Magé abre Centro de Atendimento para alunos especiais

Centro Especializado oferece atendimento aos alunos de escolas municipais com nove especialidades (Fotos: Gerson Peres). Com atividades e suporte de saúde com especialistas em várias áreas

Foi inaugurado na tarde desta segunda-feira o Centro Municipal de Atendimento Especializado, voltado para os alunos portadores de necessidades especiais matriculados na rede municipal de ensino. O CMAE vai funcionar com atividades e suporte de saúde com especialistas em neurologia, fisioterapia, psiquiatria, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicólogos, psicomotricidade, serviço social e psicopedagogos. “Hoje estamos aqui para comemorar mais esse serviço para nossos alunos inclusos na rede de Educação. Para eles, incluímos 187 alunos com cuidador para dar apoio individualizado, para que eles convivam com outros colegas nas atividades na sala de aula. Estamos melhorando a educação para que nossos alunos tenham oportunidade, principalmente os alunos especiais”, disse o prefeito Rafael Santos de Souza, o Rafael Tubarão.

Magé garante que não vai atrasar salários

Estado de emergência financeira vai durar 180 dias

"Os servidores e a população de Magé podem estar tranquilos. Não haverá atraso de salários nem os serviços essenciais serão afetados. Adotamos essas medidas de contenção exatamente para evitar isso. Vamos cortar onde pode ser cortado, mas em nenhum momento mexeremos em direitos adquiridos pelos funcionários". A afirmação é do prefeito Rafael Santos de Souza, o Rafael Tubarão (foto), que na noite de ontem (dia 4) emitiu decreto em que declara estado de emergência financeira no município, por conta da queda na receita. Para este ano as perdas estão estimadas em R$ 100 milhões em relação ao orçamento aprovado. Só nos repasses dos royalties do petróleo a redução foi de 80%, prejuízo causado por uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que afetou ainda os municípios de Guapimirim e Silva Jardim.

Magé decreta estado de emergência financeira

Perda de receita deve passar de R$ 100 milhões este ano. Prefeito reduz o seu salário, do vice e dos titulares das secretarias. Serão exonerados oito secretários e as medidas adotadas valem por 180 dias

O prefeito de Magé, Rafael Santos de Souza, o Rafael Tubarão (foto) decretou na noite desta quinta-feira (4) estado de emergência financeira, adotando medidas de contenção de despesas diante de uma realidade econômica completamente negativa para o município, que, segundo as estimativas, vai arrecadar, no mínimo, R$ 100 milhões a menos este ano. Uma das medidas foi a redução de 25% nos subsídios do prefeito e do vice, além do corte de 15% nos vencimentos dos secretários. Serão exonerados oito membros do primeiro escalão e foi definida a junção de secretarias, com os titulares que ficarem passando a acumular responsabilidades. Por conta da perda de receita a folha de pagamento teve aumento proporcional em relação ao limite de 54% imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal, o que forçou a adoção de medidas para equilibrar as finanças.

Resende divide em suaves prestações a conta das humilhações

Por causa da fiscalização míope da Prefeitura, a concessionária do transporte público expõe os usuários a humilhações e sacrifícios. Sem poder usar elevador para cadeirantes a senhora das imagens não teve outra saída senão carregar no colo Governo finge que arrocha e empresa de ônibus finge que respeita as regras

Um vídeo exibindo uma mulher carregando uma cadeirante nos braços durante o desembarque de um ônibus causou revolta na população de Resende, no Sul Fluminense, esta semana e apertou ainda mais a “saia justa” do prefeito Diogo Balieiro Diniz (foto), eleito em 2016 com a promessa de peitar a São Miguel, empresa que há 17 anos detém o monopólio do transporte público de passageiros e que nos últimos tempos parece ter se especializado em humilhar os moradores, expostos à própria sorte diariamente no interior das latas velhas ambulantes da companhia.

Guapimirim ilumina suas contas com luz de velas

O farol sobre os gastos públicos no município, ao que tudo indica, ainda vai demorar muito para ser aceso. Prefeitura diz que tem transparência, o problema é achar os números

Depois de quatro meses dificultando o acesso às informações sobres as receitas e as despesas da municipalidade, o governo começou a disponibilizar alguns registros, mas os contratos, dados sobres os processos licitatórios e as despesas com pessoal permanecem escondidos, como se a administração do prefeito Jocelito Pereira de Oliveira, o Zelito Tringuelê (foto) não desse a mínima importância para a Lei da Transparência, que determina a divulgação de forma clara das contas públicas, visando facilitar o controle social. A Prefeitura informa em seu site que já licitou mais de R$ 30 milhões, mas não revela como isso deu nem mostra em seu portal os avisos. Dessas licitações uma chama atenção de observadores mais atentos. É o Pregão 05, gerado a partir do Processo 0173/2017, para locação de máquinas e caminhões, no valor global de R$ 14,4 milhões, pelo prazo de um ano.

