TCE reprova as contas da Prefeitura de Guapimirim

Déficit financeiro chegou a R$ 6,1 milhões em 2020

O ex-prefeito de Guapimirim, Jocelito Pereira de Oliveira, o Zelito Tringuelê (foto), teve suas contas de governo referentes ao exercício de 2020 reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro. A corte de contas apontou três irregularidades no exercício. Constatou, por exemplo, que "os créditos adicionais abertos com base em excesso de arrecadação, no montante de R$ 3.311.176,55 não contavam com a respectiva fonte de recursos”. O TCE apurou ainda uma insuficiência de caixa no montante de R$ 5.861.391,04.

Tribunal aponta irregularidades na prestação de contas do prefeito de Miracema e emite parecer pela reprovação, o segundo em dois anos

● Elizeu Pires

O prefeito de Miracema, pequena cidade do Interior Fluminense, recebeu parecer prévio contrário a aprovação de suas contas de gestão referentes ao exercício de 2020. O reeleito Clóvis Tostes de Barros, mais conhecido como Clovinho (Solidariedade), acumulou, segundo análise do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, déficits financeiros no total de R$ 10.677.253,85. O processo de prestação de contas será agora analisado pela Câmara de Vereadores, que dará a palavra final. O TCE já havia reprovado as contas de Tostes relativas ao de 2019

TCE anula licitação vencida por empresa ligada ao grupo Locanty em Niterói, por “graves irregularidades” no edital

● Elizeu Pires

Um edital cheio de irregularidades sustentou o processo licitatório realizado pela Fundação Municipal de Saúde para contratar, por R$ 17,2 milhões, os serviços de limpeza, desinfecção e higienização, tratamento de pisos, desinsetização e desratização das unidades de saúde, desinfecção de caixas d’água e higienização de ambulâncias, pelo prazo de 12 meses. Trata-se do Pregão Presencial nº 01/2020, vencido pela empresa Espaço Serviços Especializados, apontada como ligada ao grupo Locanty.

Ex-prefeito de Itaboraí é multado por ilegalidades

Helil Cardozo foi punido adotar condutas inadequadas

Cardozo já havia sido multado em 2017 em mais de R$ 700 mil O ex-prefeito de Itaboraí, Helil Cardozo (MDB) vai ter de recolher aos cofres públicos uma multa de R$ 37 mil. Decisão nesse sentido foi tomada pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro que, em auditoria governamental,  constatou ilegalidades cometidas durante período em que o município passava por crise financeira.  De acordo com o TCE,  durante a gestão de Helil "diversos procedimentos municipais estiveram em desacordo com os pressupostos da Lei de Recuperação Fiscal".

MP ajuíza mais uma ação contra ex-prefeito de Macaé, desta vez por repassar dinheiro a mais para a Câmara de Vereadores

● Elizeu Pires

O ex-prefeito de Macaé, Aluizio dos Santos Junior, o Dr. Aluizio, é alvo de mais uma ação judicial. Ele vai responder por improbidade administrativa por ter feito repasses à Câmara de Vereadores além do teto permitido por lei. Em 2019, segundo apurou o Ministério Público, a Câmara Municipal tinha direito ao valor máximo de o valor máximo de R$ 78.011.361,74, mas recebeu naquele ano R$ 81.199.999,98, exatamente R$ 3.188.638,24 a mais, o que, de acordo com o MP, configura “possível crime de responsabilidade”.

Empresa citada pelo MP paulista no escândalo da ‘Máfia da Merenda’ fez contratos no total de R$ 32 milhões com a Prefeitura de Campos

● Elizeu Pires

Velha conhecida da Justiça e do Ministério Público de São Paulo, citada nas investigações do escândalo da 'Máfia da Merenda', a Nutriplus Alimentação e Tecnologia firmou dois contratos com a Prefeitura de Campos, no Norte Fluminense, para fornecer alimentação pronta aos alunos da rede municipal de ensino. O primeiro contrato, no valor de R$ 15,8 milhões, foi assinado no dia 22 de outubro de 2018 e renovado em 3 de novembro do ano passado pelo total de R$ 16,2 milhões, sete meses depois de o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) ter apontado irregularidades na primeira contratação e determinar que o então prefeito Rafael Diniz e o seu secretário de Educação, Brand Arenari, devolvessem R$ 6,7 milhões aos cofres públicos.

Com superfaturamento apontado pelo Tribunal de Contas Ponte da Integração já custou R$ 94 milhões aos cofres públicos e o governo estadual ainda vai liberar mais dinheiro

● Elizeu Pires

Iniciada em 2014, a construção da Ponte de Integração, no Norte Fluminense, já custou R$ 94 milhões aos cofres públicos, mas nada de ficar pronta. Pior que isso: o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), apontou um superfaturamento de R$ 18,3 milhões e o governo do Rio de Janeiro ainda vai desembolsar mais dinheiro para retomar a obra, parada há mais de quatro anos.

TCE anula contratação de laboratório em Duas Barras por restrição de competitividade na licitação

O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) anulou o resultado de uma licitação com valor global de R$ 1.588.826,20 realizada pela Prefeitura de Duas Barras, pequena cidade do interior fluminense, para contratação de exames médicos junto à rede privada de laboratórios.

A decisão foi tomada em processo aberto a partir de representação feita pela empresa Centro Radiológico de Nova Friburgo, que foi impedida de participar do certame e ainda teve vetados pelo pregoeiro do município e pela Secretaria Municipal de Saúde os recursos administrativos interpostos pelos representantes da empresa.