Ibope mostra Rogério Lisboa com 62% das intenções de votos em Nova Iguaçu e segundo colocado com apenas 9% em votos válidos

Com o registro de candidatura deferido nesta quarta-feira (28) pelo Tribunal Regional Eleitoral, o prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa – candidato a reeleição pelo PP –, venceria a disputa com 62% dos votos válidos se as eleições fossem hoje.

É o que mostra o resultado de pesquisa realizada pelo Ibope entre os dias 24 e 26 de outubro. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança utilizado é de 95%, o que equivale a dizer há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

Postura do partido Solidariedade em Nova Iguaçu e Queimados passou a ser vista como resultado de “acordo de cavalheiros”

Boa parte dos candidatos a vereador sob legenda do Solidariedade em Nova Iguaçu ainda não engoliu a aliança com o PSDB, imposta pelo comando estadual quando o acordo seria formar em coligação com o PP e DEM em apoio a Rogério Lisboa.

Por conta disto alguns se recusam a carregar o nome de Max Lemos (PSDB), principalmente pelo fato de o Solidariedade ter lançado logo depois disso candidato próprio à Prefeitura de Queimados, o que passou a ser visto como forma indireta de ajudar a candidatura do governo naquela cidade.

Sucessão em Queimados: candidatura do ex-vice-prefeito é vista por adversários como linha auxiliar ao candidato do governo

Carlos Machado e Lenine Lemos participaram do mesmo governo e do mesmo grupo durante anos Com participação ativa no atual governo até o ano passado, inclusive com sua esposa comandando a Secretaria Municipal de Saúde, o agora candidato a prefeito de Queimados pelo DEM, Carlos Machado de Oliveira, está sendo visto pelos adversários como linha auxiliar do candidato da situação, Lenine Lemos, que concorre pelo PSDB. Os aliados do candidato Zaqueu Teixeira (PSD), por exemplo, dizem que Machado não bate no candidato apoiado pelo prefeito Carlos Vilela, e estaria alvejando apenas Zaqueu. "Está muito esquisito isso", afirmam.

Machado rompeu com o governo em dezembro de 2019, quando a esposa dele, Lívia Guedes, foi exonerada do cargo de secretária de Saúde. Oito meses depois, em agosto deste ano, ele anunciou ao elizeupires.com que estava renunciando o cargo de prefeito, para, segundo afirmou, descolar de vez sua imagem do governo e ser "configurado como oposição", pois, acreditava que maioria dos eleitores quer que a cidade seja governado por alguém de oposição. Só que a estratégia parece não ter dado certo, pelo menos aos olhos dos que o veem como linha de apoio.

Sucessão em Queimados: era tudo jogo de cena no grito de independência da Dra. Fátima, mostra o resultado da convenção do PSDB

A convenção sugere que o grito era só um regato ao grupo do deputado Max Lemos - Foto: Divulgação Na última quarta-feira (2) a própria vereadora Fátima Cristina Dias Sanches, mais conhecida na cidade como Dra. Fátima, disse ao elizeupires.com que pretendia ser candidata a prefeita de Queimados pelo PP, o que fora confirmado também pelo deputado federal Luiz Antonio Teixeira Filho, o Dr. Luizinho, via telefone, que foi ainda mais firme: "Será candidata pelo PP!" Porém, nesta segunda-feira (7) o nome dela foi homologado na condição de vice na chapa encabeçada pelo ex-secretário de Educação, Lenine Lemos, que teve a vaga garantida pela desistência do prefeito Carlos Vilela, que abriu mão do direito de ser o candidato pelo PSDB.

A chapa foi oficializada na convenção do PSDB, realizada em uma casa de festas do bairro Fanchem. O evento contou com a presença de representantes de oito partidos (PSDB, Podemos, PSC, PTC, Cidadania, PSL, Partido Verde, PRTB), mais de 200 candidatos a vereador e a presença do deputado Estadual Max Lemos.

Queimados: intenção de Vilela em disputar a reeleição preocupa Lenine

O prefeito está animado com as consultas feitas pelos partidos e irmão do deputado Max Lemos pode acabar como companheiro de chapa

Vilela teria mais chances que Lenine, avaliam lideranças políticas locais Empolgado com um manifesto assinado por cerca de 100 pré-candidatos a vereador, o ex-secretário de Educação Lenine Lemos, pré-candidato a prefeito pelo PSDB, ainda não jogou a toalha, mas ele sabe que tem uma pedra enorme em seu caminho e poderá não ter a candidatura confirmada em convenção.

