O motivo é a reprovação de suas contas pelo TCE
O motivo é a reprovação de suas contas pelo TCE
O frio típico da Serra deu lugar ao calor humano no lançamento de campanha do candidato a Deputado Estadual, Max Lemos, no município de Petrópolis, Região Serrana do Rio. O encontro organizado pelo prefeito Bernardo Rossi, no Clube Magnólia, reuniu mais de mil pessoas - segundo a organização - e marcou o ponto de partida de campanha na cidade. Além de Max, o evento contou com a presença do candidato a deputado federal, Leonardo Picciani, do prefeito de Queimados, Carlos Vilela, além de diversos vereadores e secretários municipais.
Durante o discurso, Max, que é padrinho de casamento do prefeito Bernardo Rossi, destacou que é preciso ter um planejamento a médio prazo para a retomada do crescimento econômico do Rio. "O povo não tem a ilusão que vamos resolver os problemas da noite pro dia, mas quer saber que caminhos temos pra educação, pra saúde, pra gerar novos empregos, pra segurança pública. Por isso, defendo a criação de programas de estado para que independente de quem esteja no poder eles tenham continuidade, entre eles a volta do ensino de tempo integral", ressaltou.
Ele está inelegível até 2023, mas ainda assim quer um mandato de deputado
Todos os meses, desde o início do ano passado, as contas da Prefeitura de Paracambi vinham sofrendo bloqueio judicial de cerca de R$ 1 milhão para garantir o pagamento de dívidas deixadas pela gestão do prefeito Tarciso Gonçalves, o Professor Tarciso (foto). Isso obrigou a prefeita Lucimar Ferreira a buscar um acordo e se desdobrar para tirar o município do cadastro negativo do governo federal. O rombo, segundo estimativa da atual administração, soma cerca de R$ 100 milhões, incluindo os salários atrasados e o décimo terceiro de 2016, débitos que foram quitados em parcelas. Agora filiado ao PDT, depois de mais de um tempo longe da cidade, Tarciso voltou a Paracambi e está nas ruas pedindo voto para deputado estadual.
Além das dívidas herdadas pela nova gestão, Tarciso fechou seu mandato com um deficit de mais de R$ 10 milhões referente ao exercício de 2016, o que levou o Tribunal de Contas do Estado a decidir, no dia 14 de novembro de 2017, pela reprovação de suas contas.
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A maioria é de mulheres brancas com nível superior
O candidato a deputado federal pelo PHS, Gelson Azevedo, vice-prefeito de São João de Meriti, está com agenda intensa de reuniões políticas. Mas vai colocar a campanha na rua pra valer no dia 25, com uma grande caminhada no município. A partir daí, a estratégia é dividir o tempo entre a cidade e os outros municípios fluminenses para que os eleitores de todo o estado possam conhecer as propostas do homem de confiança do prefeito João Ferreira Neto, o Dr. João. "Quero ser a voz do nosso município em Brasília e somar com uma boa representação para o nosso estado", afirma.
Gelson quer garantir uma vaga na Câmara dos Deputados para desbloquear recursos e captar novos para seu município, além de apresentar projetos de lei para áreas estratégicas do Estado, como segurança, saúde, educação, trabalho e renda. Em Brasília, pretende brigar pela reabertura do Hospital Infantil e a duplicação dos viadutos do Lugano e do Grande Rio, promessas de campanha de Dr. João. Entre os projetos de lei que pretende apresentar, destaca-se o que propõe a criação de postos de empregos para jovens na Baixada Fluminense, bem como em todo o estado do Rio de Janeiro.
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Justiça vai decidir se impugna ou não os registros de Sandro Matos e Zito
Pela lei, as contas de gestão do Poder Executivo - seja ele municipal, estadual ou federal - só são consideradas reprovadas depois do crivo do Poder Legislativo, a instância encarregada de decidir pela derrubada ou manutenção dos pareceres prévios contrários emitidos pelos tribunais de contas. Na quarta-feira (15) o Ministério Público Eleitoral apresentou pedidos de impugnação dos registros de candidaturas dos ex-prefeitos Sandro Matos e José Camilo dos Santos, o Zito, que governaram os municípios de São João de Meriti e Duque de Caxias, cabendo agora ao TRE acatar ou não, o que até final do expediente de ontem (16) não havia ocorrido.