E valores empenhados superam em muito o global do contrato disponibilizado no sistema da Prefeitura
● Elizeu Pires
E valores empenhados superam em muito o global do contrato disponibilizado no sistema da Prefeitura
● Elizeu Pires
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Campos dos Goytacazes, instaurou inquérito civil para apurar supostas irregularidades na concessão de bolsas para alunos universitários por parte do Município de São João da Barra.
A investigação teve como ponto de partida comunicações encaminhadas ao MPRJ, relatando que o município estaria disponibilizando bolsas para cursos de nível superior, inclusive de medicina, para não munícipes e para estudantes que não preenchem os critérios de renda para o recebimento do benefício. O relato também mencionava suposta falta de transparência no processo.
● Elizeu Pires
Um relatório de avaliação dos gastos de recursos federais transferidos ao município de Araruama, na Região dos Lagos, aponta uma série de irregularidades na aquisição de merenda escolar e medicamentos no início da gestão da prefeita Livia Soares Bello da Silva, a Lívia de Chiquinho. O documento que refere-se a levantamentos feitos em 2019 de aquisições feitas entre 2017 e 2018, fala em sobrepreço, compras sem justificativa e falta de transparência, questionando, inclusive a compra de remédios através de adesão de atas de registro de preços.
● Elizeu Pires
O prefeito Rubens Bomtempo vai ter que explicar mais essa - Foto: Reprodução Para que serve a Procuradoria Geral de Petrópolis? É exatamente isso que os contribuintes dessa cidade da Região Serrana do estado do Rio de Janeiro estão querendo que o prefeito Rubens Bomtempo (PSB) explique, pois a julgar pelos gastos da Prefeitura com um escritório particular, ele não deve levar muita fé no órgão encarregado de defender os interesses do município.
● Elizeu Pires
A CME Comércio e Serviços – empresa que tem como atividade econômica principal o comércio atacadista de artigos de escritório e papelaria – não é a única do mesmo ramo a fornecer material de construção à Prefeitura de Paracambi. O processo licitatório vencido por ela, o Pregão 013/2022, teve um segundo participante vitorioso, a firma Clep Comércio e Serviços, que desde maio de 2019 vem faturando no município, fornecendo de tudo um pouco.
● Elizeu Pires
Pelo que consta no CNPJ, a CME estaria sediada nesta rua da Chatuba, uma comunidade localizada em Mesquita Embora a Prefeitura de Paracambi tenha empenhado cerca de R$ 3,6 milhões em favor da CME Comércio e Serviços – empresa que tem como atividade econômica principal o comércio atacadista de artigos de escritório e papelaria, mas ganhou uma licitação para fornecer materiais de construção ao município – é impossível ao contribuinte interessado em fazer o controle social a ele garantido por força de lei, saber a quantidade já entregue, bem como os tipos de materiais comprados pela gestão da prefeita Lucimar Ferreira (PL).
● Elizeu Pires
De acordo com seus registros no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, a CME Comércio e Serviços tem como atividade econômica principal o comércio atacadista de artigos de escritório e papelaria, mas é essa empresa que - consta com capital social de R$ 120 mil - que foi declarada vencedora de um processo licitatório de mais de R$ 5 milhões para fornecer materiais de construção à Prefeitura de Paracambi durante um ano.
Prefeitura chega a pagar até três vezes mais em algumas funções
● Elizeu Pires
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Um motorista adminisstrativo categoria B no Rio de Janeiro, ganha, em torno de R$ 1.800 de salário, enquanto a média salarial de um auxiliar de serviços gerais é de R$ 1.430, segundo valor de remuneração registrado pelo Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação (Seac). Porém, uma firma que fornece mão de obra para a Prefeitura de Cachoeiras de Macacu, está recebendo muito mais que o dobro disso por cada profissional alocado.
A administração municipal diz que o total adquirido corresponde a três caídas para cada unidade de ensino
O contrato de cerca de R$ 1 milhão firmado com a empresa JCRRJ para compra de papel ofício para atender as escolas da rede municipal de ensino, segundo a Prefeitura de Magé, não registra nenhuma irregularidade, muito menos exagero na quantidade adquirida.