Rio das Ostras licitará iluminação pública dia 16

O edital de licitação já foi liberado pelo Tribunal de Contas

O sistema de iluminação pública de Rio das Ostras voltará a ter manutenção regular a partir de setembro, quando uma nova empresa vai começar a prestar o serviço. Para tanto a Prefeitura marcou para o próximo dia 16 a licitação na qual será escolhida a prestação do serviço, já que o edital foi aprovado pelo Tribunal de Contas do Estado na última terça-feira. “Atender a demanda de iluminação pública na cidade é uma das principais prioridades da nossa gestão. Sabemos que os trâmites burocráticos do processo causaram uma demora nesse processo, mas sempre estivemos empenhados para resolver essa situação rapidamente, até por entendermos que essa questão está ligada diretamente à segurança da população”, disse o prefeito Carlos Augusto Balthazar.

Justiça manda abrir ‘caixa preta’ das emergências em Resende

Decisão foi provocada por cidadão revoltado com a falta de transparência no governo

Ao que tudo indica será pelas vias judiciais que o prefeito de Resende, Diogo Balieiro Diniz (foto) aprenderá que seu mandato não lhe confere superpoderes, pois existem Leis que norteiam a administração pública, precisam ser cumpridas e que ele não pode sair por ai fazendo o que bem entende. Esta semana, por exemplo, o juiz Hindenburg Kohler, da 2ª Vara Cível, determinou por meio de um mandado de segurança que Balieiro e a Prefeitura, réus no processo nº 0007374-34.2017.8.19.0045, forneçam ao munícipe autor da ação as documentações que resultaram na contratação, sem licitação, de duas empresas pela bagatela de R$ 1,5 milhão aproximadamente.

Universitários começam o semestre sem transporte em Porto Real

TCE impede que contrato emergencial seja renovado e manda fazer licitação

A Prefeitura de Porto Real teve tempo de sobra abrir licitação para contratar o serviço de transporte para os estudantes matriculados em universidades fora do município e não fez. Agora os alunos ficarão sem o chamado “ônibus universitário” se o prefeito Ailton Marques (foto) não seguir as recomendações que desde o ano passado o Tribunal de Contas do Estado vem fazendo e abrir um processo licitatório, pois o TCE não vai permitir mais uma alegação de emergência para fazer a contratação, como já ocorreu este ano.

Nova Iguaçu vai licitar contratos de mais de R$ 120 milhões

Para prestação de serviços e fornecimentos às secretarias de Educação e Saúde

A Prefeitura de Nova Iguaçu marcou para os dias 10 e 11 de agosto a apresentação das propostas das empresas interessadas em participar dos seis processos licitatórios abertos para contratar o fornecimento de merenda escolar, mão de obra e prestação dos serviços de limpeza, conservação e higienização das unidades de saúde, hoje a cargo da Denjud Refeições, JB Alimentos, Prime Administração e Conserv, contratadas sem licitação pelo prefeito Rogério Lisboa (foto), que já gastou cerca de R$ 56 milhões, alegando situação de emergência. Só o novo contrato da merenda deve passar de R$ 30 milhões e a aposta entre os que acompanham o governo, é de que as atuais contratadas deverão continuar atendendo às secretarias de Educação e Saúde, que ao todo deverão garantir negócios, pelos próximo 12 meses, com valor total estimado em pelo menos R$ 120 milhões.

TCE adia terceirização da Saúde em Valença

Edital de licitação para contratação de uma OS fica suspenso até que falhas sejam corrigidas. Um dos itens questionados pelo Tribunal de Contas poderia favorecer a participação da Cruz Vermelha, caso a instituição se interessasse pela concorrência pública

O prefeito de Valença, Luiz Fernando Graça (foto), vai ter de explicar direito por que quer entregar a gestão de parte do setor de Saúde a uma Organização Social e pagar por isso mais de R$ 10 milhões. O edital de concorrência pública aberta para essa finalidade foi suspenso pelo Tribunal de Contas do Estado em decisão tomada na sessão desta quinta-feira (13), até que a Prefeitura apresente o estudo comparativo dos custos da gestão terceirizada com os da prestação direta dos serviços pelo próprio município com mão de obra selecionada através de concurso público e corrija várias falhas. A estimativa no estado do Rio de Janeiro é de que a gestão terceirizada da Saúde via OSs tem custado até 40% mais caro.

