Reprovação do Fundo de Mobilidade pela Câmara de Vereadores impede expansão do transporte gratuito para mais seis bairros
● Elizeu Pires
Reprovação do Fundo de Mobilidade pela Câmara de Vereadores impede expansão do transporte gratuito para mais seis bairros
● Elizeu Pires
Gabriel Monteiro foi denunciado por usar mão de obra de servidores da Câmara do Rio na produção de vídeos que divulgava em suas redes sociais - Foto: Reprodução O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Patrimônio Público e da Cidadania da Capital, ajuizou uma ação civil pública por improbidade administrativa contra o ex-vereador do Rio de Janeiro Gabriel Monteiro. A ação descreve que Gabriel Monteiro, cassado em 2022 por quebra de decoro parlamentar, causou prejuízo de mais de R$ 2 milhões ao erário ao utilizar a mão de obra de servidores da Câmara Municipal para a produção de vídeos posteriormente publicados em suas redes sociais.
Na petição inicial encaminhada à 2ª Vara de Fazenda Pública da Capital, a Promotoria destaca que, no exercício do mandato de vereador, entre 2021 e 2022, Gabriel exigiu que os ocupantes de cargos comissionados lotados em seu gabinete participassem da produção, preparação, gravação e edição de materiais audiovisuais divulgados em seus perfis nas redes sociais. Ainda segundo a ACP, a maior parte do material audiovisual produzido pelos servidores não guardava relação com a divulgação de ações desempenhadas na qualidade de vereador, destinando-se exclusivamente à monetização dos conteúdos publicados pelo político em seus perfis nas redes sociais.
● Elizeu Pires
Foto: Reprodução Ao analisar um contrato firmado no dia 30 de junho deste ano pela Câmara de Vereadores de Seropédica, na Baixada Fluminense, no valor global de R$ 3,2 milhões, com a empresa Centro Nacional de Pesquisa em Informática (CNPI), o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), apontou uma série de irregularidades, mas o que está despertando mais atenção é o fato de que a contratação teve um salto enorme quando comparada aos contratos firmados para serviços de tecnologia da informação com a mesma empresa nas gestões anteriores do Poder Legislativo.
● Elizeu Pires
Foto: Reprodução A fuga do deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) para Miami, pode ter pego até seus mais chegados de surpresa e deixado muita gente descontente, pois embora a bancada do Partido Liberal seja muito barulhenta na hora de proteger os seus, por mais errados que esse estejam, não vai conseguir segurar a onda do fujão por muito tempo, e logo a mesa diretora da Câmara vai ter de tomar a decisão que a turma de lá mais detesta, que é cassar um colega.
● Elizeu Pires
O processo envolvendo o vereador Rogerio Gomes Castro, mais conhecido como Rogerinho RR, preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e suposto uso de documento falso, chegou à sua etapa decisiva. Após a fase de instrução, o caso entrou oficialmente em alegações finais, e o juiz Leopoldo Heitor de Andrade Mendes Júnior, da 2ª Vara de Japeri, já sinalizou que o processo está concluso para sentença. A detenção do parlamentar ocorreu em março de 2024, quando agentes encontraram uma pistola cuja documentação não corresponderia ao registro apresentado, fato divulgado amplamente pela imprensa à época.
Ramagem foi condenado na ação da trama golpista a 16 anos de prisão
Foto: Fellipe Sampaio/STF O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decretou nesta sexta-feira (21) a prisão do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ). A íntegra da decisão do ministro ainda não foi divulgada.
● Elizeu Pires
Vinte e três anos após o triplo assassinato, o empresário e ex-presidente da Câmara de Vereadores de Magé, Genivaldo Ferreira Rodrigues, Batata (foto), foi condenado a 57 anos de prisão.
Homenageado pelo presidente Marcio Guerreiro (esquerda), o advogado Caio César é um exemplo de superação - Foto: Divulgação/CMNI) A Câmara Municipal de Nova Iguaçu homenageou nesta quarta-feira (19), durante a sessão plenária, 15 personalidades que se destacam por suas trajetórias de superação, contribuição social e defesa dos direitos fundamentais. A cerimônia, conduzida pelo presidente da Casa, vereador Márcio Guerreiro, marcou a véspera do feriado da Consciência Negra e celebrou histórias que fortalecem a luta por igualdade, reconhecimento e respeito.
Entre os homenageados esteve o advogado Caio César de Oliveira Ramos, de 31 anos, morador de Nova Iguaçu. Homem negro e sem antecedentes criminais, Caio foi preso injustamente em 2017, acusado de tráfico de drogas. Mesmo condenado a nove anos de prisão, persistiu em sua formação, concluiu o curso de Direito e, em 2024, teve sua inocência reconhecida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Sua absolvição definitiva transformou sua história em símbolo local de resistência, justiça e superação.
● Elizeu Pires
Reprodução O presidente da Câmara de Japeri, vereador Rogerinho RR, parece ter criado um “regimento próprio”, o famoso RR Japeri, tamanha a sequência de decisões que contrariam as normas da própria Casa. A mais recente ocorreu nesta terça-feira (18), quando, sem qualquer justificativa crível, ele se recusou a dar posse ao suplente Rodrigo Morais (PSD). A posse deveria ocorrer em razão da licença do vereador Walace do Salão (PSD), que assumiu a Secretaria Municipal de Esporte.
O projeto foi apresentado pelos vereadores Marcio Fonseca e Marcio Guerreiro – Foto: Divulgação A Câmara Municipal de Nova Iguaçu aprovou projeto de lei que regulamenta o uso de telefones celulares e outros aparelhos eletrônicos por estudantes no ambiente escolar da rede municipal e privada. A proposta, que agora segue para sanção do Executivo, busca reduzir os impactos negativos do uso excessivo de dispositivos móveis na convivência social e na saúde mental de crianças e adolescentes. Assinam o texto os vereadores Marcio Guerreiro e Marcio Fonseca.
Segundo o projeto aprovado, as escolas deverão estabelecer regras claras sobre quando e como os aparelhos poderão ser utilizados, priorizando o foco nas atividades pedagógicas e evitando distrações durante as aulas. O projeto também autoriza o uso dos aparelhos para fins educativos, desde que supervisionado pelos professores.