Deputado Aureo, na verdade, é visto como linha auxiliar da família Reis
● Elizeu Pires
Deputado Aureo, na verdade, é visto como linha auxiliar da família Reis
● Elizeu Pires
Foto: Marcos Vicentti /Secom / Governo do Acre O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, está empenhado diretamente na mobilização do governo federal para ajudar estados do Norte e Nordeste na solução dos problemas provocados pelas enchentes que atingem cidades das regiões nos últimos dias. Na manhã última sexta-feira (31/3), por exemplo, o presidente conversou com o governador do Acre, Gladson Cameli, e com o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), Waldez Góes, sobre as ações de apoio aos municípios atingidos.“O governo federal tem trabalhado para atuar com a maior agilidade possível e já foram liberados para emergências humanitárias R$ 300 milhões para mais de 1.500 cidades, por conta de chuva na maioria delas, mas também para cidades sofrendo com a seca”, afirmou o presidente em seu perfil no Twitter. Segundo informações do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), a Defesa Civil repassou, só no mês de março, quase R$ 40,7 milhões para ações em 69 cidades afetadas por desastres naturais nos estados do Acre, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.
Para o Acre, especificamente, foram quase R$ 1,5 milhão para a cidade de Rio Branco, onde houve inundações. Os recursos são usados na compra de cestas básicas, kits de limpeza de residências, higiene pessoa e dormitório, colchões, refeições, água mineral e combustível.
Visita de deputado a obras da Prefeitura gera ciúmes e perda de sono no meio político
Andrezinho percorreu os bairros ao lado do secretário Cristiano Pingim e da prefeita Fernanda Ontiveros - Foto: Reprodução Quinze dias após uma proveitosa reunião em Brasília, a prefeita Fernanda Ontiveros (PDT) recebeu em Japeri o deputado Andrezinho Ceciliano (PT) para uma visita às frentes de trabalho instaladas pela Prefeitura em vários bairros, nos quais, juntos com o secretário de Obras Cristiano Pingim, foram recepcionados pelos moradores.
Daniela e Fernanda contam tudo sobre endometriose e os tratamentos - Foto: Divulgação A deputada federal licenciada Daniela Carneiro para ocupar o cargo de ministra do Turismo e a médica Fernanda Monnerat lançaram na sexta-feira (31), na Igreja Nova Vida em Belford Roxo, o livro “Endometriose – tudo o que você precisa saber”. O evento aconteceu em homenagem ao dia 13 de março, data instituída através de uma lei da deputada Daniela Carneiro, como o Dia Nacional de Luta contra a Endometriose. A proposta incluiu ainda a Semana Nacional de Educação Preventiva e de Enfrentamento à Endometriose. No Brasil, mais de 10 milhões de mulheres sofrem com a doença.
Durante o evento, profissionais da saúde da Clínica da Mulher de Belford palestraram abordando o tema do livro. A fisioterapeuta pélvica Catia de Souza Ferreira representou a equipe e compartilhou vivências sobre casos, diagnósticos e tratamentos. A portadora de endometriose, Fernanda Fernandes, deu um relato da visão de paciente. “Consegui ser atendida e operada, é uma doença bastante sofrida. Agradeço a deputada e ministra Daniela por entender as dores das mulheres e lutar por todas nós, dando visibilidade sobre o tema”, ressaltou Fernanda.
● Elizeu Pires
Dos R$ 1.595.965,04 pagos este ano pela Prefeitura de Cabo Frio à empresa MC Alimentação e Serviços, que ficou responsável pelo fornecimento de refeições mas unidades da rede municipal de Saúde, R$ 517.512,96 foram quitados em 16 de março, um dia após o plenário do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) ter decretado a inidoneidade da empresa por um período de 12 meses.
Ação, que tem o apoio de deputados e senadores de diferentes partidos, foi criada pelo deputado federal Max Lemos
“Este será um trabalho para reparar uma dívida social. Será uma luta grande, extensa, mas que vai prestar um grande serviço à sociedade brasileira”. Foi com esta frase que o deputado federal Max Lemos (PDT) iniciou, na última quarta-feira (29/3), no Congresso Nacional, lançamento da Frente Parlamentar Mista de Apoio à Habitação de Interesse Social, Regularização Fundiária, Urbanização e Saneamento para Favelas e Assentamentos Precários. O evento contou com a presença de representantes do legislativo de diferentes partidos, além de prefeitos e vereadores.