Artesãos de Paracambi recebem identidade profissional

Mais de 100 profissionais foram beneficiados pelo Programa de Artesanato

A prefeita Lucimar Ferreira tem, afirma ela, uma ligação emocional com o artesanato, uma atividade muito presente em Paracambi, mas que não vinha recebendo a devida atenção. Isso vai mudar daqui para frente. “O artesanato é um trabalho diferenciado, sensível e esse sentimento conquista a gente. Minha avó era artesã e eu via o cuidado com cada colcha de crochê que ela fazia. Fazer parte dessa conquista torna-se ainda mais significativo para mim. Vamos trabalhar, junto ao governo estadual, para garantir ações para o desenvolvimento da atividade em nosso município”, disse ela durante a solenidade de entrega do documento de identificação profissional do governo federal a 100 artesãos cadastrados pela Prefeitura.

Fiscalização “míope” não vê aberrações em Resende

Usuários reclamam que além dos veículos com bancos e parachoques soltos, tem os pneus que estão sempre dando susto e deixando os passageiros a pé (Foto:PMR/Luiz Ferrão) Agentes da Superintendência Municipal de Transportes Públicos não vêem, por exemplo, os pneus velhos das sucatas ambulantes da empresa São Miguel

Na última quinta-feira (25), fiscais da Superintendência Municipal de Transportes Públicos foram até a garagem da empresa de ônibus São Miguel - que há 17 anos detém o monopólio das linhas municipais de Resende - conferir se a companhia tinha cumprido as exigências feitas em notificações lavradas 12 dias antes, quando foi alertada sobre falhas no funcionamento de plataformas de acesso a cadeirantes, bancos e parachoques soltos, além da má conservação da lataria. Os fiscais constataram que só uma exigência, a das plataformas, tinha sido cumprida e então decidiram ampliar o prazo, dando mais cinco dias para a concessionária atender as recomendações. Entretanto, para os usuários, a fiscalização do poder concedente e nada são as mesmas coisas, pois a empresa finge que atende, administração municipal deixa a coisa correr solta e o resultado é visto nas ruas: ônibus caindo aos pedaços, com pneus velhos estourando e dando susto nos passageiros, a ponto de provocar acidentes.

Tratamentos diferenciados causam polêmica em Resende

⁠⁠⁠Enquanto alguns moradores da Boca do Rego alegam que a reforma da ponte seria uma forma de favorecimento a um parente do prefeito, ele resolveu “tirar” o distrito de Rio Preto do mapa de Resende para justificar a falta de atendimento de saúde aos moradores daquela localidade Ponte que dá acesso à fazenda de um parente do prefeito é reformada

A reforma de uma ponte na estrada do Bonsucesso, na localidade conhecida como “Boca do Rego”, na zona rural de Resende, acabou se transformando em mais uma polêmica para o prefeito Diogo Balieiro Diniz. É que segundo alguns vizinhos, a ponte serve de acesso a uma fazenda que tem como um dos proprietários um parente próximo do chefe do Executivo, uma benesse que justificaria a melhoria. O anúncio oficial da Prefeitura não informa se a Secretaria de Agricultura e Pecuária possui em seu organograma uma equipe destinada a reformas ou se os trabalhos teriam contado com a ajuda de algum “parceiro” do governo.

Repasse para a Codeni é muito maior

Transferências feitas entre 23 de janeiro e 20 de abril somaram  mais de R$ 7,4 milhões

Em resposta a fontes da Prefeitura que disseram que o elizeupires.com errou ao informar – na matéria “Caixa-preta da Codeni esconde gastos em Nova Iguaçu”, veiculada sábado (dia 22 – que os repasses para a Companhia de Desenvolvimento de Nova Iguaçu feitos pela atual gestão somaram mais de R$ 6,6 milhões, alegando que as transferências foram menores, pedimos desculpas aos nossos leitores para reconhecer que erramos sim. Os créditos na conta da Codeni foram bem maiores: ultrapassaram a soma R$ 7,4 milhões. Os repasses de janeiro foram de R$ 1.898.472,73 e não no valor de R$ 1.112.523,71 como tínhamos informado. Já as transferências de fevereiro chegaram ao total de R$ 1.520.190,10, as de março somaram R$ 2.650.632,24, enquanto os créditos de abril (repasses feitos até o dia 20), somaram R$ 1.359.544,19. O que a gestão do prefeito Rogério Lisboa precisa fazer é explicar porque esse volume tão grande de recursos para uma autarquia cuja utilidade nem o próprio governo sabe explicar de forma convincente.

Guapimirim tem 115 dias de contas no escuro

Prefeitura tranca seus números em caixa-preta e a população não tem acesso a informações sobre receita e despesas, dados que pela Lei da Transparência precisam estar às claras

O prefeito Jocelito Pereira de Oliveira, o Zelito Tringuelê (foto) está completando nesta terça-feira (25) 115 dias de mandato e ninguém sabe onde e em que ele está aplicando os recursos do município. Não há informações sobre os gastos com pessoal e manutenção dos serviços essenciais, pois o sistema da Prefeitura de Guapimirim não disponibiliza as contas públicas como determina a lei. As edições do boletim informativo também sumiram. No site oficial só aparecem duas e com o mesmo número: 169, datadas de 2 e 6 de janeiro. Não se vê avisos de licitação, resultados dos pregões, nomes das empresas fornecedoras e sobre quanto a administração municipal esta gastando, por exemplo, com merenda escolar, alimentação no hospital, medicamentos e materiais de consumo. Perguntar ao governo soa como ofensa. Ninguém fala nada.