Mudança a vista na sucessão em Queimados: atual prefeito estaria disposto a disputar a reeleição, o que afetaria Lenine Lemos diretamente

Não será surpresa se o prefeito de Queimados, Carlos Vilela (foto) - até poucos dias considerado fora da disputa - optar por concorrer à reeleição, o que poderia levar à lona o pré-candidato do PSDB, Lenine Lemos. A informação foi passada há pouco por uma fonte ligada ao governo, mas Vilela ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.

O prazo final para realização das convenções partidárias é 16 de setembro, data limite para as legendas definirem seus candidatos. De acordo com a fonte, um racha no grupo do ex-prefeito da cidade e agora deputado estadual Max Lemos, estaria se descortinando, o que se ocorrer poderá ser fatal para os irmãos Lemos.

Queimados: oposição prefere enfrentar nas urnas o atual prefeito

Vilela ainda não deixou claro se concorre ou não a reeleição

Com pelo menos três pré-candidaturas a prefeito já anunciadas, a oposição ao grupo do deputado Max Lemos em Queimados anda eufórica. É que o prefeito Carlos Vilela ainda não confirmou que está fora do jogo político. Seus aliados dizem que ele acredita que uma nova pesquisa de intenção de votos possa lhe dar fôlego para concorrer à reeleição, o que tiraria do ex-secretário de Educação Lenine Lemos a condição de candidato do governo. De acordo com fontes ligadas aos grupos de oposição, Vilela (foto) seria o adversário ideal a ser enfrentado nas urnas no dia 15 de novembro. Resta saber o por que disso.

TRE nega afastamento imediato de Max Lemos pedido pelo MDB

Defesa comemora porque o processo só deverá ser julgado agora no final de 2021

O desembargador Cláudio Brandão de Oliveira, do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio de Janeiro, acatou recurso impetrado pelo deputado estadual Max Lemos (foto), contra a pretensão do MDB, que pediu o afastamento imediato do parlamentar por conta de sentença proferida pelo plenário da Corte no último dia 15, na qual foi decretada a perda de mandato por infidelidade partidária.

TRE não vê justa causa na saída de Max do MDB e cassa seu mandato: deputado diz que vai recorrer para manter-se na Alerj

Max diz em nota oficial que vai recorrer para manter o mandato Por três votos a dois o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro julgou procedente a ação declaratória de perda de mandato eletivo por desfiliação partidária sem  justa causa ajuizada pelo diretório estadual do MDB contra o deputado Max Lemos, que deixou o partido e filiou-se ao PSDB para poder concorrer à Prefeitura de Nova Iguaçu. A decisão foi tomada no final da tarde desta quarta-feira e favorece o primeiro suplente da legenda, o ex-deputado Atila Nunes, que também é autor da ação. Em nota oficial divulgada há pouco o parlamentar alega que vem sofrendo perseguição desde que decidiu concorrer ao cargo de prefeito de Nova Iguaçu.

"Em relação ao julgamento do colegiado do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RJ), na tarde desta quarta-feira (15), sobre a perda do mandato eletivo de deputado estadual, informo que respeito a decisão do referido colegiado, porém, continuo fortemente acreditando em Deus e na justiça. Utilizaremos todos os recursos permitidos pela legislação  brasileira, pois fomos eleito deputado estadual com 59.672 votos, e é por estes, que confiaram em nossa liderança que continuaremos lutando. Todos sabem da grande perseguição e discriminação que venho sofrendo desde que aceitamos o desafio de liderar um grupo político que visa transformar e, principalmente, levar o desenvolvimento econômico para Nova Iguaçu", diz o deputado na nota oficial.

MDB pede mandato de Max Lemos por infidelidade partidária

Representação cita ações de improbidade administrativa e condenação criminal

Max pode perder a cadeira para o primeiro suplente Átila Nunes O diretório regional do MDB e o primeiro suplente de deputado estadual pelo partido, Atila Nunes, ajuizaram "ação declaratória de perda de mandato eletivo por desfiliação partidária sem  justa causa" contra o deputado Max Lemos, que deixou o partido e filiou-se ao PSDB para poder concorrer à Prefeitura de Nova Iguaçu. A inicial assinada pelos advogados Carlos Eduardo Frazão do Amaral e Rafael Barbosa de Castro destaca que o deputado alega que um dos motivos de sua saída da legenda está nas condenações impostas pela Justiça a ex-caciques do partido, sendo que ele mesmo responde a ações por improbidade administrativa, teve os bens bloqueados pela Justiça e tem em seu currículo uma condenação criminal por fraude contra o INSS. "Apesar disso, o réu (Max) posa de arauto da moralidade e bastião da democracia", diz um trecho da representação.