Vereadora presa em janeiro pode vir a presidir Câmara de Silva Jardim

Marcilene estaria sendo contada para ser a vice do candidato a presidente apoiado pelo governo

Está confirmada para às 9h deste domingo (27) a nova eleição da mesa diretora da Câmara de Silva Jardim, determinada pelo Tribunal de Justiça para que seja definido quem vai assumir a Prefeitura interinamente até a realização de um pleito suplementar. O prazo para inscrição das chapas terminou às 17 horas desta quinta-feira (24), mas apenas uma foi oficializada, encabeçada pelo vereador Jaime Figueiredo Lima e tendo a vereadora Marcilene Xavier (foto) como vice.

Rio Bonito: mesmo com mudança na direção no Iprevirb, segredos sobre previdência dos servidores ainda preocupa

Em abril deste ano Mandiocão comemorou a retomada do controle da previdência municipal, mas as contas precisam estar claras Sob o controle indireto do prefeito da cidade através de diretores nomeados, o Instituto de Previdência de Rio Bonito (Iprevirb), vive dias turbulentos desde 2013, quando Solange Almeida passou a governar o município. Saiu Solange, entrou José Luiz Alves Antunes, mas as turbulências continuaram. Em abril deste ano, Mandiocão como o prefeito é mais conhecido, destituiu – com base em uma decisão judicial – todo o comando da autarquia criada para garantir os proventos dos servidores aposentados e dos pensionistas, mas ainda assim os interessados em fazer o controle social garantido pela Lei da Transparência não tem acesso a informações sobre as contas do fundo de pensão, pois no site da administração municipal não há dados sobre possíveis aplicações no mercado financeiro e seus dividendos, folha de pagamento nem balancetes mensais.

Pelo que está no Portal da Transparência do município, a Prefeitura já repassou ao órgão cerca de R$ 7,8 milhões e há restos a transferir no total de R$ 4,4 milhões, mas não para saber quanto disto refere-se aos valores descontados dos servidores nem o volume correspondente a contribuição patrimonial. O site revela ainda transferência de R$ 10.178.790,97 no ano passado e R$ 8.605.343,60 em 2017 (confira aqui), mas não há nenhum registro sobre débitos em atraso relacionados a contribuições retidas ou parcelamento não pago.

Presidente da Câmara de Magé deverá ser o candidato do governo

Rogério do Valle poderá ter o ex-vereador Miguelzinho da Climamp como companheiro de chapa

Uma chapa com Rogério e Miguelzinho, na avaliação de observadores locais, é causa de insônia para os possíveis adversários, inclusive para quem está vindo de fora O prefeito Rafael Santos de Souza, Rafael Tubarão, ainda não se pronunciou publicamente sobre a sucessão municipal, mas o assunto ganhou corpo esta semana. Ele só deverá anunciar o nome do escolhido para disputar sua sucessão em dezembro, mas hoje, pelo andar da carruagem e pela movimentação nos corredores do poder, a balança pende em favor do presidente da Câmara de Vereadores, Rogério do Valle, que ainda está no MDB, mas deverá deixar o partido se o grupo de Duque de Caxias que sonha em assumir o governo em Magé insistir no confronto considerado "desnecessário e infantil" por quem entende do riscado.

Câmara de Silva Jardim já foi notificada para afastar vereadores cassados e promover ato para governo interino

Roni e Miel da Bioverte estão na lista dos cassados O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro já oficiou à Câmara de Vereadores de Silva Jardim para o "imediato cumprimento" da decisão colegiada que manteve a cassação dos mandatos da prefeita Maria Dalva Silva do Nascimento e dos vereadores Adão Firmino de Souza, Jazimiel Batista Pimentel e Roni Luiz Pereira.

Como um dos cassados é o presidente, a Casa agora terá de convocar três suplentes e realizar uma nova eleição para compor a mesa diretora, escolhendo novos presidente e vice. Feito isto o presidente assumirá a Prefeitura interinamente até a realização de uma eleição suplementar.

Rio Bonito: mesmo com mudança na direção no Iprevirb, segredos sobre previdência dos servidores ainda preocupa

Sob o controle indireto do prefeito da cidade através de diretores nomeados, o Instituto de Previdência de Rio Bonito (Iprevirb), vive dias turbulentos desde 2013, quando Solange Almeida passou a governar o município. Saiu Solange, entrou José Luiz Alves Antunes, mas as turbulências continuaram. Em abril deste ano, Mandiocão como o prefeito é mais conhecido, destituiu – com base em uma decisão judicial – todo o comando da autarquia criada para garantir os proventos dos servidores aposentados e dos pensionistas, mas ainda assim o interessado em fazer o controle social garantido pela Lei da Transparência não tem acesso a informações sobre as contas do fundo de pensão, pois no site da administração municipal não há dados sobre possíveis aplicações no mercado financeiro, os dividendos disso, contribuições pagas, folha de pessoal nem dos balancetes mensais.

Pelo que está no Portal da Transparência do município, a Prefeitura já repassou ao órgão este ano cerca de R$ 7,8 milhões e há restos a transferir no total de R$ 4,4 milhões, mas não dá para saber quanto disto refere-se aos valores descontados dos servidores nem o volume correspondente a contribuição patrimonial. O site revela ainda transferência de R$ 10.178.790,97 no ano passado e R$ 8.605.343,60 em 2017 (confira aqui), mas não há nenhum registro sobre débitos em atraso relacionados a contribuições retidas ou parcelamento não pago.

