E a Baixada Fluminense está em alta

O Arco Metropolitano vai ser ampliado em 25 quilômetros com a duplicação da Magé-Manilha Grandes empresas investem R$ 5,3 bilhões no entorno do Arco Metropolitano, que terá mais 25 quilômetros de extensão com a duplicação da Magé-Manilha

"Carente? Coisa nenhuma... Emergente!" É isso que se pode dizer atualmente da Baixada Fluminense. A região do estado do Rio de Janeiro, tão discriminada ao longo dos anos, agora começa conhecer a redenção, progresso que chega com o Arco Metropolitano, uma via expressa para o desenvolvimento, que será ampliada em mais 25 quilômetros com as obras de ampliação da Estrada Magé-Manilha, conhecida como o "trecho da morte" da BR-116 (entre Magé e Itaboraí). Extensão a parte, o Arco já rende grandes frutos e outras "árvores" estão sendo plantadas: ao todo R$ 1,3 bilhão foram destinados à região por empresas gigantes como Coca-Cola, Bunge, Procter & Gamble, Piraquê e Brasilit, que escolheram a Baixada para instalar novas fábricas.

Belford Roxo e MP criam Centro de Mediação de Conflitos

O promotor de Justiça José Marinho destaca a importância da parceria firmada com o município a partir da lei promulgada pelo prefeito Dennis Dauttamam Mediador será indicado pelo Ministério Público

O prefeito de Bel Ford Roxo, Dennis Dauttmam (PC do B), sancionou hoje a Lei n.º 180/2015, instituindo o Centro de Mediação de Conflitos, criado a partir de um anteprojeto apresentado pela 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Duque de Caxias e aprovado pela Câmara de Vereadores. O órgão funcionará como um canal direto de comunicação entre os munícipes e o governo. Os moradores serão assistidos por um mediador que será indicado pela promotoria para ser nomeado pelo prefeito. Segundo Dennis, o centro facilitará bastante as relações entre os contribuintes e o poder público, evitando que os conflitos se estendam, pois, o mediador será uma pessoa treinada pelo Ministério Público para buscar uma solução consensual entre as partes.

Câmaras da Baixada torram mais de R$ 160 milhões por ano

De acordo com dados do TCE a Câmara de Duque de Caxias gastou em 2013, em média, R$ 1.864.206,000 por cada um dos seus 29 vereadores Com 195 vereadores, casas legislativas da região mais pobre do estado do Rio de Janeiro pesam bastante no bolso do contribuinte e não dão nenhum retorno

Eles têm carros e combustíveis, assessores além do necessário e muitos até seguranças armados, tudo pago pelos contribuintes. São os ditos representantes do povo, eleitos diretamente de quatro em quatro anos, alguns na base do voto comprado a R$ 50 (o Ministério Público recebe centenas de denúncias sobre isso a cada pleito), em operações ilegais que costumam chamar de “boca de urna”. Eles são os vereadores (195 só na Baixada Fluminense) e, segundo o Tribunal de Contas do Estado, custam, na região mais pobre do estado do Rio de Janeiro, R$ 162 milhões por ano, considerando apenas os dados do exercício de 2013, uma vez que as contas do ano passado ainda não foram apreciadas pelo TCE, pois até a última sexta-feira 32 câmaras ainda não haviam enviado a documentação referente a 2014, embora o prazo tivesse terminado no dia 30 de junho. Os gastos, entretanto, podem ter sido aumentados em pelo menos 20% de janeiro de 2014 a até o fim do primeiro semestre deste ano, o que só poderá ser comprovado com a análise das contas dos exercícios de 2014 e 2015. Representando mais a si mesmos que o povo que os elege, os vereadores - quando não estão viajando para supostamente participarem de congressos em cidades turísticas - passam o tempo dando moções, títulos de cidadania honorária e apresentando indicações de obras que sabem que já estão no programa de ações dos prefeitos, para depois se apresentarem nas comunidades como pais da "criança". Para algumas lideranças comunitárias da região esses senhores edis são caros e supérfluos,

Tribunal de Contas alega urgência para liberar concorrência da Cedae mesmo com problemas no edital de licitação

Jonas Lopes promete um "controle rigoroso" A concorrência pública para execução das obras de ampliação do sistema de abastecimento de água de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense,  anunciada pela Cedae em outubro de 2014 e retardada por determinação do Tribunal de Contas do Estado para que fossem feitas correções no edital. As correções não aconteceram, mas o TCE autorizou a Companhia Estadual de Águas e Esgotos a prosseguir com o processo licitatório que tem o valor global de R$ 61.550.283,85, para, segundo os membros do tribunal, atender a “necessidade urgente da população do município em ter acesso à rede de abastecimento de água”.

Segundo o presidente do TCE, Jonas Lopes de Carvalho Junior, haverá “um rigoroso controle sobre a execução das obras”. Ele determinou que técnicos do Tribunal de Contas façam uma auditoria de acompanhamento durante o andamento das obras. Alegando “inconsistências técnicas” no edital o TCE adiou essa licitação quatro vezes, devendo a concorrência acontecer ainda este mês.

