E o golpe já foi dado…

. Não pelos militares, mas pela companheirada do Supremo Tribunal Federal e o procurador geral da República, Rodrigo Janot (foto) que se comporta como um advogado em plantão permannte na defesa do PT e seus aloprados, o que fica implícito em cada iniciativa dele.

A maioria simples de um colegiado de 81 senadores é mais forte que dois terços de 513 deputados. A conta maluca foi feita por uma bancada de oito “companheiros” da presidente Dilma Roussej (só a chamam de “presidenta” os militantes, os membros do governo e a imprensa chapa branca) no Supremo Tribunal Federal, que resolveu rasgar a Constituição e intervir no Poder Legislativo para preservar a cabeça da poderosa chefona. Deixo com vocês, para uma reflexão o artigo a seguir, um texto do jornalista Guilherme Fiuza, publicado por O Globo e que merece ser lido e relido pelas pessoas de bem que, felizmente, formam a maioria esmagadora da população brasileira. Tenham todos um bom domingo e fiquem com Deus, que eu volto amanhã, às oito em ponto, se Ele assim me permitir e os bolivarianos não me impedirem,

E a massa da pizza começou a ser batida

Quando, no julgamento do “mensalão”, o ministro José Dias Toffoli (ex-advogado do PT) entendeu que não havia motivo para se declarar impedido e votou pela absolvição do ex-ministro José Dirceu, o Brasil inteiro ficou com a pulga atrás da orelha. Agora, a turma simpática ao Partido dos Trabalhadores no Supremo Tribunal Federal decidiu tirar das mãos do juiz Sergio Mouro boa parte dos processos da Operação Lava Jato. Com isso a preocupação quanto à real punição da quadrilha montada para saquear os cofres da Petrobras começa a povoar a cabeça dos brasileiros mais atentos e - para quem tem o olfato apurado - um cheiro de pizza já paira no ar. Vale destacar que a decisão (por 7 votos a 3) foi tomada dias após a condenação do tesoureiro do partido, João Vaccari Neto, sentenciado por Mouro a 15 anos de prisão, réu, que para seus advogados, deveria ter sido investigado e julgado em São Paulo.

Com a decisão de ontem processos serão desmembrados e distribuídos Brasil a fora. Isso retarda julgamentos e abre o caminho que os advogados dos presos na operação atulhem o próprio Supremo com recursos buscando anular as decisões já tomadas. É aí que mora o perigo, pois petistas e advogados estão festejando bastante a avenida construída para os processos serem analisados e julgados por juízes das cidades onde os crimes foram praticados.

Palavras de um débil mental

     "Dois grupos vão para as ruas hoje nesta manifestação: um grupo de alienados que não aceita que perdeu a eleição e outro financiado por forças do imperialismo. Estão loucos para tomar conta do nosso petróleo”. A afirmação é do ex-guerrilheiro Acilino Ribeiro, subsecretário de Movimentos Sociais e Participação Popular, ferrenho defensor do desastrado jeito petista de governar. Ele disse isso em entrevista publicada ontem pelo Correio Braziliense, usando termos tão velhos e lugares-comuns como o naftalinizado “imperialismo americano”. Para ele, quem vai às ruas para gritar contra a roubalheira e o descaramento da dupla Lula & Dilma, é alienado ou está a serviço do arrogante governo norte-americano. O engraçado é que ele ataca quem protesta democraticamente, mas defende os baderneiros: é o advogado que conseguiu livrar aquele grupo de blacks blocks processado pelo quebra-quebra na Praça dos Três Poderes durante os protestos de 2013.

      Aliás,  Acilino se diz especialista em combater o tal “imperialismo americano” e se comporta como os que vêem fantasmas ao meio dia e conspiração em tudo que bate de frente com Lula, Dilma, o PT e seus iguais. Na ditadura militar ele foi preso duas vezes. Exilado, recebeu treinamento na Rússia e na Líbia, trabalhou como segurança pessoal do ditador Muamar Kadafi, o sanguinário líder que acabou justiçado pelo povo e é chegado a governos ditatoriais como os de Cuba e Venezuela. Para ele liberdade de expressão só para os que chamam de “coxinhas” os que usam roupas limpas, perfumes e conseguem pronunciar uma frase corretamente.

