Silva Jardim rejeita dois ex-prefeitos e um interino

Revela pesquisa sobre eleição suplementar

Segundo a pesquisa, 82% eleitores não votariam em um candidato apoiado por Anderson; Cilene teria 41% de rejeição, e Jaime, seu sucessor, faz um governo ruim para 40% e péssimo para 20% dos entrevistados A pequena Silva Jardim, no interior do estado do Rio de Janeiro, está fervendo com uma campanha eleitoral fora de época, visando à eleição do novo prefeito da cidade, em pleito suplementar marcado para o dia 8 de março. A última pesquisa de intenção de votos diz que a candidata do PL, Zilmara Brandão, estaria liderando a disputa com 32%, seguida de Válber Tinoco (Republicanos), com 20%, mas os números que mais chamam a atenção na consulta feita nos dias 3 e 4 deste mês pelo Instituto Opiniun - registrada no TSE sob o protocolo RJ-05298/16 - referem-se à rejeição.

Carro preto com placa de Nova Iguaçu desperta atenção na eleição suplementar de Silva Jardim

Um Corolla preto com placa de Nova Iguaçu chamou, esta semana, a atenção dos fiscais do Tribunal Regional Eleitoral que monitoram a campanha para a eleição suplementar para escolha do novo prefeito de Silva Jardim, no interior fluminense, marcada para o dia 8 de março. O carro foi seguido até um imóvel localizado no bairro Silva Cunha, onde, numa reunião – conforme denúncias chegadas a Justiça Eleitoral – supostamente seriam distribuídas vantagens a motoristas de kombis que fazem o transporte escolar na cidade, que vem sendo governada interinamente pelo vereador Jaime Figueiredo (foto), candidato a prefeito.

No local os agentes encontrados vários desses veículos e outros carros particulares, além de cerca de 30 pessoas reunidas numa espécie de galpão. Tudo foi fotografado e anexado ao relatório que será analisado na investigação. Pelo que está no documento ao qual o elizeupires.com, a tal reunião aconteceu na última terça-feira (11), por volta das 20 horas. Os agentes nada apreenderam no local.

Presidente da Câmara de Meriti registra na DHBF ameaças de morte contra ele e membros de sua família

Apontado como inimigo número um da bandidagem que domina várias comunidades naquele município, o presidente da Câmara de Vereadores de São João de Meriti, Davi Perini Vermelho, mais conhecido na região como Didê (foto), esteve nesta quarta-feira (12) na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), para fazer o registro das ameaças de morte que ele e familiares vêm recebendo de traficantes que migraram das favelas cariocas para a região depois da implantação das UPPs pelo governo estadual, um projeto de segurança que acabou contribuindo para que os bandidos ampliassem seus territórios.

De acordo com o vereador, as ameaças feitas através de redes sociais e via avisos relatados por moradores, os traficantes DN, Neguinho da Linha e DL, vistos como "donos" das comunidades dos bairros São Mateus, Vila União, Jaqueira, Engenheiro Belford e Favela da Linha, querem matá-lo pelo fato de ele, com apoio do 21º Batalhão da Polícia Militar, promover ações para retirar as barricadas construídas pelas quadrilhas nos acessos a essas comunidades.

Líder do bloco parlamentar da Baixada deixa Belford Roxo e Queimados furarem a fila do Segurança Presente prometido antes para sua cidade

O avanço da bandidagem pelos bairros mais pobres de São João de Meriti está levando as lideranças comunitárias locais a indagar para que serve a Frente Parlamentar da Baixada Fluminense, liderada pelo deputado Léo Vieira (foto). O deputado, embora seja ligado ao governador Wilson Witzel e do mesmo partido, o PSC, vem demonstrando não ter força alguma em relação à representatividade que se esperava. Isso porque o programa Segurança Presente, prometido para a cidade no ano passado, já tem três bases em Nova Iguaçu, uma em Queimados, outra em Belford Roxo e nenhuma em Meriti, onde os moradores ficam à mercê dos traficantes que migraram das favelas do Rio.

A situação no município vem se agravando dia após dia, inclusive, o presidente da Câmara de Vereadores, Davi Perini Vermelho, o Didê, vem recebendo ameaças de morte por parte dos bandidos por agir contra a construção de barricadas nessas comunidades. Agora há pouco, o vereador esteve na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense para registrar as ameaças que ele e membros de sua família estão recebendo.

Aluguel de prédio de tia de vereador gera ação por improbidade administrativa e bloqueio de bens em Belford Roxo

● Elizeu Pires

De acordo com a denúncia, o aluguel subiu de R$ 16 mil em 2014 para R$ 30 mil no ano seguinte O juízo da 3ª Vara Cível de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, determinou, no âmbito da ação por improbidade administrativa 0000458-90.2020.8.19.0008, a suspensão do pagamento do aluguel do prédio onde funciona a Câmara de Vereadores, e realize, no prazo de 90 dias, "nova contratação de imóvel, com observância às regras estipuladas na Lei 8.666/93". De acordo com denúncia formulada à Justiça pelo Ministério Público, o imóvel, que na época da locação tinha como "proprietária formal" uma tia do vereador Marco Aurélio Gandra, teria sido alugado a preço superior ao praticado no mercado.

