Publicação de atos oficiais continua indisponível em Magé
Elizeu Pires
Publicação de atos oficiais continua indisponível em Magé
Elizeu Pires
A 1ª Vara Criminal Especializada da Capital do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado do Rio contra o ex-prefeito do Município do Rio de Janeiro Marcelo Crivella (foto) e outras 25 pessoas acusadas pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva e ativa.
Na decisão pelo recebimento da denúncia, o Juízo da Vara Especializada considerou o conteúdo de delações premiadas; o material apreendido com o sequestro de bens e bloqueio de valores de Marcelo Crivella e dos outros acusados; e as diversas trocas de mensagens, desde o ano de 2016, extraídas de celulares e computadores apreendidos. As mensagens trocadas entre integrantes do grupo deixam explícitas partilhas de propinas e a exigência, junto ao então prefeito, de obtenção de retorno financeiro do investimento que nele havia sido feito. Também foram considerados pelo Juízo planilhas, cheques, fotografias e prints de telas de computadores obtidos ao longo das investigações.
Elizeu Pires
Há tempos que o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro vem alertando os gestores públicos para a necessidade de dar mais transparência aos contratos firmados para prestação dos serviços de coleta de lixo e varrição. Mais que isso, o TCE-RJ tem fechando o cerco aos editais esquisitos que acabam barrados na Corte de Contas, se convertendo naquilo que muitos nas administrações públicas queriam: motivo para fazer contratos emergenciais, inicialmente com validade de três meses, mas estendidos por anos com termos aditivos nada transparentes, firmados mais para garantir que os serviços continuem sendo prestados sem licitação, que pelo real interesse público.
Ruas de Prados Verdes ganham asfalto novo
O barro e a lama que invadiam o quintal das casas de moradores de cinco importantes ruas do bairro Prados Verdes, no Km 34, em Nova Iguaçu, estão dando lugar a 722 toneladas de asfalto. Outras vias ainda serão beneficiadas nesta obra da Prefeitura de Nova Iguaçu, que tem realizado intervenções em diversas regiões, mesmo em período de pandemia.
Elizeu Pires
Prometendo mudanças, seriedade e transparência com a coisa pública um grupo de quatro vereadores eleitos pelo PL e dois pelo PSD fechou questão em torno da eleição pelo controle da Câmara Municipal e, consequentemente, do governo de Silva Jardim, uma pequena cidade do interior do fluminense, que se minúscula em universo populacional e em importância política no estado do Rio de Janeiro, tem sido grande em escândalos, denúncias de corrupção, fraudes em processos licitatórios e prisões de agentes públicos, como a de um ex-prefeito e a de um ex-presidente do Poder Legislativo. Se os escândalos serviram para despertar parte dos eleitores que optaram por renovar a composição da Câmara Municipal, também causam preocupação, pois nos meios políticos passou a correr comentários de que o ex-prefeito Anderson Alexandre, hoje deputado estadual, teria atuado nos bastidores para fortalecer a ideia da união que levou o estreante na vida pública Fabrício Azevedo Lima Campos (PSD), a ser escolhido para presidir a Câmara e, por conta do cargo, assumir a Prefeitura interinamente, até que o plenário do Tribunal Superior Eleitoral julgue recurso especial apresentado pela defesa do candidato a prefeito mais votado, Jaime Figueiredo, que teve o registro impugnado. Anderson Alexandre foi eleito prefeito em 2012 e reeleito em 2016. Em março de 2018 ele renunciou o cargo para concorrer a um mandato de deputado estado pelo Solidariedade. Foi eleito e preso um mês após a eleição, sob a acusação de chefiar um esquema de fraude em licitação, mas manteve a influencia política no município. O medo é de que a gestão interina aceite indicações de Anderson para cargos na administração municipal ou mantenha contratadas empresas que tenham vencido licitações no governo do hoje deputado, principalmente uma conhecida fornecedora de medicamentos e insumos, detentora dos