de tratamento intensivo  "Quando o governo estadual entregar os hospitais de campanha a pandemia já vai ter acabado". A afirmação em tom de ironia vem de profissionais de saúde que atuam no front contra a covid-19 em unidades da Baixada Fluminense. Até ontem (12), de acordo com boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde, Nova Iguaçu – município escolhido para sediar uma unidade com 500 leitos, 200 de UTI – registrava 2.520 casos confirmados de contaminação pelo coronavírus e 266 óbitos. Na cidade, que recebe pacientes de várias cidades, quem vem segurando a onda é a rede municipal de saúde, com o já há tanto sobrecarregado Hospital da Posse fazendo a diferença.

Nos últimos dias Hospital Geral de Nova Iguaçu passou a ter vagas sobrando nas alas destinadas a pacientes de covid-19. A direção do Hospital da Posse e a Secretaria Municipal de Saúde teve de ampliar e reorganizar a estrutura do HGNI para poder dar conta do recado, passando a funcionar com 75 leitos, sendo 30 para tratamento intensivo e 45 de enfermaria exclusivos para cuidar das pessoas acometidas pelo coronavírus. Na primeira semana de maio 74 pacientes com os sintomas da doença estavam internados, 21 deles precisando de respiradores. Naquela mesma semana 13 pacientes receberam alta.