● Elizeu Pires
Criado para garantir auxílio financeiro de até R$ 380 mensais a pessoas carentes, o SuperaRJ, programa de renda mínima do governo fluminense, não passou de ilusão para milhares de moradores da Baixada Fluminense, pessoas que não viram um centavo até agora, embora tivessem o cadastro aprovado e tenham recebido a confirmação de que seus cartões já estavam disponíveis para serem retirados.
Decisão foi por unanimidade pelo plenário da Casa
O parecer do Tribunal de Contas foi lido pelo presidente da Casa, Valdeck Ferreira - Foto: Marcelo Dias As contas do prefeito Renato Cozzolino Harb (PP), relativas ao exercício fiscal de 2021, foram aprovadas por unanimidade pela Câmara de Vereadores. O relatório da Comissão de Finanças e Orçamento da Casa confirmou o parecer favorável dado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), emitido em dezembro de 2022.
Appio tem tomado medidas que incomodam os protagonistas da Lava Jato Em mais um capítulo da implosão da Lava Jato, o juiz Eduardo Appio, da 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba, quer segurança especial para si próprio. Em ofício endereçado ao diretor do Fórum Federal, Appio requisitou carro blindado e uma pistola Beretta, além de 'apoio tático' da Polícia Federal (PF) controlando entrada e saída do prédio onde fica seu gabinete. O juiz afirma estar sofrendo uma 'onda de ameaças pessoais'. "Sinto-me ameaçado pelas declarações dos envolvidos, os quais têm grande poder político e econômico", alega Appio, sem citar nomes de quem o assombra. Desde que assumiu a cadeira que foi ocupada por longos anos pelo ex-juiz Sérgio Moro, hoje senador (União Brasil-PR), Appio vem adotando medidas que incomodam os protagonistas da Lava Jato - operação que desmontou esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e cartel de empreiteiras instalado em diretorias estratégicas da Petrobrás, entre 2003 e 2014. Appio e Moro estão em litígio. O novo juiz da Lava Jato já criticou publicamente os métodos da operação, antes aclamada, ora sob fogo cerrado. Para acirrar ainda mais a cizânia, Appio ouviu na última segunda-feira, 27, um antigo desafeto de Moro, o advogado Rodrigo Tacla Duran, ex-operador de propinas da Odebrecht no esquema Petrobrás. Tacla Duran diz ter munição pesada contra seus algozes. Ele alega ter recebido pedido de propina na Lava Jato em troca de facilidades para clientes. O advogado pediu uma audiência a Eduardo Appio para prestar esclarecimentos e fazer requerimentos. As acusações de Tacla Duran foram encaminhadas por Appio ao Supremo Tribunal Federal (STF), com a menção expressa a possível crime de extorsão e ao foro privilegiado de Moro e do deputado Deltan Dallagnol, ex-coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. O juiz colocou o ex-operador financeiro da Odebrecht no Programa de Proteção à Testemunhas e pediu à Polícia Federal a abertura 'urgente' de um inquérito sobre o caso. Moro agora tenta impedir o sucessor de despachar nos processos remanescentes da Lava Jato. Ele defende que Appio seja afastado de todas as ações que tenham relação com a operação até a análise de um pedido para declarar a suspeição do juiz. A representação, que acusa o magistrado de parcialidade, foi apresentada por uma procuradora de Ponta Grossa, no interior do Paraná. Appio disse ao Estadão, na ocasião, que a procuradora age como 'longa manus' de Dallagnol. O senador afirma que seu objetivo é 'prevenir' atos processuais ordenados por juiz 'suspeito'. Em 2021, Moro foi declarado parcial pelo Supremo Tribunal Federal para julgar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em ações penais na Lava Jato.
(Agência Estado)
Abertura de empregos caiu 26,4% em relação ao mesmo mês do ano passado
Prejudicada pela desaceleração econômica e pelo fechamento de vagas no comércio, a criação de emprego formal caiu em fevereiro. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 241.785 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.