Macaé: Justiça recebe denúncia de troca de material esportivo por votos em candidato a prefeito apoiado pelo governo municipal

O deputado estadual Welberth Porto de Rezende, candidato à Prefeitura de Macaé pelo Cidadania, recebeu cinco dias de prazo para prestar esclarecimentos sobre suposto uso da máquina administrativa municipal em seu favor. Ele é apoiado pelo prefeito Aluizio dos Santos Junior, o Dr. Aluizio, que indicou o companheiro de chapa de Welberth, o ex-secretário de Infraestrutura Célio Chapeta Matoso, candidato a vice.

É que uma denúncia feita à 109ª Zona Eleitoral revelou que o secretário de Esportes Adilson Ribeiro Martins Junior, junto com um assessor do órgão identificado como Rodrigo Silva, estariam oferecendo materiais esportivos "vinculados à referida secretaria" a eleitores "em troca de pedido de voto" para Welberth e para o candidato a vereador Alan Mansur Ferreira.

Bolsonaro nega compra de vacina

Informação sobre a compra foi divulgada terça-feira pela Agência Brasil, órgão de imprensa do governo federal

Vinte e quatro horas após o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assinar um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, anunciando, inclusive, que as doses seriam distribuídas em todo o Brasil por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), o presidente Jair Bolsonaro (foto) afirmou ontem (21) que o governo federal não comprará a vacina, em claro desmentido a afirmação do ministro, divulgada na terça-feira (20) pela Agência Brasil.

Senador evangélico que via inutilidade no isolamento social como prevenção ao “vírus chinês” morre no Rio vitimado pela covid-19

"Efeito covidão? Total de óbitos de abril a julho em 2019, 437.433, e em 2020, 491.336, aumento de 53.903. Como, se os inimigos do Brasil comemoraram 100.000 mortes só pelo vírus chinês? Acho que muita gente vai responder por crime de corrupção e até de homicídio. Aguardemos...". Esse é o teor de uma postagem em rede social feita no dia 11 de agosto pelo senador Arolde de Oliveira (foto).

Quatro meses antes, também via rede social, ele duvidava da necessidade do isolamento:  "Os números do vírus chinês no mundo e no Brasil demonstram a inutilidade do isolamento social. Autoridades, alarmistas por conveniência, destruíram o setor produtivo e criaram milhões de desempregos. O presidente @jairbolsonaro, isolado pelo STF, estava certo desde o início."

Postura do partido Solidariedade em Nova Iguaçu e Queimados passou a ser vista como resultado de “acordo de cavalheiros”

Boa parte dos candidatos a vereador sob legenda do Solidariedade em Nova Iguaçu ainda não engoliu a aliança com o PSDB, imposta pelo comando estadual quando o acordo seria formar em coligação com o PP e DEM em apoio a Rogério Lisboa.

Por conta disto alguns se recusam a carregar o nome de Max Lemos (PSDB), principalmente pelo fato de o Solidariedade ter lançado logo depois disso candidato próprio à Prefeitura de Queimados, o que passou a ser visto como forma indireta de ajudar a candidatura do governo naquela cidade.

Se dizendo “discriminado por ser bolsonarista”, candidato a prefeito do Republicanos abandona debate em São João de Meriti

Charles não gostou de ter um pedido de direito de resposta negado e deixou o debate - Foto: Estúdio B No segundo debate da série promovida pelo Estúcio B – Central de Notícias da Baixada Fluminense, realizado ontem (20), o candidato a prefeito pelo Republicanos, Charles Batista, deixou o local antes do fim das discussões das quais o atual prefeito, João Ferreira Neto, por conta, de acordo com sua assessoria, de compromissos em São Paulo e Brasília, não participou.

Charles, que cumpre mandato de vereador, ficou irritado por ter um pedido de direito de resposta negado pela comissão do debate – que conta com dois representantes da Ordem dos Advogados do Brasil –, se levantou e deixou o estúdio, alegando que “quem apoia o presidente Bolsonaro é perseguido.

Justiça volta a afastar o prefeito de Búzios por “reiterada prática de atos contra a coletividade em sua gestão pública e três condenações”

Em decisão tomada nesta quarta-feira (21), o juiz da 2ª Vara de Búzios, Raphael Baddini de Queiroz Campos, despachou pelo afastamento (confira aqui) do prefeito André Granado (foto). A decisão é pelo cumprimento de sentença confirmada pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro contra um gestor que já foi afastado do cargo em pelo menos outras cinco situações.