Primeira emergência do lixo em Itaboraí foi com empresa capixaba

Contrato e dispensa de licitação são mantidos em segredo, mas a empresa Limpeza Urbana Serviços, antecessora da Mapylar Consultoria, recebeu R$ 3,7 milhões

É ainda mais intrigante o caso das seguidas situações de emergência alegadas pela Prefeitura de Itaboraí fazer contratos para coleta de lixo sem licitação, uma manobra usada durante os quatro anos da gestão do ex-prefeito Helil Cardoso e repetida já duas vezes pelo atual. Durante a campanha Sadionel de Oliveira (foto) prometeu moralizar a administração municipal e governar com transparência e responsabilidade com a coisa pública. Em vez disso enviou ao Tribunal de Contas do Estado um edital de licitação com 36 irregularidades, 14 a mais que as verificadas na proposta de concorrência de Helil, que em quatro anos fez cinco dispensas de licitação para o serviço. Sadinoel em apenas seis meses homologou dois contratos emergenciais para o lixo e até hoje não deu publicidade a eles no Portal da Transparência como determina a lei. A julgar pela capacidade de cometer erros em edital de licitação e de fazer segredo do que teria de estar bem claro, Oliveira pode vir a superar a façanha de seu antecessor, que deixou o poder como o "filme" queimadíssimo.

Justiça condena deputado por improbidade administrativa

Janio Mendes foi denunciado pelo Ministério Público por irregularidade ocorrida quando ele comandava a Secretaria de Fazenda do município de Búzios

A Justiça condenou o deputado estadual Janio Mendes (foto) por improbidade administrativa, ato atribuído a ele pelo Ministério Público, quando o hoje parlamentar do PDT exerceu o cargo de secretário de Fazenda em Búzios, na gestão do prefeito Mirinho Braga, também do PDT. As penas são de a suspensão dos direitos políticos, a perda do mandato, a proibição de contratar com o Poder Público e o pagamento de multa correspondente a cinco vezes o seu salário como secretário na época. Ainda cabem recursos.

Merenda milionária causa “indigestão” em Resende

Prefeitura faz dois contratos sem licitação em seis meses alegando emergência

Os seis meses à frente da administração de Resende, no Sul Fluminense, parecem que não foram suficientes para o prefeito Diogo Balieiro Diniz organizar um processo licitatório para o fornecimento de merenda nas unidades escolares da rede municipal de ensino. Há alguns dias, o alcaide evocou o inciso IV do artigo 24 da Lei de 8666, a Lei de Licitações, para empenhar quase R$ 4 milhões dos cofres públicos em favor da Nutriplus Alimentação, empresa que há vários anos fatura alto em Resende e ao que tudo indica continuará soberana na gestão de Balieiro e nem precisará de participar de uma licitação para isso. Os mais atentos não engoliram a desculpa do prefeito já que o dispositivo previsto na lei prevê a contratação sem licitação em situações emergenciais ou calamitosas, o que não parece ser o caso da merenda milionária de Balieiro, que custará ao bolso dos contribuintes mais de R$ 30 mil por dia de aula, pelos próximos seis meses.

Empresa afirma que contrato da limpeza em Rio das Ostras estava vencido desde o dia 3 de junho e que recorrerá à Justiça

Em nota oficial encaminhada agora há pouco ao elizeupires.com, a direção da Limpatech Serviços e Construções, negou que o contrato 268/2012 firmado com a Prefeitura de Rio das Ostras para o serviço de coleta de lixo e operação do aterro sanitário da cidade foi cancelado pela administração municipal conforme o governo havia afirmado na última sexta-feira, pois, de acordo com a empresa, o contrato encerrou-se no dia 3 de junho. "Havíamos recebido, na data de 27 de abril de 2017, uma carta do município perguntando se tínhamos interesse em prorrogar o contrato por mais seis meses. Para que a cidade não sofresse com a interrupção dos serviços de coleta, continuamos trabalhando mesmo sem contrato. Após ficarmos 20 dias sem solução da Prefeitura, comunicamos que não tínhamos mais condições de esperar, e que iríamos paralisar os serviços, pois a Lei 8666 não permite que a empresa trabalhe sem contrato", diz a empresa.

Ainda segundo a empresa, no dia 28 de junho a Prefeitura foi comunicada de que se a prorrogação não fosse assinada e não houvesse uma programação dos pagamentos dos atrasados, os serviços seriam paralisados e que no mesmo dia  foi surpreendida 'por caminhões de origem desconhecida trabalhando na coleta urbana'. "Procuramos os responsáveis para saber o que estava acontecendo e recebemos respostas evasivas. Em 29 de junho, no final do dia, tomamos conhecimento do comunicado da Prefeitura, cheios de inverdades, com ataque a nossa empresa", estende a nota, revelando ainda que a empresa está com faturas atrasadas desde março e que ainda não recebeu pelos serviços prestados de agosto a dezembro de 2016.