Vereador do PSL é preso na Baixada sob acusação de homicídio

Marcinho Bombeiro é investigado por homicídios em dois inquéritos diferentes

Marcinho Bombeiro foi preso quando estava numa praça pública da cidade Ex-prefeito interino e ex-presidente da Câmara de Vereadores de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, o vereador Marcio Cardoso Pagniez, o Marcinho Bombeiro (PSL), foi preso nesta terça-feira por agentes da 54ª Delegacia Policial, que cumpriram mandado de prisão expedido pela Justiça.  O político é investigado em dois inquéritos diferentes, um deles por dois homicídios e duas tentativas.

Saquarema: mesmo com o município arrecadando três vezes mais em royalties, prefeita quer empréstimo de R$ 130 milhões

A gestão de Manoel Peres está recebendo mais repasses constitucionais do que a sua antecessora, a hoje deputada Graciane Mota - Foto:Divulgação O mar em Saquarema, cidade do estado do Rio de Janeiro, nunca esteve tão para peixe como agora, mas, ao que parece a prefeita Manuela Peres não está sabendo aproveitar a calmaria e a fartura. É o que sugere um empréstimo de R$ 130 milhões que ela quer fazer junto à Caixa Econômica Federal, alegando que precisa de dinheiro para realizar obras de infraestrutura, embora as contas bancárias da Prefeitura nunca tivessem visto tanto dinheiro como na atual gestão.

Só em transferências constitucionais o município está recebendo atualmente mais que o dobro dos repasses ocorridos em 2016, último ano da prefeita Graciane Mota. Este ano, por exemplo, as transferências somam até agora R$ 214 milhões, sendo R$ 102 milhões pagos pela ANP a título de royalties do petróleo, segundo revelam dados do Demonstrativo de Distribuição de Arrecadação do Banco do Brasil.

Câmara de Silva Jardim terá de eleger novo presidente para este assumir a Prefeitura interinamente até ser realizada uma eleição suplementar

Maria Dalva teve o mandato cassado, mas continua elegível Com a publicação do acórdão da decisão que manteve a cassação da prefeita Maria Dalva do Nascimento, a Cilene (SD) e dos mandatos de três vereadores da cidade, a Câmara de Vereadores de Silva Jardim terá de convocar os suplentes e fazer nova eleição para compor a mesa diretora, da qual sairá o presidente que vai governar o município interinamente até a realização de um pleito suplementar. Além da prefeita foram cassados Adão Firmino, Jazimiel Batista Pimentel, o Miel da Bioverte e Roni Luiz Pereira, o Roni da Alexandre.

A cassação foi mantida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro na sessão plenária do último dia 10, quando foram julgados os embargos de declaração apresentados pelos advogados.

Prefeitura de Rio das Ostras vai arrochar os contribuintes que não aderirem ao programa de conciliação

A Prefeitura firmou convênio de cooperação técnica assinado com o Tribunal de Justiça - Foto:Divulgação/PMRO Com cerca de 150 mil habitantes – segundo estimativa do IBGE –, o município de Rio das Ostras tem uma previsão de receita para este ano aprovada em cerca de R$ 596 milhões e até ontem já havia registrado uma arrecadação bruta de mais de R$ 478 milhões. Considerando que a receita do mês de setembro chegou a R$ 42 milhões, a expectativa é de que o volume arrecadado supere o orçamento. Porém, ao que parece, o prefeito Marcelino Borba não está satisfeito com os números e quer arrecadar mais. Pelo menos é o que sugere sua fala em entrevista a uma emissora de rádio da região, na qual prometeu ir atrás dos contribuintes em situação de inadimplência com a municipalidade que não aderirem ao Programa Concilia Rio das Ostras, realizado em parceria com o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a partir de um convênio de cooperação técnica.

De acordo com a Secretaria Municipal de Fazenda, os contribuintes com tributos vencidos até 31 de dezembro de 2018 poderão se acertar com a Prefeitura, obtendo descontos de até 90% nos juros e multas, podendo ainda parcelar o total a ser pago. Só que para isto precisam correr, pois o prazo termina no dia 8 de novembro. Depois disto, avisa o prefeito, a cobrança será feita pela Justiça. "Hoje as notificações não são mais assinadas pelo secretário de Fazenda, mas pelo juiz. Já foram expedidas cerca de 30 mil", disse o prefeito na entrevista.

Vilela volta ao cargo e abre o verbo: “Se tivesse atendido às demandas daquele grupo antidemocrático não sairia afastado e sim preso”

Carlos Vilela afirmou que não vai ceder a pressões da Câmara de Vereadores - Foto:Divulgação Quem ouviu o discurso feito no início da noite desta sexta-feira (11) pelo prefeito Carlos Vilela, pode ter chegado a conclusão de que os nove vereadores que o afastaram do cargo de forma vista como ilegal, não erraram apenas no ato, mas, ao que tudo indica, em possíveis pedidos não republicanos ao governo.

Falando para dezenas de pessoas que o recepcionaram em seu retorno à Prefeitura, Vilela mandou ver. "Eles não respeitaram os mais de 43 mil eleitores que votaram em mim. Se juntaram e votaram de um dia para o outro o meu afastamento de forma ilegal. Para afastar um prefeito, precisa ter pelo menos 2/3 dos votos e não teve. Tentaram jogar meu nome na lama, mas fui exaltado por Deus e eles estão sendo humilhados pela sociedade”, disse.