Maricá, o paraíso dos petistas

Washington Quaquá transformou o governo em associação de companheiros petistas O município fluminense que menos sofre com queda dos royalties é a cidade preferida da filha de Lula e cabide de empregos para a "companheirada"

Listado entre os quinze piores municípios do estado do Rio de Janeiro em termos de transparência administrativa - com a nota 0,2 no Ranking da Transparência do Ministério Público Federal -, Maricá tem recebido com frequência a visita de petistas ilustres nos últimos seis anos, uma rotina verificada desde que Washington Luiz Cardoso Siqueira, o Quaquá, foi eleito em outubro de 2008. Ele acolheu Lurian da Silva (filha do ex-presidente Lula) e tem feito muito mais que isso: mantém atualmente cerca de 80 petistas de fora do município e outros 60 locais empregados em cinco secretarias executivas, 28 secretarias adjuntas, cinco órgãos com status de secretaria e 92 subsecretarias, inclusive "companheiros" de São Paulo, berço do Partido dos Trabalhadores. Por lá circulava até bem pouco tempo Marcelo Sereno, braço direito do ex-ministro José Dirceu, que perdeu o espaço para Lourival Casula, atual secretário de Desenvolvimento Econômico, que levou para a cidade pelo menos 13 "companheiros".

Cidades governadas pelo PT perderam menos royalties

Os prefeitos Washington Quaquá e Rodrigo Neves estão sofrendo menos com as perdas no repasse dos royalties do petróleo Maricá e Niterói tiveram queda de pouco mais de 30% em março

Os municípios de Maricá e Niterói foram os que menos sofreram com a queda na arrecadação dos royalties do petróleo este mês, pouco mais da metade das perdas verificadas em Casimiro de Abreu e Rio das Ostras, as que menos recursos receberam, respectivamente 59,9% e 58,8%. De acordo com o demonstrativo dos repasses feitos na semana passada, Maricá recebeu 30,8% a menos em comparação a março de 2014 e Niterói 31,6% em relação ao mesmo período. Essas duas cidades foram as que perderam menos também em fevereiro: Maricá 14,1% e Niterói 13,9%, quando Casimiro de Abreu perdeu 30,6% e Rio das Ostras 29,2% naquele mês.

Pezão corre atrás de R$ 60 bilhões na dívida ativa

Oitenta por cento do petróleo nacional está em território fluminense, mas nem por isso as petroleiras, principalmente a Petrobras, honram os compromissos com o estado O governador busca ajuda na Justiça para executar devedores

Com as finanças combalidas pela redução nos repasses dos royalties do petróleo e no ICMS, o equilíbrio do estado do Rio de Janeiro pode estar na monstruosa dívida ativa acumulada por grandes empresas com o estado nos últimos anos e em busca de um total de R$ 60 bilhões essa semana a Secretaria de Fazenda começa a mandar para a Justiça pedidos de execução dos inadimplentes, entre elas a Petrobrás, que não tem pago corretamente o que deve de tributos. "Estamos fazendo um grande esforço para reduzir a nossa dívida ativa e precisamos de mais juízes disponíveis para cobrar os nossos devedores. Pedimos parceria para colocarmos os recursos na conta do governo", disse o governador Luiz Fernando Pezão, que em fevereiro se reuniu com o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, para pedir ajuda nesse sentido.

Já começou a censura?

O maior desejo do PT é controlar os meios de comunicação. O ex-presidente Lula tentou fazer isso lá atrás inventando um tal conselho para patrulhar jornalistas, o que, felizmente para o país, ficou só na ideia de jerico do ex-presidente. A presidente Dilma Roussef faz disso seu discurso e é aplaudida por seus iguais. Ontem o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu liminar ao partido para que a revista Veja fosse proibida de divulgar a capa da edição dessa semana, que trás a chamada de uma matéria com declaração do doleiro Alberto Youssef, dando conta de que tanto Lula quanto Dilma sabiam dos desvios de dinheiro realizados na Petrobras. Youssef é o caixa de um dos maiores esquemas de corrupção já descobertos nesse país, mas Lula, Dilma e seus iguais chamam de "imprensa golpista" os órgãos que noticiam os fatos que os desagradam. Ontem foi a proibição da divulgação da capa, mas não será surpresa se ainda hoje um outro togado conceder liminar proibindo a circulação da revista.

 

Hoje é o dia. Amanhã pode ser muito tarde…

Cresci ouvindo meu pai dizer que a Petrobras era orgulho do país e patrimônio nosso. Acreditei muito nisso e também passei essa visão aos meus filhos. A continuar esse governo que está aí, com Dilma, Lula, Zé Dirceu e outros “companheiros” achando que as estatais e autarquias são propriedades do PT, não sei se terei condições de convencer meus futuros netos disso. Também ouvi muito que se reclamávamos da ditadura da direita, choraríamos muito mais diante do autoritarismo de esquerda. Assisti os últimos anos da ditadura militar e há pelo menos doze vejo os efeitos da inconsequência da esquerda, da atuação de um grupo que contou com o apoio da imprensa para chegar ao poder e agora quer controlar essa mesma imprensa para dele não ser apeado. O perigo está aí. Basta um pouquinho de inteligência para se perceber que o futuro é incerto e não sabido, que a democracia está ameaçada e que essa ameaça vem de gente que muito dela se serviu, pois quem quer controlar os meios de comunicação não pode estar bem intencionado.

