Ação popular questiona ausência de dados no site oficial do município e cobra informações sobre o número de nomeados pelo presidente da Casa
Elizeu Pires
Ação popular questiona ausência de dados no site oficial do município e cobra informações sobre o número de nomeados pelo presidente da Casa
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Clima na cidade é de expectativa por nova eleição
Elizeu Pires
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Formada em Direito há dois anos, Sarah Pereira da Silva pode ser considerada uma pessoa privilegiada. Em meio a uma pandemia que além de mortes tem causado um desemprego grassante, ela já conseguiu duas colocações este ano na Prefeitura de Queimados. No dia 24 de fevereiro foi nomeada para o cargo de Assessor Técnico, Símbolo CC2, na Secretaria Municipal de Diretos Humanos e Promoção da Cidadania, através de portaria assinada pelo prefeito Glauco Kaizer. Na última sexta-feira (11), o nome dela voltou a aparecer no Diário Oficial: foi exonerada da primeira função e nomeada na Procuradoria Geral do Município, no cargo de Assessor Jurídico, índice CC1, cujo salário é 50% maior.
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Alguém precisa avisar ao presidente da Câmara de Vereadores de Mesquita, Saint Clair Esperança Passos, o Sancler Nininho, que o dinheiro repassado todos os meses pela Prefeitura para bancar os salários dos membros da Casa, assessores e servidores sai do bolso dos contribuintes, que, por tanto, precisam ser informados de forma clara e objetiva sobre como estão sendo gastos os recursos. O alerta se faz necessário, pois quem acessa o site oficial da Câmara (https://www.mesquita.rj.leg.br) não encontra nada. Os dados são antigos e o único documento novo é o que eles chamam por lá de “demonstrativo da despesa com pessoal” referente ao 1º quadrimestre de 2021, que, na verdade, conforme pode ser conferido aqui, que não deixa nada claro.
Elizeu Pires
Em setembro de 2018 a Câmara de Vereadores do município de Mangaratiba, na Costa Verde fluminense, teve de fazer uma nova eleição para a mesa diretora, para que então o escolhido pudesse assumir o governo interinamente a Prefeitura. No dia 5 de setembro daquele ano o promotor de Justiça Alexey Kolouboff notificou o Poder Legislativo a convocar uma nova eleição para compor a mesa diretora, com o novo presidente assumindo a Prefeitura, uma vez que o prefeito interino Vitor Tenório fora afastado. Em vez de seguir a recomendação, o vereador Carlos Alberto Ferreira Graçano, que estava interinamente como presidente da Casa, se proclamou prefeito por decreto. Cinco dias depois teve de recuar e realizar a eleição. Foi escolhido, e ai sim pode ser governar até a vitória de Alan Campos, o Alan Bombeiro, nas urnas.
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Quem entende do assunto afirma que a Câmara terá de eleger novo presidente para este assumir a Prefeitura Sem prefeito deste ontem (8), quando o prefeito interino Imberê Moreira Alves foi afastado do cargo por determinação da Justiça, o município de Itatiaia, no interior do estado do Rio de Janeiro, poderá ficar pelo menos mais uma semana nessa situação, isto se a regra para a sucessão for cumprida. O sucessor é o presidente da Câmara de Vereadores, mas o atual também é interino e é ai que a coisa mudaria de figura.
Elizeu Pires
A receita no mês de maio somou R$ 519.159,18... Membros da Câmara de Vereadores de Japeri, município mais pobre da Baixada Fluminense, tem cobrado transparência nos gastos públicos por parte do Poder Executivo, o que é correto, pois cabe a eles fiscalizar, mas seria aconselhável que os parlamentares tivessem os mesmos olhos para a própria Casa e buscassem responder a uma pergunta dos cidadãos mais atentos aos números do Poder Legislativo – do duodécimo recebido mês a mês aos pagamentos realizados até agora –, pois uma conta simples aponta para uma sobra de mais de R$670 mil acumulada nos primeiros cinco meses de 2021.
Município é o que menos dinheiro recebe de ISS e tem asfalto como "cala-boca"
Elizeu Pires
A partir das eleições de 2024 a Câmara passará a terá entre 21 e 23 cadeiras e o município contará com pelo menos R$ 540 milhões para obras até lá
Elizeu Pires
A descriminalização da população em situação de rua e a valorização dos profissionais de assistência social foram os principais temas discutidos na audiência pública da Comissão de Trabalho, Legislação Social e Seguridade Social da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), que aconteceu de forma remota, ontem (28). De acordo com a depurada Mônica Francisco (Psol), presidente da comissão, a realidade dessa população é complexa e exige, por parte das políticas públicas, estratégias bem elaboradas e que envolvam diversas áreas.
A parlamentar falou também sobre a precarização do setor de assistência social, observando que a valorização desses profissionais é fundamental para o processo de humanização das pessoas em situação de rua. “Para que haja uma efetiva abordagem e acolhimento, a categoria precisa estar munida e ter seus direitos trabalhistas garantidos. Precisamos elaborar mecanismos de fiscalização a partir da Alerj e da Câmara Municipal da Capital e demais municípios sobre as secretarias estaduais e municipais de assistência social”, comentou.