Ex-secretário de Saúde teve bloqueio dos bens suspenso
Elizeu Pires
Ex-secretário de Saúde teve bloqueio dos bens suspenso
Elizeu Pires
Clima na cidade é de expectativa por nova eleição
Elizeu Pires
Elizeu Pires
Empossado na última quinta-feira (10) como presidente interino da Câmara de Itatiaia, o vereador Alexandre dos Santos Campos, o Tim Campos, foi denunciado ao juízo da Vara Única do município por improbidade administrativa pelo Ministério Público. A acusação é de que ele mantinha nomeadas em seu gabinete três pessoas que, segundo o MP, recebiam salários sem trabalhar.
No dia 11 de abril eleitores de Itatiaia e Santa Maria Madalena, no estado do Rio de Janeiro, voltariam às urnas para a escolha de novos prefeitos, mas, em nome da pandemia do novo coronavirus o TRE-RJ suspendeu os processos já em andamento para marcar nova data. Em Itatiaia deu foi ruim para a população, pois a gestão interina do vereador Imberê Moreira Alves só não provocou mortes, mas foi um desastre, tanto que ele acabou afastado no último dia 8 por determinação da Justiça, por conta de um esquema de corrupção desmontado pelo Ministério Público.
Elizeu Pires
Sempre visto no gabinete do ex-prefeito interino de Itatiaia, Imberê Moreira Alves, afastado do cargo nesta terça-feira (8) por suposto “arrendamento” da administração municipal a uma organização criminosa, segundo o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro denunciou à Justiça, o médico concursado da Prefeitura e presidente do Comitê Municipal contra o Covid 19 até o início do último mês de maio, Márcio Braga, estaria numa empreitada para tentar se desvincular de Imberê.
Elizeu Pires
Em nome do diretório do PTB de Itatiaia, os advogados Damian Duarte e Marcio Alvin protocolaram junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro representação para que seja marcada logo a data da eleição suplementar no município para escolha do novo prefeito. A cidade vinha sendo administrada interinamente pelo vereador Imberê Moreira Alves, que foi afastado do cargo na última terça-feira (8), por decisão judicial. Imberê é acusado de ter "arrendado" a administração municipal em troca de recompensa financeira. Entre abril e maio a Prefeitura foi alvo de seguidas operações de busca de apreensão, e pelo menos dois secretários nomeados por imberê e um assessor tiveram prisão decretada. Além da saída do prefeito interino, o juízo da Vara Única local determinou o afastamento de três secretários.
Imberê foi afastado ontem do cargo por decisão judicial.
Na operação realizada ontem (8) pelo Ministério Público para cumprir mandados de busca e apreensão, e para afastar o prefeito interino Imberê Moreira Alves e três secretários, os agentes apreenderam um revolver calibre 38, R$ 54 mil e US$ 1.500 na casa do prefeito, em Resende.
Imberê Moreira teria “arrendado” a Prefeitura, diz o Ministério Público
Elizeu Pires
Ladeira já havia sido preso pelo mesmo motivo em março O ex-prefeito de Carmo, cidade do interior do estado do Rio de Janeiro voltou para a cadeia. Paulo Cesar Ladeira tinha sido preso em março deste ano na primeira fase da Operação Chorume e foi recolhido nesta segunda-feira (7), na segunda fase da operação realizada pelo Ministério Público, com apoio de agentes da 112ª DP. Ao todo foram cumpridos oito mandados de prisão expedidos pela 1ª Vara Criminal Especializada da Capital. De acordo com as investigações, um esquema de fraude foi montado para contratação do serviço de coleta de lixo. Os contratos, apurou o MP, somaram cerca de R$ 40 milhões e foram feitos com duas empresas, a Limpeza Urbana e a Forte Ambiental.
As investigações apontaram ainda como integrantes do esquema a vereadora Rita Estefânia Gozzi Farsura, o ex-secretário de Meio Ambiente, Ronaldo Rocha Ribeiro e empresário Murilo Neves de Moura, que foram denunciados por corrupção ativa, passiva, associação criminosa e prevaricação. O inquérito levou também aos empresários Wesley Ferreira Pessanha, Celciomar Ferreira Pessanha e Selma Ferreira Pessanha, apontados como proprietários de fato das duas empresas contratadas.
Incra anunciou a implantação de um sistema automático para melhor registro dos conflitos em curso
Afonso Chagas afirma que há criminalização dos movimentos sociais em Rondônia – Foto: Gustavo Sales/Câmara dos Deputados Violência policial em ações de reintegração de posse, omissão governamental diante da grilagem de terra e paralisação dos processos de reforma agrária estão entre as causas do agravamento dos conflitos no campo, segundo especialistas ouvidos ontem (2) pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Eles também pediram a não votação das atuais propostas que tramitam no Congresso sobre regularização fundiária, enquanto deputados sugeriram a criação de um observatório de conflitos agrários no âmbito da Justiça.