Itaguaí: Sociedade vai iniciar movimento por renovação na Câmara

Atuais vereadores vão deverão enfrentar batalha cerrada contra reeleição

Em fevereiro de 2016 a Câmara Municipal de Itaguaí foi notícia negativa por conta da falta de transparência. A Casa era presidida por Nisan Cesar dos Reis, que - numa decisão da 20ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça - recebeu prazo de 30 dias para publicar todas as informações para facilitar o controle social sobre o uso do dinheiro público por um dos poderes legislativos municipais mais caros do estado do Rio de Janeiro, que entre janeiro de 2013 e dezembro de 2015 gastou R$ 67,5 milhões, sem que as despesas estivessem disponíveis de forma clara no Portal da Transparência.

Silva Jardim: prefeita cassada decide disputar eleição suplementar

Sete chapas foram registradas pela Justiça Eleitoral

Cilene vai tentar recuperar a cadeira que lhe foi tirada em outubro Afastada no cargo em outubro do ano passado com o trânsito em julgado da ação que lhe tirou o mandato, a ex-prefeita de Silva Jardim, Maria Dalva do Nascimento, a Cilene, vai disputar a eleição suplementar marcada para o dia 8 de março. Sua candidatura é possível pelo fato de não ter sido ela quem deu causa à ação judicial que lhe tirou a cadeira. Ela terá como companheiro de chapa Marcos Antônio Nascimento, o Marquinho Caranga, concorrendo pelo Solidariedade. Também está na disputa o prefeito interino Jaime Figueiredo (PP), que tem a presidente interina da Câmara de Vereadores, Marcilene Xavier, como vice.

‘Caça’ poderá enfrentar ‘caçador’ na disputa pela Prefeitura do Rio

Jerominho diz que é pré-candidato. Marcelo Freixo também

Jerominho Guimarães está filiado ao PMDB De acordo com o grupo Coalizão Eleitoral – grupo formado por autoridades estaduais e federais nas eleições de 2018 – 12% das áreas de votação no estado do Rio de Janeiro, um universo de 1,7 milhão de habitantes, foram comandadas por os milicianos e outras facções criminosas, confirmando um poder e tanto nas mãos de gente mal intencionada. Este ano, quando estarão sendo eleitos vereadores e prefeitos, a preocupação das autoridades dobra, principalmente na Baixada Fluminense e na Zona Oeste do Rio. Por ironia do destino, uma "caça" poderá enfrentar o "caçador" na disputa pela Prefeitura da capital Fluminense.

Câmara de Valença licita compra de 18 mil litros de gasolina, o suficiente para quatro voltas e meia pelo planeta terra

Em fevereiro de 2018 a Câmara de Vereadores de Valença, município do Sul Fluminense, abriu um processo licitatório para aquisição de 7.300 litros de gasolina para abastecer seus carros num período de dez meses. Agora, cerca de dois anos depois, a Comissão de Licitação da Casa, com a modalidade carta convite, marcou um novo processo, desta vez para compra de 18 mil litros, duas vezes e meia o volume licitado em 2018.

Atualmente o abastecimento da frota da Câmara de Vereadores vem sendo feito pelo Auto Posto Valença, em cujo nome aparecem no site oficial da Casa dois extratos de contrato, um no valor de R$ 35.332,00, relativo ao período de 1º de março a 31 de dezembro de 2018, e outro, com a soma de R$ 34.748,00, referente ao período de 1º de fevereiro a 31 de dezembro de 2019.

Ex-prefeito quer voltar ao poder em Mesquita, ainda que indiretamente

Gelsinho Guerreiro estaria trabalhando nos bastidores para eleger sucessor de Jorge Miranda

Apesar de estar com o filme queimado junto à população de Mesquita – município que abandonou logo depois de perder a eleição em 2016 –, o ex-prefeito Rogelson Sanches Fontoura, o Gelsinho Guerreiro (foto), está de volta. O motivo do retorno seria a incumbência de formar um grupo para tentar derrotar nas urnas o prefeito Jorge Miranda, que deverá disputar a reeleição pelo DEM. O projeto do político que deixou a Prefeitura endividada e servidores sem salários, seria a reeleição de vereadores de seu grupo e formar uma chapa majoritária com gente que reze por sua cartilha, isto se ele mesmo não resolver se lançar candidato a prefeito, mesmo com os impedimentos que o fizeram dar meia volta em 2018 ainda existindo.