Em seu despacho o magistrado cita decisão colegiada no processo 0049670-41.2019.8.19.0000 e destaca os seguintes trechos mencionados na decisão do TJ: "reiterada prática de atos contra a coletividade em sua gestão pública e três condenações à perda do cargo, que deixaram de ser cumpridas em decorrência de medidas judiciais de caráter protelatório; abuso do direito de recorrer", citando ainda que  "a sociedade espera por respostas do Poder Judiciário, em atenção à moralidade, à probidade e aos demais princípios norteadores da administração pública, razão por que o abuso do direito de recorrer deve ser combatido com eficiência, dentro dos parâmetros do justo processo, mediante, inclusive, a adoção da medida excepcionalíssima de decretação antecipada do trânsito em julgado da sentença condenatória, nos casos em que esta providência judicial seja manifestamente necessária".

Sucessão em Queimados: candidatura do ex-vice-prefeito é vista por adversários como linha auxiliar ao candidato do governo

Carlos Machado e Lenine Lemos participaram do mesmo governo e do mesmo grupo durante anos Com participação ativa no atual governo até o ano passado, inclusive com sua esposa comandando a Secretaria Municipal de Saúde, o agora candidato a prefeito de Queimados pelo DEM, Carlos Machado de Oliveira, está sendo visto pelos adversários como linha auxiliar do candidato da situação, Lenine Lemos, que concorre pelo PSDB. Os aliados do candidato Zaqueu Teixeira (PSD), por exemplo, dizem que Machado não bate no candidato apoiado pelo prefeito Carlos Vilela, e estaria alvejando apenas Zaqueu. "Está muito esquisito isso", afirmam.

Machado rompeu com o governo em dezembro de 2019, quando a esposa dele, Lívia Guedes, foi exonerada do cargo de secretária de Saúde. Oito meses depois, em agosto deste ano, ele anunciou ao elizeupires.com que estava renunciando o cargo de prefeito, para, segundo afirmou, descolar de vez sua imagem do governo e ser "configurado como oposição", pois, acreditava que maioria dos eleitores quer que a cidade seja governado por alguém de oposição. Só que a estratégia parece não ter dado certo, pelo menos aos olhos dos que o veem como linha de apoio.

Alerj vai a Brasília rediscutir divisão dos royalties de petróleo

Frente de mobilização em defesa do Rio pedirá ao STF retirada de pauta da ADI que questiona novas regras de redistribuição dos royalties e que a lei seja modificada.

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) mobilizou governo, deputados estaduais e federais, prefeitos e a sociedade civil organizada para ir a Brasília na próxima semana pedir a retirada da pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4917) do Estado do Rio que questiona as novas regras para a redistribuição dos royalties de petróleo entre estados e municípios - o julgamento da ação está marcado para o dia 03 de dezembro. Na reunião virtual do Fórum Rio de Desenvolvimento, realizada nesta segunda-feira (19/10), o presidente da Alerj, deputado André Ceciliano (PT), destacou a importância dessa união de forças para resolver o problema.

Brasil anuncia que vai comprar 46 milhões de doses da CoronaVac

Ministro da Saúde assina protocolo de intenções para adquirir a vacina

Após reunião virtual com governadores na tarde de hoje (20), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Segundo o Ministério da Saúde, esta ação é mais um passo na estratégia de ampliar a oferta de vacinação para os brasileiros. O ministério já tinha acordo com a AstraZeneca/Oxford, que previa 100 milhões de doses da vacina, e outro acordo com a iniciativa Covax, da Organização Mundial da Saúde, com mais 40 milhões de doses.

Prefeito de Caxias falta a debate, mas não escapa das pancadas

Adversários discutiram propostas e disparam criticas à gestão de  Washington Reis

A cadeira destinada ao prefeito Washington Reis ficou vazia - Foto: Estúdio B "Meu primeiro ato como prefeito, se eleito, será chamar o Ministério Público e o Tribunal de Contas para auditar todos os contratos e processos de pagamento". O gancho de direita foi para o prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis, que disputa a reeleição pelo MDB, mas faltou ao debate realizado ontem (19) pelo Estúdio B, Central de Notícias da Baixada Fluminense, que reuniu os candidatos Andreia Zito (PP), Dica (PL) e Marcelo Dino (PSL), responsável recado direto a Reis, que alegou duplicidade de agenda para justificar a ausência.