contratos mais volumosos no setor durante o tempo que Anderson Alexandre governou o município. Conforme o elizeupires.com já revelou, Jaime Figueiredo foi impugnado por ter concorrido por um partido cujo diretório municipal estava em situação irregular na data em que a convenção foi realizada. Ele recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, onde perdeu todos os recursos. Por ultimo ingressou no TSE, onde o ministro Luiz Felipe Salomão, relator do processo, em decisão monocrática, rejeitou recurso especial impetrado pela defesa de Jaime. O processo ainda será julgado em plenário, o que só acontecerá depois do recesso do TSE, que retorna às atividades no dia 21 de fevereiro. Depois o julgamento final, se mantido o indeferimento da candidatura de Jaime, será marcada uma nova eleição sem a participação de Figueiredo, pois terá sido ele quem deu causa a anulação do pleito. *O espaço está aberto para manifestação dos citados na matéria. Matéria relacionada: Grupo fecha acordo para governo interino em Silva Jardim
Hoje é o primeiro dia útil da gestão do novo prefeito de Magé. Conforme o elizeupires.com revelou na matéria Magé: sem transição, novo prefeito assume hoje a Prefeitura no escuro, veiculada à 00:05 do dia 1º, Renato Cozzolino Harb (foto) não teve transição e sua equipe começa a trabalhar do zero, mas pelo menos uma conta ele sabe que não poderá ser adiada por muito tempo, o décimo-terceiro salário dos servidores, que também contabilizam como atrasado o vencimento de dezembro, o que juridicamente falando, não procede, uma vez que o prazo legal para pagamento vai até o quinto dia útil seguinte ao mês trabalhado.
No dia da posse o novo gestor disse que vai pagar a conta com os funcionários deixada pelo ex-prefeito Renato Tubarão, mas o 13º pode ser apenas um "trocado" diante do volume que deverá ser apresentado por fornecedores e prestadores de serviços que foram preteridos diante de alguns "privilegiados" que teriam conseguido receber suas faturas no último mês do governo Tubarão.
No mesmo dia da licitação, o Diretor-Presidente da Cehab, Roberto Peçanha, esteve em Queimados para conhecer de perto a realidade da população. Ao lado do Deputado Estadual Max Lemos e do prefeito Carlos Vilela, a comitiva conversou com moradores e falou sobre as intervenções no local: "Estamos muito felizes com esta conquista, certamente mudará a vida de cada morador da região. Quero parabenizar o Deputado Max Lemos e o prefeito Vilela, juntamente com toda sua equipe, pela dedicação para que esse projeto saísse do papel", ressaltou.
Elizeu Pires
Com médicos e pessoal de apoio a serem contratados temporariamente a partir de um processo seletivo simplificado em fase de realização, o Hospital Municipal de Belford Roxo e a Unidade Mista do Lote XV, na Baixada Fluminense, voltarão a ser geridos pela Secretaria Municipal de Saúde, até a realização de um novo chamamento público para escolha de uma instituição para administrá-los.
Só este ano a prestadora dos serviços de coleta recebeu R$ 14,8 milhões de Magé Elizeu Pires
Na última terça-feira (15) foi publicada no diário oficial de Guapimirim uma ata de registro de preços para locação de caçambas para coleta de entulho de obras por R$ 1.034 milhão por um período de um ano. A despesa homologada em favor da empresa Riofaz Serviços Ambientais chama a atenção pelo fato de ter sido autorizada a 16 dias da saída do prefeito Jocelito Pereira, o Zelito Tringuelê, que encerra uma gestão marcada pela falta de transparência e processos de licitação questionável.
O valor dela, entretanto, pode ser pouca coisa diante do que se estima que será herdado pela administração da prefeita eleita Marina Rocha, que assumirá o governo no dia 1º de janeiro, um rombo que pode passar de R$ 80 milhões, segundo estimativa da equipe de transição que, por sua vez, está sendo impossibilitada de trabalhar como deveria, pois Tringuelê resolveu "enforcar" todos os dias úteis que ainda restam de dezembro, a começar por ontem (16), tendo como alegação as comemorações do Natal e do Reveillon.