Fraude em licitação gera mais um processo contra ex-prefeito de Silva Jardim, eleito deputado estadual

A Justiça determinou o afastamento de Anderson de qualquer função pública Respondendo a vários processos e ainda alvo de inquéritos no Ministério Público, o ex-prefeito de Silva, Jardim, Anderson Gimenes Alexandre, o Anderson Alexandre, agora deputado estadual, virou réu em mais uma ação por fraude em licitação. Neste processo figuram ainda a esposa do deputado e também secretária municipal, Viviany Alexandre, a ex-procuradora do município Sheila Moreth Trugilho e e mais dez pessoas. O grupo foi denunciado pela Promotoria de Justiça da Comarca de Silva Jardim, por fraude em processo licitatório para a realização das festividades do carnaval do ano de 2013. Neste processo a Justiça decretou o afastamento de Anderson de qualquer função pública.

De acordo com o que foi apurado, foi forjado e montado esquema de fraude por membros da cúpula do Executivo municipal, em conluio com os representantes da Terra Nova Produções e Eventos, Atha Comércio e Serviços, CRV Comércio e Serviços, Tendas e Companhia RJ, "tendo como objetivo beneficiar as três primeiras sociedades empresárias e contratar a prestação de serviços para as festividades de carnaval local de 2013".

TSE cassa vereadores envolvidos em caso de candidaturas fraudulentas

Políticos foram condenados por lançar candidatas fictícias com o intuito de alcançar a cota de gênero de 30% prevista na Lei das Eleições

Por maioria de votos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu manter a cassação e a inelegibilidade de seis vereadores eleitos em 2016 na cidade de Valença do Piauí (PI). Eles foram acusados de se beneficiar de candidaturas fictícias de mulheres que não chegaram sequer a fazer campanha eleitoral. O julgamento, que teve início no dia 14 de março deste ano, foi retomado na sessão plenária desta terça-feira (17).

Na política de Belford Roxo o castigo vem a jato

Pressionado, presidente da Câmara renuncia

Içado ao cargo de presidente na base da pressão que levou o então presidente da Casa – Marco Gandra – a renunciar, o vereador Marcio Pagniez, Marcinho Bombeiro, assumiu o comando da Câmara de Vereadores de Belford Roxo em junho de 2017. Agora, pouco mais de dois anos depois, sai da mesma forma. Jogou a toalha assinando um documento renunciado o mandato de presidente do biênio 2019. Ele fez isto 24 horas antes de acontecer uma nova eleição para compor a mesa diretora, na qual o atual vice, Nelci Praça, seria eleito com pelo menos 18 votos.

Disputa na Câmara de Belford Roxo vira caso de polícia: novo presidente denuncia uso de gás de pimenta para impedir sessão

Embora uma decisão do desembargador João Ziraldo Maia tenha mantido a realização da eleição para a nova mesa diretora da Câmara de Belford Roxo ocorrida na última sexta-feira (30), o presidente eleito Nelci Cesário Praça ainda não conseguiu conduzir uma sessão dentro da normalidade. Ele esteve nesta terça-feira (3) na 54ª Delegacia Policial para denunciar um tumulto ocorrido na parte da manhã, quando um grupo de 18 parlamentares teria sido impedido de usar o plenário para uma reunião ordinária. De acordo com o registro de ocorrência, teria sido usado gás de pimenta para impedir que uma sessão fosse realizada na recepção da Casa, único espaço que teria sobrado aos parlamentares.

Acompanhado do diretor geral  Marcio Valério, o novo presidente responsabilizou pelo tumulto o vereador Marcio Pagniez, o Marcinho Bombeiro, que foi destituído do comando da Casa com a anulação de uma eleição realizada de forma antecipada em março de 2018 para compor a mesa diretora do biênio 2019-2020, quando o correto, no entender da maioria dos vereadores, seria ter feito a votação em dezembro.

Advogado vê ‘abuso de poder’ na prisão de Núbia Cozzolino: pedido de habeas corpus foi impetrado no plantão judiciário

O advogado João Francisco Neto – que defende a ex-prefeita Núbia Cozzolino – impetrou habeas corpus no plantão judiciário do Tribunal de Justiça, para tentar soltar sua cliente, presa na manhã de sexta-feira (24), desta vez por manter 459 procedimentos administrativos da Prefeitura de Magé referentes aos mandatos dela, em um escritório particular. No recurso o advogado cita que Núbia "se encontra submetida a manifesto constrangimento ilegal" e fala em "abuso de poder" por parte do juízo da Vara Criminal da Magé.

"É inacreditável a situação vivenciada pela paciente, presa em sua residência no dia de ontem, pela quarta vez, numa obsessão punitiva injustificável", diz um trecho da petição, lembrando que o mesmo juízo decretou a prisão dela por três vezes, decreto derrubados por liminares concedidas pelo ministro Sebastião Reis Junior do Superior Tribunal de Justiça em novembro do ano passado.