O prefeito Valber Luiz é cobrado pela falta de transparência na contratação de pessoal através da Coopsege Servidores questionam gastos com pessoal via cooperativa
“Um peso, duas medidas”. A expressão socrática que significa condutas diferentes diante de situações iguais, está sendo usada por servidores efetivos do município de Tanguá em questionamento aos atos do prefeito Valber Luiz Marcelo de Carvalho em relação a contratação de pessoal através da Coopsege - Cooperativa de Profissionais de Serviços Gerais. A instituição tem um contrato firmado com o valor inicial de R$ 3,6 milhões para fornecer mão de obra a vários setores da administração municipal, mas já teria recebido quase três vezes isso e os gastos continuam aumentando. De acordo com alguns servidores, a Prefeitura estaria pagando à cooperativa mais que o dobro do que um servidor recebe e não informa ao certo quantos contratados estão atuando no município. Os funcionários efetivos querem que o prefeito abra a caixa-preta da terceirização de mão de obra e mostre as funções exercidas e quanto cada contratado recebe no final do mês.