Caça às Bruxas: Como Moro passou de herói a condenado

Livro organizado pelo Grupo Prerrogativas traça cronologia das interferências do ex-juiz a fim de gerar sentenças de seu interesse

O julgamento do ex-juiz federal e ex-ministro Sergio Moro como parcial no julgamento de Lula. O ingrediente político existente em diversos momentos e o “dedo” de Moro sempre presente para fornecer narrativas críveis ao Ministério Público que pudessem incriminar foram o tiro que saiu pela culatra. Antes tido como herói nacional, Moro amarga a finalização de seu julgamento para dar novos rumos à sua – agora manchada – carreira. Todo o percurso que narra esse caso que abalou o judiciário brasileiro ganhou um novo capítulo: O segundo livro da trilogia criada pelo Grupo Prerrogativas (PRERRÔ), chamado “O Livro Das Parcialidades”.

Justiça manda prender representantes de organização social acusados de desvio mais de R$ 9 milhões dos cofres públicos

O Hospital Estadual Alberto Torres é uma das unidades sob gestão do Instituto Lagos Rio Agentes do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção, do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro realizaram nesta quinta-feira (25) a Operação Apagão, para cumprir sete mandados de prisão e 14 de busca e apreensão contra 12 denunciados por organização criminosa envolvendo o Instituto dos Lagos Rio, OS que teve empenhos a seu favor no total de cerca de R$ 650 milhões entre 2012 e 2019. A organização social foi contratada pelo governo estadual para administrar várias unidades de saúde. Foram cumpridos mandados no Rio, Petrópolis, Itaboraí e até em São Paulo. De acordo com o que apurado pelo MP, o ILR forjou documentos para atestar sua capacitação técnica.

As investigações apontaram que o desvio do dinheiro público "se dava com o pagamento de valores superfaturados em favor de sociedades empresárias, sob o pretexto da aquisição de produtos ou terceirização de serviços necessários ao atendimento das UPAs e hospitais administrados pelo Instituto Lagos Rio". Ainda de acordo com as investigações,  com o  pagamento superfaturado era realizado, "o repasse dos valores excedentes era feito aos dirigentes da organização criminosa ou para terceiros indicados por eles".

Ministério da Cidadania lança concurso de vídeo para jovens

Edital #amorpelobrasil vai oferecer R$ 2 milhões para produções de todo o país

Com o objetivo de incentivar jovens de todo o Brasil a exercerem a criatividade, mostrarem seus talentos e darem um primeiro passo em um dos setores que mais crescem no mundo, o audiovisual, o Ministério da Cidadania lança o edital #amorpeloBrasil. Ao todo, serão premiados 351 vídeos produzidos com celular por jovens de 12 a 18 anos de todos os estados do País e o Distrito Federal. As produções devem abordar iniciativas que contribuam para a melhoria de vida dos moradores de suas comunidades.

Polícia de Witzel não é páreo para a bandidagem em Belford Roxo

Traficantes e milicianos fazem o que bem entendem na ex-Cidade do Amor

 Reivindicação antiga dos moradores de Belford Roxo, o 39º Batalhão da Polícia Militar foi criado em agosto de 2005, tendo sido recebido com festa por moradores e autoridades locais. Passados 14 anos, não há nada a comemorar, pois o que seria solução – e foi por durante algum tempo – hoje é motivo de zombaria numa cidade dividida entre milicianos e traficantes.

Empresário que teria ligações com secretário de Fazenda recebeu mais de R$ 2 milhões dos cofres municipais de Macaé

Com três contratos firmados com a Prefeitura de Macaé entre 2015 e 2016 e esticados nos anos seguintes através de termos aditivos, a empresa Prime Soluções Empresariais do Brasil recebeu mais de R$ 2 milhões dos cofres da municipalidade nos últimos anos, o que passaria batido se uma denúncia encaminhada ao Ministério Público Estadual na última segunda-feira (27), não revelasse supostas ligações entre o secretário de Fazenda Ramirez Cabral dos Santos Cândido com o empresário Fagner Troina Coimbra. Os contratos – que somam mais de R$ 4,8 milhões –, foram firmados para fornecimento de um servidor, locação de veículo e instalação de rede de internet sem fio. Fagner é filho de uma assessora do secretário e, segundo a denúncia, reside em um apartamento que seria de propriedade de um cunhado de Ramirez.

A representação – também encaminhada ao Ministério Púbico Federal – foi feita por um cidadão da cidade e cita vários dados que causam suspeita de "atos de improbidade administrativa e possíveis crimes contra a administração pública como fraudes em licitações com a Prefeitura de Macaé, locupletação ilícita com o erário público, inserção de informações falsas em sistemas e documentos públicos, peculato, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, organização criminosa, tráfico de influência, enriquecimento ilícito e crimes contra o sistema tributário".