O PT culpa a imprensa por tudo e os jornalistas passaram a ser o grande inimigo desde que vieram à tona as denúncias de corrupção nos Correios, o Caso Cachoeira e o Valerioduto. Na cabeça dessa gente os meios de comunicação precisam ser controlados com urgência, pois do contrário os planos da “companheirada” estarão ameaçados. É preciso calar a boca dos que ousam bradar contra o jeito petista de assaltar as estatais, autarquias e os fundos de pensão. Afinal a Petrobras é deles e assim sendo podem desviar dinheiro à vontade. O que tem de mais em comprar uma refinariazinha sucateada em Pasadena e pagar um montão de vezes a mais por ela? Qual o problema em pedir o ladravaz para sair em vez de demiti-lo sumariamente da Petrobras e ainda enchê-lo de elogios? Quem tem de ser punida é essa mídia maldita e não os ladrões que o PT abriga sob as asas fortes e largas do poder, afinal esses podem tudo, pois carregam uma estrela no peito.

Petistas do Rio comemoram posse de Toffoli na presidência do TSE

Responsável por um rombo de mais de R$ 1 bilhão nos cofres públicos de Nova Iguaçu, município o qual governou de 1º de janeiro de 2005 a 31 de março de 2010, o senador Lindberg Farias, pré-candidato ao governo do Rio pelo PT, e membros do diretório regional comemoraram a assunção do ex-advogado do partido, José Antonio Dias Toffoli, ao comando da corte máxima da Justiça Eleitoral. Com várias pendências jurídicas e condenação em segunda instância, o que o inclui na lista dos “fichas sujas”, Farias terá que travar uma grande batalha jurídica para tentar manter o registro de sua candidatura e a tropa de choque do PT já começou a se movimentar para lhe garantir caminho livre na disputa.

Conforme a revista Veja lembrou essa semana, o novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE),  Dias Toffoli foi Indicado pelo ex-presidente Lula para o Supremo Tribunal Federal (STF) e  patrocinou no TSE, no ano passado, uma norma estabelecendo que os promotores e procuradores precisam de autorização prévia do juiz eleitoral para abrir uma investigação, com exceção dos casos de flagrante delito. “O novo presidente do TSE”, lembra ainda a Veja, “fez carreira na área jurídica do PT e foi assessor da Casa Civil quando a pasta era chefiada por José Dirceu. No julgamento do mensalão, o ministro absolveu o ex-chefe, mas condenou os petistas José Genoino e Delúbio Soares”.

Valença ignora lei dos lixões e expõe população a riscos

Eles estão proibidos de existirem a céu aberto desde 1981, mas vinham sendo tolerados em todo o Brasil até 2010, quando uma lei federal estabeleceu prazo de quatro anos para uma tolerância zero. O “eles”, em questão, são os lixões, depósitos de lixos irregulares instalados por prefeituras em localidades urbanas, periféricas habitadas e até em áreas que deveriam ser preservadas em função do meio ambiente. No município de Valença, no interior do estado do Rio de Janeiro, mais que descumprir a lei, a Prefeitura está descartando o lixo hospitalar junto com o doméstico numa área da localidade de Quirino, onde seres humanos se misturam aos urubus, expondo-se às ameaças lançadas em forma de detritos.

Não há segurança no local e a placa que informa que existe lixo hospitalar por lá não afasta ninguém daquilo que o prefeito Álvaro Cabral chama de “aterro sanitário”, mas não passa de um lixão proibido pela Lei nº 12.305, sancionada em agosto de 2010 e regulamentada por decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 23 de dezembro do mesmo ano. De acordo com a lei, os prefeitos têm até 31 de agosto de 2014 para acabarem com os lixões, mas, caminhando na contramão, a administração municipal de Valença não está dando nenhum passo nessa direção e, tudo indica, deverá continuar descartando o lixo doméstico e hospitalar no mesmo espaço ainda por tempo indeterminado, se nada for feito pelas autoridades para obrigarem o prefeito a ter mais cuidado com o ser humano e preocupação com o meio ambiente.