Conciliação pode isentar mageenses do pedágio

A isenção no pagamento da tarifa de pedágio é uma reivindicação antiga dos moradores de Magé Juíza federal pediu quantitativo de veículos emplacados em Magé para apresentar em audiência no dia 9 de julho

A audiência de conciliação sobre o fechamento de um retorno existente antes da praça principal de pedágio na Estrada Rio-Teresópolis, marcada para o dia 9 de julho pode ser decisiva para os moradores de Magé que sejam proprietários de automóveis. É que a juíza Ana Carolina de Carvalho, da Vara Federal Única, pediu e vai receber o levantamento do quantitativo de veículos emplacados no município, para ser apresentado à Concessionária Rio Teresópolis, que pela primeira vez - desde que passou a administrar o trecho da BR-116 que vai de Saracuruna (Duque de Caxias) a Além Paraíba (Minas Gerais) - está sendo levada às raias da Justiça pelo governo municipal. Para apresentar o quantitativo à magistrada a Prefeitura está cadastrando todos os veículos emplacados na cidade. O objetivo é a isenção no pagamento da tarifa cobrada pela CRT. Para fazer o cadastro o interessado deve escanear o Certificado de Registro de Licenciamento de Veículo (CRLV) e enviá-lo à secretaria através do e-mail transporte@mage.rj.gov.br, com nome e endereço completo.

Queda no Fundeb preocupa na Baixada

Timor e Nestor Vidal estão governando com perda de receita variando entre 30% e 40% Números refletem negativamente na soma de todos os fundos federais, representando redução de até 40% na receita

Pelo menos dez municípios da Baixada Fluminense vêm fechando as contas na base do sufoco no fim do mês, situação que começou a ser percebida no segundo semestre de 2014, mas vem piorando bastante este ano, com a queda nos repasses constitucionais, dinheiro de fundos que o governo federal é obrigado a mandar para as prefeituras todos os meses. O que tem preocupado bastante é a diminuição nos valores do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) nos primeiros cinco meses de 2015, redução que não chegou ainda a casa dos dois dígitos e nem deve chegar, mas representa perdas entre 18% e 20% na receita de todos os fundos, incluindo o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Ao todo, levando em conta a queda dos royalties do petróleo que alguns municípios da região recebem como zona secundária de produção ou limítrofe, tem cidade registrando perda varando entre 30% e 40% ao mês na arrecadação, casos de Magé e Japeri, por exemplo.

Caxias é o pior município da Baixada em gestão fiscal

Enquanto Caxias faz feio, a pobre cidade de Japeri subiu várias posições no ranking Mesquita, Queimados, Itaguaí e Japeri são os melhores da região na administração dos recursos públicos. com Japeri subindo várias posições no ranking nos últimos anos

Septuagésimo terceiro colocado entre os 92 municípios fluminenses na administração dos recursos gerados pelos impostos pagos pela população, o município de Duque de Caxias é o pior do estado do Rio de Janeiro em gestão fiscal e está na 2.794ª posição no ranking nacional. Os dados são do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), projetado pelo Sistema Firjan. De acordo com o estudo, um instrumento de controle social criado para possibilitar um maior aprimoramento da gestão fiscal dos municípios, as cidades de Mesquita, Queimados, Itaguaí e Japeri estão, respectivamente, nas primeira, segunda, terceira e quarta colocações na Baixada e nos 7º, 10º , 12º  e 18º lugar no estado, figurando nas 182ª, 255ª, 302ª e 722ª posições a nível nacional.

Novo concurso de Caxias oferece apenas 16 vagas

e mais 48 para formação de um cadastro de reserva

     Com salário inicial de R$ 3.500, a Prefeitura de Duque de Caxias abriu mais um concurso público. A taxa de inscrição é de R$ 180 e os interessados podem de candidatar através do site do Instituto Brasileiro de Educação e Gestão, www.ibeg.org.br, a partir do dia 7 de julho.  Estão sendo oferecidas 16 vagas para nomeação imediata e 48 para formação de cadastro reserva nos cargos de analista ambiental, analista em edificações, auditor fiscal tributário, analista de obras públicas e fiscal do Procon (3), com jornada de 40 horas semanais. Para conferir o edital basta clicar sobre a palavra em vermelho. As provas objetivas estão marcadas para o dia 16 de agosto e o resultado final deverá ser divulgado no dia 31 do mesmo mês.

Concurso de Caxias bate recorde de inscrições

A Prefeitura de Duque de Caxias está oferecendo salário atraente para Professor I Mais de 114 mil estão confirmados para o maior processo seletivo da história do serviço público na Baixada Fluminense

De acordo com dados da Consulpan - instituição responsável pelo concurso publico para preencher 801 vagas de professor e auxiliar administrativo na rede municipal de ensino de Duque de Caxias, com salários chegando a R$ 3.770,41 para cargos de nível superior -, 114.432 candidatos estão inscritos para fazerem as prova objetivas marcadas para os dias 5 e 12 de julho. Ao todo 97.104 estão na listagem ampla, 16.888 concorrem ao percentual de vagas destinadas aos candidatos que se declararam negros ou  índios e 440 concorrem na condição de pessoa com deficiência.